A origem do adjetivo “Descartável”: Uma jornada do jogo à sustentabilidade

Na sociedade contemporânea, o adjetivo “descartável” tornou-se comum, especialmente em debates sobre sustentabilidade e consumo.

Como substituir o copo descartável na empresa: dicas de ouro

Mas você já se perguntou de onde vem esse adjetivo tão presente no nosso dia a dia? Surpreendentemente, sua origem remonta ao mundo dos jogos de cartas.

O adjetivo "descartável" tem origem no substantivo "cartas"

A palavra “descartável” deriva do verbo “descartar”, que, por sua vez, tem suas raízes no substantivo “carta”. No jogo de cartas, descartar significa se desfazer de uma carta que não é útil para a estratégia do jogador. O verbo francês “écarter”, que significa “afastar” ou “rejeitar”, também influenciou a formação deste termo.

 

Com o tempo, o uso do termo evoluiu para além do contexto lúdico. “Descartar” passou a significar a ação de rejeitar ou remover algo considerado desnecessário ou sem valor em diversos contextos. Assim, o adjetivo “descartável” emergiu, inicialmente se referindo a objetos que eram usados uma única vez e depois descartados.

 

No século XX, a popularização de produtos descartáveis trouxe conveniência, mas também desafios ambientais significativos. Materiais como plástico e papel, amplamente usados em produtos descartáveis, contribuem para a poluição e os problemas de gestão de resíduos. A consciência crescente sobre esses impactos tem levado a uma reflexão sobre o uso e a produção de itens descartáveis.

 

O adjetivo “descartável”, embora simples em sua formação, carrega consigo uma história rica e uma relevância contemporânea significativa. De uma palavra usada em jogos de cartas a um termo que define um grande desafio ambiental, “descartável” reflete a evolução da linguagem, que neste caso foi do jogo à sustentabilidade.

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Regência nominal

A regência nominal é um aspecto fundamental da gramática portuguesa, que trata da relação de dependência entre substantivos, adjetivos ou advérbios e suas respectivas preposições.

O Que é Regência Nominal?

A regência nominal ocorre quando um nome (seja ele um substantivo, adjetivo ou advérbio) necessita de uma preposição específica para se relacionar com outro termo da oração. Essa relação é fixa e muitas vezes decorre do significado intrínseco do nome em questão.

Principais Nomes e Suas Preposições

Abaixo estão alguns dos exemplos mais comuns de regência nominal, com os nomes seguidos pelas preposições que comumente os acompanham:

Regência nominal

Confira as preposições relacionadas a alguns nomes:

 

Ab-rogação de:

A ab-rogação de leis antigas é necessária para a modernização do sistema jurídico.

Abstraído de, em:

Ele estava abstraído de suas obrigações habituais.

Ele estava abstraído em seus pensamentos, distante do mundo real.

Abundante de, em:

É uma área abundante de milho.

A selva é abundante em biodiversidade.

Abuso de, contra:

O abuso de poder é uma infração grave contra a ética profissional.

Há um abuso contra os direitos humanos naquela região.

Acareação de, com, entre:

A acareação das testemunhas foi decisiva.

A acareação com o suspeito trouxe novas evidências.

A acareação entre as testemunhas revelou a verdade do caso.

Acatado de, por, em:

As decisões do conselho são acatadas por todos na empresa.

O regulamento foi acatado em todas as filiais da empresa.

Acautelado contra:

É importante estar acautelado contra fraudes online.

Acessível a:

O novo museu é acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

Acostumado a, com:

Estou acostumado com o clima quente da região.

Estou acostumado com a rotina agitada da cidade.

Adesão a:

Há uma crescente adesão à prática de exercícios físicos para a saúde.

Afável com, para com:

O professor é sempre afável com seus alunos.

Ele era sempre afável para com os convidados.

Aflito com, por:

Ele estava aflito com a notícia da doença do amigo.

Ele estava aflito por notícias da família.

Alheio a, de:

Muitas pessoas permanecem alheias às questões ambientais.

Mantenha-se alheio de fofocas e rumores.

Aliado a, com:

O país aliou-se a seus vizinhos para fortalecer a economia regional.

O país está aliado com nações vizinhas para promover o comércio.

Alusão a:

O autor faz alusão a obras clássicas em seu livro.

Ambicioso de:

Ele é ambicioso de sucesso e reconhecimento.

Análogo a:

Essa situação é análoga à que vivenciamos no passado.

Ansioso de, para, por:

Estava ansioso de encontrar uma solução.

Estou ansioso para o início das férias.

Estava ansioso por sua visita.

Aparentado com:

Ele é aparentado com uma família nobre.

Apologia de:

A apologia da violência é inaceitável em qualquer contexto.

Aproximação de, a, com, entre:

A aproximação de culturas diferentes é enriquecedora.

A aproximação à natureza traz benefícios para a saúde.

