Português INSS resumo do que vai cair na prova

Português INSS resumo do que vai cair na prova

Neste artigo, eu quero mostrar para você quais as prioridade da banca CEBRASPE.

Já deixo aqui um vídeo muito importante sobre como estudar Português para o INSS nesta reta final:

Conteúdo programático de Português INSS

Vejamos então o conteúdo programático de Português para o INSS, edital 2022:

1 Compreensão e interpretação de textos. 2 Tipologia textual. 3 Ortografia oficial. 4 Acentuação gráfica. 5 Emprego das classes de palavras. 6 Emprego do sinal indicativo de crase. 7 Sintaxe da oração e do período. 8 Pontuação. 9 Concordância nominal e verbal. 10 Regências nominal e verbal. 11 Significação das palavras. 12 Redação de correspondências oficiais (conforme Manual de Redação da Presidência da República).

 

Agora, veja o que está previsto sobre os critérios de avaliação:

Cada prova objetiva será constituída de itens para julgamento, agrupados por comandos que deverão ser respeitados. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o(s) comando(s) a que se refere o item. Haverá, na folha de respostas, para cada item, dois campos de marcação: o campo designado com o código C, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item CERTO, e o campo designado com o código E, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item ERRADO.

(…)

            Para obter pontuação no item, o candidato deverá marcar um, e somente um, dos dois campos da folha de respostas.

(…)

            A nota em cada item das provas objetivas, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a: 1,00 ponto, caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 1,00 ponto negativo, caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 0,00, caso não haja marcação ou haja marcação dupla (C e E).”

 

Então, se você sabe a questão, marque no cartão de respostas; se não sabe, deixe em branco ou marque os dois campos!!!! Isso determina a maior dificuldade na prova: trabalhar a cabeça para não “chutar”.

Vamos detalhar aqui o conteúdo programático:

Compreensão e interpretação de textos:

Geralmente se cobra a interpretação literal, pois o texto do CESPE é normalmente considerado um “pretexto” para se cobrar a gramaticalidade. Mas temos visto nas provas mais atuais a cobrança de interpretação por inferências. Pode ficar tranquilo(a), pois vamos aprofundar bastante nisso em nossa revisão.

 

Ortografia oficial:

A banca tem cobrado poucas questões de ortografia. Há uma tendência de cobrar o uso dos porquês e de algumas palavras parônimas, homônimas, como temos visto nas últimas provas da banca! Também pode ser cobrada a acentuação gráfica ou uso do hífen, mas nada de regras e decoreba. A banca é objetiva.

 

Emprego das classes de palavras:

O tema “Classes de palavras” é vasto e naturalmente a banca não vai cobrar flexões de substantivo, adjetivo ou fazer perguntas pontuais sobre numeral , interjeição ou algo assim. O que ela quer é que você identifique pronomes relativo ou pessoal, os quais fazem referência a uma palavra anterior. Assim, uma boa leitura do texto mata a questão. Além disso, entender os conectores coordenativos e subordinativos adverbiais é imprescindível. Isso sempre cai.

Além disso, a banca pede o tempo verbal. Uma boa leitura do texto vai conduzi-lo a se safar da questão. Basicamente a banca identifica um verbo no texto, muitas vezes nos tempos presente do indicativo, presente do subjuntivo ou futuro do pretérito do indicativo e faz uma afirmação sobre esse emprego. Então, uma leitura atenta do texto ajuda muito! Como eu sempre digo, nunca decore o emprego de tempo verbal, temos que perceber o contexto em que é utilizado.

Inserido neste tema, há a colocação dos pronomes átonos, tema fácil e que alguns candidatos costumam marcar bobeira!!!! O mais importante é perceber que palavras negativas atraem o pronome átono. Um exemplo: Não me recordo!

 

Sintaxe da oração e do período. Pontuação:

Aqui recai parte muito importante do conteúdo da prova! A pontuação tem ligação direta com a sintaxe da oração e com a sintaxe do período. Além disso, ao estudarmos período composto, entendemos o emprego das conjunções, isto é, dos conectores sobre os quais falamos num dos itens anteriores. Assim, esta parte do conteúdo é o chavão da banca CESPE. Normalmente, vemos questões que querem saber o valor da oração adjetiva com e sem vírgula; a dupla vírgula separando estruturas adverbiais intercaladas; o emprego do aposto explicativo e enumerativo por meio de travessões, dois pontos, vírgulas.

 

Concordância verbal e nominal:

A banca CESPE explora bastante o emprego da voz passiva sintética, isto é, o reconhecimento do pronome apassivador, o que força o verbo a concordar com o sujeito paciente, em construções como “Alugam-se casas”. Também trabalha o valor de outro “se”: o índice de indeterminação do sujeito. Basicamente com o verbo “tratar”. Como eles gostam deste verbo!!!!! Então, bateu o olho no verbo “tratar”, fique de olho, pois construções como “Tratam-se de problemas” ou “A reunião trata-se de problemas” são viciosas e em nossa videoaula eu vou explicar por quê. O correto é “Trata-se de problemas” ou “A reunião trata de problemas”. Além disso, a banca cobra a concordância com a expressão partitiva “a maioria dos”, “a maior parte dos” etc.

Regência verbal e nominal. Emprego do sinal indicativo de crase:

Quanto à regência, basicamente ela é cobrada dentro da funcionalidade da crase, a qual é vista em toda prova da banca CESPE. Cuidado com a crase facultativa e basicamente a banca cobra a possibilidade de omissão do artigo diante do pronome possessivo feminino singular.

 

Significação das palavras:

Normalmente a banca CESPE cobra o sentido de palavras do texto. Assim, entendendo o contexto, compreende-se o sentido da palavra.

 

Veja o vídeo de resumo desses principais assuntos:

Pratique com provas comentadas da banca CESPE:

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Português FGV em provas comentadas

Vamos entender a forma como a banca FGV cobra Português em provas comentadas?

Então, basta clicar abaixo e baixar o material de apoio:

Prova 1: CBM AM 2022 Soldado

Prova 2: SSPAM 2022 Assistente Administrativo

Abaixo está o vídeo em que comento cada prova:

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Intertextualidade. Citações e transcrições.

Vamos falar, neste post, de Intertextualidade, citações e transcrições.

Baixe o material de apoio aqui!

 

Intertextualidade Português FGV
Intertextualidade Português FGV

Intertextualidade

Intertextualidade é o diálogo entre um texto e outro. É o cuidado que se tem num texto de absorver os conhecimentos, conceitos, observações elencados em outros textos renomados, conhecidos.

Normalmente isso é feito para levantar mais crédito ao argumento defendido pelo autor.

Pode se apresentar como paráfrase (reescrita de trecho de mesmo sentido que o original), paródia, citação direta ou indireta.

Citação

Citação indica o ato ou efeito de citar ou fazer referência a alguma coisa. Uma citação expressa uma ideia ou opinião de um texto de um autor em concreto, sendo que o autor deve sempre ser identificado. A citação pode ser direta ou indireta.

 

Transcrição

Transcrição significa copiar literalmente um texto ou trecho de um meio para outro, por exemplo, a transcrição de um áudio para um texto escrito.

 

Veja o exemplo de uma questão da FGV que cobra o assunto Intertextualidade, citação e transcrição:

(FGV / Prefeitura de Salvador – BA Professor 2019)

“O fundamento jurídico para a proteção dos animais, no Brasil, está no artigo 255 da Constituição Federal, que incumbe o Poder Público de ‘proteger a fauna, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais à crueldade’”.

O autor desse fragmento, ao citar outro texto, exemplifica uma marca característica da textualidade.

Assinale a opção que a indica.

A) Coesão.

B) Informatividade.

C) Intertextualidade.

D) Coerência.

E) Conhecimento de mundo.

Comentário: O texto que cita outro naturalmente emprega o recurso da intertextualidade. Assim, a alternativa correta é a (C).