Há uma aproximação com novas tecnologias no ensino.

A aproximação entre as culturas é enriquecedora.

Apto a, para:

Ele está apto a assumir a liderança do projeto.

Ele está apto para a função que lhe foi designada.

Arguição a, de:

A arguição aos réus foi intensa.

A arguição dos alunos foi um momento de grande aprendizado.

Assíduo a, em:

Ele é assíduo aos treinos de futebol.

Ela é assídua em suas obrigações.

Atenção a, para:

Devemos prestar atenção à qualidade dos produtos que consumimos.

Ele chamou a atenção para o caso.

Atencioso (para) com

O médico é sempre atencioso com seus pacientes.

O atendente foi extremamente atencioso para com os clientes.

Atento a, em, para:

É preciso estar atento aos detalhes do contrato.

Estava atento no que poderia ganhar.

Está atento para o que pode acontecer.

Aversão a, por:

Tenho aversão a lugares muito movimentados.

Ele tem aversão por espaços fechados.

Ávido de, por:

O jovem é ávido de novas experiências.

Ela era ávida por conhecimento e aventuras.

 

Benéfico a:

Uma dieta balanceada é benéfica à saúde.

Benefício a:

O projeto trará benefícios à comunidade local.

Bom para:

Exercícios são bons para a saúde mental.

 

Capacidade de, para:

Ela tem capacidade de liderar grandes equipes.

A cisterna tem capacidade para 1.000 litros.

Capaz de, para:

É capaz de realizar tarefas complexas com facilidade.

A empresa é capaz para trabalhar com projetos.

Certeza de:

Tenho certeza de que fizemos a escolha certa.

Coerente com:

Seu argumento é coerente com os fatos apresentados.

Compatível com:

Este software é compatível com todos os sistemas operacionais.

Cuidadoso com:

Seja cuidadoso com suas palavras em situações delicadas.

Compaixão de, para com, por:

Ele tem compaixão dos pobres.

Sua compaixão para com os animais é admirável.

Mostrou grande compaixão pelos necessitados.

Compatível com:

Seu estilo de vida é compatível com suas crenças.

Concordância a, com, de, entre:

A concordância à proposta foi unânime.

Minhas ideias estão em concordância com as suas.

A concordância de opiniões é rara.

Existe uma concordância geral entre os especialistas sobre esse assunto.

Conforme a, com:

Eu quero uma sociedade mais conforme aos valores morais.

Suas ações são conformes com seus valores.

Constituído com, de, por:

O comitê é constituído com membros de diversas áreas.

O comitê é constituído de membros de diversas áreas.

A equipe foi constituída por profissionais qualificados.

Constante de, em:

Sua presença é constante de dedicação e esforço.

Ele é constante na luta por seus objetivos.

Contemporâneo de:

Picasso foi contemporâneo de Salvador Dalí.

Contente com, de, em, por:

Estou contente com os resultados do exame.

Estou contente de ter participado do evento.

Estava contente por ter ajudado.

Estou contente em ter me manifestado no momento oportuno.

Contíguo a:

O edifício é contíguo ao parque municipal.

Cruel (para) com, para, em:

É inadmissível ser cruel com animais.

É inadmissível ser cruel para com animais.

Eram cruéis para os que os amavam.

Era cruel no ajuizar.

Cuidadoso com:

Ela é muito cuidadosa com suas finanças pessoais.

Cúmplice de, em:

Eles são cúmplices dos crimes cometidos.

Ele foi cúmplice em um esquema de corrupção.

Curioso de:

Sou curioso de histórias sobre viagens.

 

Desacostumado a, com: Estou desacostumado com o clima frio.

Desatento a:

Foi desatento às instruções do professor.

Descontente com:

Ele está descontente com as mudanças na empresa.

Desejoso de:

Estou desejoso de novas oportunidades de carreira.

Desfavorável a:

O clima é desfavorável à prática de esportes ao ar livre.

Desgostoso com, de: Ela está desgostosa com a situação atual.

Desleal a:

Foi desleal aos princípios da equipe.

Desprezo a, de, por: Ele demonstrou desprezo pelas regras do jogo.

Desrespeito a:

O desrespeito ao meio ambiente é uma questão urgente.

Devoção a, por, para, com: Sua devoção à família é admirável.

Devoto a, de: Ele é devoto de São Francisco.

Diferente de:

Sua opinião é diferente da minha.

Dificuldade com, de, em, para: Tenho dificuldade para entender matemática avançada.

Digno de:

Seu esforço é digno de reconhecimento.

Discordância com, de, sobre: Há uma grande discordância sobre os métodos utilizados.

Disposição para:

Ele tem disposição para aprender coisas novas.

Dotado de:

O artista é dotado de um talento incrível.

Dúvida de, sobre, em, acerca de:

Tenho dúvidas de regência.