Gabarito: C

 

Assista à aula completa de Intertextualidade, citações e transcrições, assunto muito importante de Português para a banca FGV:

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Questões gratuitas comentadas Português FGV

Quero saber se você quer ter acesso a questões gratuitas comentadas de Português da banca FGV.

Então, venha treinar comigo com as questões da banca FGV para dominar de vez essa banca tão temida nos concursos públicos!

Clique a seguir e baixe material com questões gratuitas comentadas de Português da banca FGV.

Sabemos que a banca FGV tem organizado os concursos mais diversos nos anos de 2020, 2021 e 2022.

Ela vem ganhando a concorrência e tem aumentado bastante o número de concursos organizados por ela.

E nós sabemos que as questões de Português da banca FGV têm entrado em outro nível de cobrança.

Elas apresentam algumas surpresas na prova (quando o aluno não treina efetivamente e com antecipação).

É por isso que eu montei o arquivo abaixo para você treinar questões de Português da FGV separadas por temas.

Questões Português FGV

E-book Português FGV

 

Deixo abaixo também alguns vídeos interessantes de orientação de estudo focada no Português da banca FGV e tenho certeza de que eles vão ajudar você!

Domine as questões de Português no concurso do MP SP

Neste vídeo eu oriento o aluno a estudar, realizando as questões de Português da FGV por prioridades de cobrança da banca.

Domine as questões de Português no concurso do Senado Federal

Neste vídeo eu mostro as peculiaridades de cobrança das questões de Português da FGV:

Domine as questões de Português no concurso da Receita Federal

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Material de apoio aulas do professor Décio Terror

Neste blog, você encontra o material de apoio das aulas do professor Décio Terror

Baixe o material de apoio abaixo:

Questões de reescrita banca FCC

 

Acompanhe a aula aqui:

 

 

 

Para a Quinta com Terror, baixe as provas da EsFCEx:

Prova 1: EsFCEx 2022 Administração

Prova 2: EsFCEx 2022 Capelão

A aula está abaixo:

 

Material de apoio Terror comprova.

Clique aqui para baixar material!

Prova 1: CBM AM 2022 Oficial

Prova 2: CBM AM 2022 Soldado

O link da aula é este aqui:

Como estudar Português para a Receita Federal banca FGV

No artigo de hoje eu mostro para você como estudar Português para a Receita Federal banca FGV.

A prova da Receita Federal está chegando e eu sei que você tem muitas matérias para estudar e, por ser FGV, o nível de cobrança de Português é elevadíssimo.

Por isso, seu estudo deve ser pontual e efetivo, sem perda de tempo.

Inicialmente vou apresentar a você três cursos, os quais trabalham voltados para perfis e momentos diferentes dos alunos que estudam para a Receita Federal.

Provas Comentadas da FGV

Provas comentadas Português FGV

O curso de provas comentadas da FGV apresenta mais de 40 provas com raio-x após cada prova, isto é, o aluno tem, além do comentário, alternativa por alternativa, a identificação de cada assunto por questão.

Esse curso é voltado para o aluno que já tem ampla experiência em concurso e quer apenas entender melhor a banca e melhorar o rendimento de prova.

Definitivamente, não é um curso voltado para aluno iniciante ou ainda inexperiente em concurso.

Resumo + Questões comentadas FGV

Questões Português FGV

O curso de Resumo + Questões comentadas FGV apresenta mais de 1.000 questões de Português da FGV comentadas pelo professor Décio Terror, distribuídas nos diversos temas, conforme o conteúdo programático da banca.

Nos temas de gramaticalidade, há resumo. Nos temas de textualidade, a teoria é bem  pequena e não há necessidade de resumo, por isso essa pequena teoria fica disponível para o aluno.

O curso é voltado para quem tem certa expriência em concurso e quer se testar nas questões da banca FGV.

Curso de Português Receita Federal

Português Receita Federal FGV

O curso de Português para a Receita Federal apresenta toda a teoria cobrada pela banca FGV, mais de 1.000 questões comentadas e mais de 40 provas comentadas da banca FGV, totalmente focado no concurso da Receita Federal.

Entenda como estudar Português para a Receita Federal, pois a banca é a FGV e sabemos que todo cuidado é pouco!

Qualquer dúvida nesse processo de estudo, você pode comentar neste artigo e eu auxilio você.

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Simulado de Português com professor Décio Terror

Simulado de Português com professor Décio Terror

Baixe o material do simulado aqui!

 

Acompanhe a correção do simulado aqui:

O simulado de Português desta vez será com execução pelos alunos ao vivo.

Exatamente às 18h50 o professor disponibilizará o material.

O aluno tem o tempo de 10 minutos para se ajustar e iniciar a prova.

Uma tela com a contagem do tempo ficará disponível ao vivo e o professor aguardará na tela para sanar dúvida de acesso ou, se houver qualquer necessidade, o professor estará à disposição.

Exatamente às 20 horas o professor começará a correção ao vivo.

Com isso, os alunos se sentem obrigados a executar a prova no tempo de 1 hora.

 

Interpretação de texto Décio Terror

Material de apoio para aulas de Interpretação de texto com o professor Décio Terror

Interpretação de texto FCC

O Laboratório de interpretação de texto desta semana é com resolução de questões da banca FCC (Fundação Carlos Chagas).

Baixe o material de apoio aqui!

Assista à aula no link abaixo:

 

Interpretação de Texto Instituto AOCP

 

Clique aqui e baixe o material de apoio de Interpretação de texto!

O link para você assistir às resoluções das questões está abaixo:

material de apoio Interpretação de texto Instituto AOCP

Onde ou aonde? Aprenda a utilizar cada um deles

Onde ou aonde? Aprenda a utilizar cada um deles — Uma dúvida muito frequente da língua portuguesa será o tema do nosso artigo de hoje: onde e aonde.

 

Em quais situações utilizar cada um deles? Venha conosco para descobrir!

 

Onde

Primeiramente, acreditamos que a classificação sintática da palavra “onde” seja de devida importância para a nossa discussão. A palavra “onde” é classificada como um advérbio de lugar, possuindo um significado bastante similar à expressão “em que”.

Além dessa classificação mais preponderante, também é possível que “onde” seja utilizado como pronome relativo. Isso acontece em situações nas quais a palavra “onde” retoma um lugar que fora mencionado anteriormente.

Exemplo de onde como advérbio de lugar:

Fabrício se questionou onde estaria o controle remoto.

 

Uma reescrita da frase poderia ser:

Fabrício se questionou em que lugar estaria o controle remoto.

 

Exemplo de onde como pronome relativo:

Flávio e Roberto passaram pelo vilarejo, onde conseguiram abastecer o carro.

 

Nesse caso, “onde” retoma o termo “vilarejo”, o qual foi previamente mencionado na frase.

 

Regência

Após a apresentação da palavra “onde”, iremos para o próximo passo em nossa jornada de explicação sobre onde e aonde. Regência refere-se a relações que os termos de uma oração estabelecem entre si. Temos dois tipos de termos: o regido e o regente. Termo regido é aquele que completa o sentido do outro, o termo regente. Ou seja, o termo regente não possui um sentido completo sem o seu termo regido.

Sabemos que, ao ouvir a palavra regência, muitos alunos devem se lembrar de regência verbal e/ou nominal. A regência verbal indica a relação entre o verbo, que nesse caso é o termo regente, e o seu complemento, o termo regido. Os complementos dos verbos, que são os termos regidos, podem ser classificados em objetos diretos e indiretos. Os objetos diretos não necessitam de preposição, enquanto os indiretos possuem essa necessidade.

Exemplos de regência verbal que necessitam de preposição:

  • Morar em;
  • Sonhar com;
  • Simpatizar com;
  • Chegar a;
  • Morrer de.

É importante ficar claro que alguns verbos possuem diferentes regências, ou seja, podem utilizar diferentes preposições. Dessa forma, o verbo pode assumir diferentes sentidos a depender de qual preposição o acompanha.

No caso da regência nominal, a relação se estabelece entre um nome e seu complemento, com a utilização de preposição. Portanto, quando falamos de regência nominal, haverá a existência de uma preposição na relação entre termo regido e termo regente.

Exemplos de regência nominal:

  • Capacidade de;
  • Compatível com;
  • Essencial para;
  • Interesse em;
  • Respeito por;
  • Livre de.

Assim como fora comentado na regência verbal, um mesmo nome pode requerer diferentes preposições. Nesses casos, assim como na regência verbal, diferentes preposições podem ou não resultar em significados distintos para o nome.


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Aonde = a + onde

Pelo título dessa sessão já deve ter ficado claro por que apresentamos minuciosamente o conceito de regência, não é mesmo? A palavra aonde não passa da junção da preposição “a” com o advérbio de lugar “onde”. Dessa forma, o termo aonde só pode ser utilizado quando houver a necessidade de utilização da preposição a.

Conforme explicado no tópico acima, a necessidade da presença da preposição pode decorrer de um verbo ou de um nome. Dessa forma, iremos trazer alguns exemplos do emprego de aonde e onde.

Exemplos

  • Aonde você quer ir?

Na frase, o verbo ir traz a necessidade da utilização da preposição a, já que Pedro vai algum lugar.

  • Você sabe onde fica a sala de prova?

Nesse caso, o verbo fica não traz a necessidade de utilização de preposição, o que resulta na utilização de onde.

  • Eles chegaram aonde queriam: foram aprovados em um ótimo concurso.

O verbo chegaram precisa do complemento pela preposição a. Quem chega, chega algum lugar. Portanto, utilizamos o aonde.

  • Onde Rodrigo mora?

Rodrigo mora em algum lugar, certo? O verbo necessita de uma preposição, porém, não se trata da preposição a.


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Onde e aonde: conclusão

Dúvidas em quais momentos utilizar o onde e aonde são muitos comuns. Ao tentar solucionar essa dúvida na internet, uma dica que é muito encontrada é que “onde” traz a ideia de lugar e “aonde” ideia de movimento. Entendemos a lógica desse macete, porém, é possível que o candidato se perca ao tentar encaixar cada uma das situações.

Em nosso artigo, trouxemos a raiz da diferença entre os dois termos: regência. Pensando em qual termo utilizar por meio da necessidade ou não da utilização da preposição a, não haverá nenhuma exceção. Esperamos que vocês tenham gostado do conteúdo e que o artigo ajude nessa dúvida daqui para a frente. Desejo ótimos estudos a todos e um grande abraço!


Você ainda tem dúvidas sobre a língua portuguesa? Deixe sugestões nos comentários ou verifique os artigos que já postamos, pois provavelmente sua dúvida poderá ser sanada por eles!

 

Grande abraço,

Décio Terror


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Saiba a diferença no uso dos porquês

USO DOS PORQUÊS – Escrevo este artigo, porque sempre me perguntam, porque é junto ou separado, com acento ou sem? A resposta é: depende do contexto.

 

É início de pergunta direta? É uma resposta? Quer dizer “motivo” ?

 

Para cada contexto há um porquê diferente. Observe a tirinha abaixo e já tente perceber as diferenças.

https://mundotexto.wordpress.com/2013/09/17/para-uma-aula-de-porques-com-armandinho/

Viu que há quatro porquês diferentes? Quer entender cada um deles? Vamos às explicações.


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Porquê (junto e com acento)

Porquê (junto e com acento) é usado quando for sinônimo de motivocausaindagação. Por ser substantivo, admite artigo e pode se flexionar no plural:

  • Os considerandos são os porquês de um decreto.
  • O Relator explicou o porquê de cada emenda.
  • Qual é o porquê desta vez?

 

Por quê (separado e com acento)

Por quê (separado e com acento) é usado quando a expressão aparecer em fim de frase, ou sozinha:

  • Brigou de novo, por quê?
  • Brigou de novo? Por quê?
  • Ria, ria sem saber por quê.

 

Porque (junto e sem acento)

Porque (junto e sem acento) é usado nos seguintes casos:

 

Para introduzir explicação, causa, motivo, podendo ser substituído por conjunções causais ou explicativas como poisporquantovisto que:

  • Traga agasalho, porque vai fazer frio.(conjunção coordenativa explicativa = pois).
  • A reunião foi adiada porque faltou energia.(conjunção subordinativa causal = pois).
  • Porque ainda é cedo, proponho esperarmos um pouco mais. (conjunção subordinativa causal = como).

 

Nas frases interrogativas a que se responde com “sim” ou “não”:

  • Ele não votou o projeto porque estava de licença?
  • Essa medida provisória está na pauta de votação porque é urgente?

 

Na realidade, a conjunção “porque” continua sendo subordinativa adverbial causal. A diferença é que na própria pergunta já se dá a causa (oração subordinada adverbial causal).

 

Como conjunção de finalidade (= para que), levando o verbo para o subjuntivo. Esta construção é arcaica, mas vez por outra tem sido encontrada:

  • Rezo porque tudo corra bem.
  • Não expressou sua opinião porque não desanimasse os colegas.

 

Contemporaneamente, para exprimir finalidade, objetivo, prefere-se usar para que em lugar de porqueRezo para que tudo corra bem.


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Por que (separado e sem acento)

Por que (separado e sem acento) é usado nos seguintes casos:

 

Nas interrogativas diretas e indiretas:

  • Por que você demorou tanto? (interrogativa direta)
  • Quero saber por que meu dinheiro está valendo menos. (interrogativa indireta)

 

Sempre que se puder inserir as palavras motivorazão:

  • Não sei por que ele se ofendeu. (Não sei por que motivo ele se ofendeu.)
  • O funcionário explicou por que havia faltado. (O funcionário explicou por que motivo havia faltado.)

 

Quando a expressão puder ser substituída por pelo qualpela qualpelos quaispelas quais, confirma-se que há pronome relativo “que” antecedido da preposição “por”:

  • A estrada por que passamos está em péssimo estado de conservação. (A estrada pela qual passamos está em péssimo estado de conservação.)
  • Esse é o motivo por que a reunião foi adiada. (Esse é o motivo pelo qual a reunião foi adiada.)

 

Quando “que” for conjunção integrante iniciando oração subordinada substantiva objetiva indireta ou completiva nominal, com imposição da preposição “por” pelo verbo ou nome, respectivamente:

  • Torcemos por que tudo se resolva logo. (= torcemos por isso)
  • O Relator estava ansioso por que começasse a votação. (= ansioso por isso)

 

Não se pode confundir este último caso com o uso da conjunção de finalidade (conforme visto anteriormente). Veja a diferença:

  • Não expressou sua opinião porque não desanimasse os colegas.

 

Note que o nome opinião, anterior à conjunção, não exigiu a preposição por. Além disso, percebe-se a intenção, a finalidade de não expressar sua opinião: para que não desanimasse os colegas.

  • O Relator estava ansioso por que começasse a votação.

 

Aqui, o nome ansioso exige a preposição por, razão pela qual deve ser separada do que.

E aí, gostou da nossa dica?

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Você sabe o que é resenha?

Você sabe o que é resenha? — Nosso artigo trará uma análise e contextualização sobre um gênero textual bastante em alta na atualidade: resenha.

 

O que é Resenha

Resenha é um gênero textual que objetiva analisar outra obra distinta. Essa obra pode ser um texto, filme, peça de teatro, álbum musical e quaisquer outras formas de expressão artística, literária e também sobre algum assunto específico. Nela, o autor propõe a construção de relações entre características e propriedades da obra/objeto analisado.

Também é comum que a resenha traga uma enumeração de aspectos da outra obra que são considerados relevantes e importantes. Em suma, trata-se de um gênero textual que descreve e/ou analisa um outro objeto.

É muito comum encontrarmos resenhas sobre livros e textos. Além da evidenciação de aspectos importantes desse livro/texto, esse tipo de texto também deve apresentar informações adicionais a um mero resumo da obra.

Tipos de Resenha

Dois tipos de resenha são os mais difundidos.

tipos de resenha
Tipos de Resenha: descritiva e crítica

Descritiva

O estilo descritivo de resenha possui o foco na descrição sobre objeto apresentado. É muito comum que a resenha descritiva seja confundida com um resumo. Trata-se de uma composição informativa e não há espaços para opiniões.

Crítica ou Opinativa

Quando pensamos em resenha, normalmente estamos nos referindo às resenhas críticas. Nesse estilo, além da evidenciação das principais características, elementos e propriedades do objeto analisado, o autor também apresenta teses e opiniões.

Por essa característica de apresentar concepções, pontos de vista e posições do autor, é classificada com um informativo-argumentativo. Vale notar que, a partir do momento em que opiniões são expressas pelo autor, também é necessária que sejam defendidas com argumentos válidos.

Resumo x Resenha

Não é raro que exista uma confusão entre resumo e resenha. Inclusive, acreditamos que isso seja bastante natural, pela grande similaridade presente. Iremos apresentar as características principais de ambos, buscando evidenciar diferenças e semelhanças de forma mais clara.

Resumo

Trata-se de um gênero de textos que possui o objetivo de retirar apenas as informações mais relevantes de um objeto, seja um texto, livro, filme. No resumo, não é possível que informações adicionais, que não estejam no objeto a ser resumido, sejam adicionadas.

Essa é a característica que mais distingue o resumo. Isso acontece porque, mesmo no caso da resenha descritiva, é possível que o autor adicione detalhes que não estão presentes na obra/objeto analisado.

Resenha

Gênero que traz uma combinação entre resumo e informações adicionais de caráter analítico e/ou opinativo. Dentro de uma resenha, sempre haverá um resumo: a evidenciação das informações mais importantes sobre o objeto analisado.

Acontece que, na resenha, as informações apresentadas guiam também a opinião que será emitida. Portanto, há um resumo na resenha, porém, ele pode não ser tão objetivo quanto um resumo propriamente dito. Isso pode acontecer pela possibilidade de as informações presentes no resumo também servirem como uma introdução às teses formuladas no texto.


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Opinião x objetividade

Há certa controvérsia em relação à presença de opinião em resenhas. Enquanto algumas fontes defendem que a opinião é indissociável a uma resenha crítica, outras argumentam que o ponto de vista do autor não deve interferir no texto criado.

Acreditamos que a discussão seja válida. Pelo fato da resenha crítica possuir, necessariamente, teses, acreditamos que o ponto de vista daquele que escreve deve, sim, mostrar-se presente no texto. Faz-se necessário que, mesmo sendo um ponto de vista pessoal, haja certa objetividade na maneira de demonstrá-lo.

A ideia não é que a resenha seja uma opinião por si só, porém, um gênero textual por meio do qual ela seja expressa. Tal gênero possui características e uma estrutura a ser seguida. Utilizar-se dessa estrutura e emitir uma opinião dentro desta aparenta ser o consenso mais palpável em relação à definição de resenha crítica.

Passo a passo para escrever uma resenha

É necessário tomar alguns cuidados e seguir alguns procedimentos para escrever uma resenha de qualidade. Elencamos alguns passos que acreditamos serem essenciais no processo de produção desse gênero.

  1. Ter um contato bastante cuidadoso e atencioso com o objeto que será analisado. Seja um texto, filme ou livro: é importante consumi-lo de maneira criteriosa. Além disso, é usual que seja necessário assistir ou ler o objeto analisado mais de uma vez.
  2. Após o primeiro contato, é interessante que os contatos posteriores sejam realizados já com o objetivo de apontar os pontos principais que estarão presentes na resenha. Num texto, é possível grifá-lo e comentá-lo. Para uma arte visual, é possível assisti-la e realizar anotações durante esse processo.
  3. Utilizar as anotações que foram criadas enquanto se consumia o objeto para criar um resumo bastante criterioso. Lembrando que é importante que o resumo traga as informações mais importantes sobre o objeto.
  4. Construir os comentários e apontamentos que serão realizados em relação ao objeto. Tais apontamentos irão variar dependendo do estilo da resenha: descritiva ou crítica. Tais apontamentos serão mais opinativos quando se tratar de uma resenha crítica.
  5. Revisar o texto, verificando se todos as informações mais importantes do objeto foram evidenciadas. Também é importante que os apontamentos estejam alinhados com a opinião do autor.

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Resenha em concursos públicos

Trazendo esse gênero para a esfera dos concursos públicos, não é comum que esse seja um estilo demandado nas provas discursivas. O mais usual é que as redações, cobradas nos concursos, possuam formato dissertativo. Isso acontece porque a avaliação de uma resenha é muito mais subjetiva e dificultada do que a de uma dissertação.

Na dissertação, avalia-se, além dos aspectos gramaticais, a capacidade de argumentação do candidato. Por outro lado, seria bastante complicado realizar uma avaliação comparativa com a resenha. Os aspectos linguísticos e gramaticais poderiam ser avaliados, porém, como se trata de uma opinião, não haveria possibilidade de uma avaliação, que possui o intuito de gerar uma nota utilizada na classificação dos candidatos, sobre a opinião daquele que a escreveu.

Apesar dos candidatos não possuírem a necessidade de escrever uma resenha, ela costuma estar presente nas provas de português. Não é incomum encontrar um exemplo desse tipo textual, seja descritiva ou crítica, como um dos textos-base para questões interpretativas e gramaticais. Inclusive, é importante que o candidato consiga classificar esse gênero textual, já que tal classificação pode ser alvo de questões.

Conclusão

Esperamos que nossa explicação sobre a resenha tenha sido clara, objetiva e tenha trazido esclarecimentos sobre o tema. Desejo ótimos estudos a todos e um grande abraço!


Você ainda tem dúvidas sobre a língua portuguesa? Deixe sugestões nos comentários ou verifique os artigos que já postamos, pois provavelmente sua dúvida poderá ser sanada por eles!

 

Grande abraço,

Décio Terror


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O uso do hífen: explicações e regras gerais

O Uso do hífen – O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi assinado em 1990 como uma forma de unificar a língua escrita em países que possuem essa língua como oficial. Entre esses, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste formam a Comunidade de Países de Língua Portuguesa – CPLP. Entretanto, o acordo só entrou em vigor aqui no Brasil em 2013. Desde então, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o uso do hífen.

Com isso, vou explicar de maneira geral o uso do hífen, mas sem me referir à regra passada nem a palavras específicas, pois vemos que as provas de concursos se baseiam nas regras básicas, mais evidentes, ok?!

 

Vamos lá:


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1ª regra

Não se emprega o hífen nos vocábulos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente.

  • autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semrido, semiautomático, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado

Exceção: Nos vocábulos com prefixo em que o segundo elemento começa por –h, o uso do hífen permanece: ante-hipófise, anti-herói, anti-higiênico, anti-hemorrágico, extra-humano, neo-helênico, semi-herbáceo, super-homem, supra-hepático etc.


2ª regra

Emprega-se o hífen nos vocábulos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal igual.

  • Anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico

Exceção: Nos prefixos átonos (não possuem acento) co-, pre-, re– e pro-, não se usa o hífen: coordenar, reescrever, propor, preestabelecer.


3ª regra

Não se emprega o hífen em certos compostos em que se perdeu, em certa medida, a noção de composição.

  • mandachuva, paraquedas, paraquedista

Exceção: O uso do hífen permanece nas palavras compostas que não contêm um elemento de ligação e constituem uma unidade sintagmática e semântica, mantendo acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva- doce, bem-te-vi, formiga-branca etc.

Se você tiver dúvida sobre alguma palavra e ela não se encaixar nas regras acima é porque, muito provavelmente, não houve mudança.

 


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Você ainda tem dúvidas sobre a língua portuguesa? Deixe sugestões nos comentários ou verifique os artigos que já postamos, pois provavelmente sua dúvida poderá ser sanada por eles!

 

Grande abraço,

Décio Terror


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