Tenho dúvida sobre a eficácia desse método.

Ele não teve dúvida em dizer não.

Há dúvidas acerca da veracidade dos fatos.

 

Empenho de, em, por: Seu empenho no trabalho é exemplar.

Escasso de:

A região é escassa de recursos hídricos.

Estranho a:

Ele se sente estranho a esses costumes.

Essencial para:

Água é essencial para a vida.

 

Facilidade de, em, para: Ele tem facilidade em aprender idiomas.

Falho de, em: O sistema é falho em segurança.

Farto de:

Estou farto de promessas vazias.

Favorável a:

O clima é favorável ao cultivo de uvas.

Fiel a:

Ela é fiel a seus princípios.

 

Grato a:

Sou grato aos meus pais por tudo.

 

Hábil em:

Ela é hábil em negociações.

Habituado a:

Estou habituado a levantar cedo.

Hostil a, contra, para com: O ambiente era hostil aos novos funcionários.

 

Imbuído de, em: O escritor estava imbuído de inspiração para sua nova obra.

Impossibilidade de, em: Há uma impossibilidade de conciliar os dois compromissos.

Impotente para, contra: Sentiu-se impotente para resolver o problema.

Impróprio para:

Este filme é impróprio para menores.

Imune a, de: Ela é imune a esse tipo de crítica.

Inábil para:

Ele é inábil para lidar com conflitos.

Inacessível a:

A trilha é inacessível a veículos.

Incapacidade/incapaz de, para: Ele demonstrou incapacidade de compreender o projeto.

Inclinação a, para, por: Há uma inclinação dos jovens pela música eletrônica.

Incompatível com:

Seu estilo de vida é incompatível com o meu.

Indeciso em:

Ele está indeciso em escolher uma carreira.

Indiferente a:

Muitos estão indiferentes às questões ambientais.

Indulgente com, para com: A professora é indulgente com os erros dos alunos.

Inerente a:

A incerteza é inerente à vida.

Inofensivo a, para: O produto é inofensivo para o meio ambiente.

Inútil para:

Esse objeto é inútil para mim agora.

Isento de:

O produto é isento de impostos.

Invasão de:

Houve uma invasão de privacidade nesse caso.

Junto a, de: A escola fica junto ao parque.

 

Leal a:

Ele sempre foi leal a seus amigos.

 

Maior de:

Ele é o maior de todos.

Medo de, a: Tenho medo de altura.

 

Natural de:

Sou natural de São Paulo.

Necessário a:

A vacinação é necessária à saúde pública.

Necessidade de: Há uma necessidade de mudanças sociais.

Nocivo a:

O cigarro é nocivo à saúde.

 

Ódio a ou contra: Ele sente ódio contra a injustiça.

Odioso a ou para: A atitude dele foi odiosa para todos.

 

Posterior a:

O evento será posterior à reunião.

Preferência a, por: Tenho preferência por chocolates amargos.

Preferível a:

É preferível caminhar a usar o carro para curtas distâncias.

Propenso a, para: Alguns são propensos a alergias.

Propício a:

O clima é propício à prática de esportes ao ar livre.

Próprio de, para: A timidez é própria de algumas pessoas.

Próximo a, de: Minha casa é próxima ao supermercado.

 

Receio de:

Tenho receio de falar em público.

Recurso da, contra a decisão: Foi feito um recurso contra a decisão do tribunal.

Relação a, com, de, por, para com: Mantemos uma boa relação com os vizinhos.

Relacionado com:

O tema está relacionado com a economia global.

Respeito a, com, de, por, para: Tenho grande respeito pelos meus professores.

 

Satisfeito com, de, em, por: Estou satisfeito com meu novo emprego.

Sensível a: Ele é sensível a mudanças climáticas.

 

Único a, em, entre, sobre: Ele é o único especialista em neurociência na região.

Útil a, para: Este guia é útil para turistas.

 

Vazio de:

O apartamento está vazio de móveis.

Versado em:

Ela é versada em literatura clássica.

Visível a:

O cometa era visível a olho nu.

 

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Terraplenagem ou Terraplanagem?

“Terraplenagem” e “terraplanagem” são palavras que apresentam o mesmo significado e referem-se ao conjunto de técnicas empregadas para modelar o terreno, geralmente em obras de engenharia civil.

Você já se deparou com a dúvida:

Terraplenagem ou Terraplanagem?

Terraplanar ou terraplenar?

Terraplena ou terrapleno

 

A Língua Portuguesa é rica em suas nuances, e uma questão que frequentemente gera dúvidas diz respeito à grafia dessas palavras.

No contexto da construção civil, as palavras “terraplenagem” e “terraplanagem” são frequentemente utilizadas, suscitando questionamentos sobre sua correta escrita.

Neste artigo, esclarecemos que ambas as formas são aceitas, representando uma variação gráfica que não exige a correção do termo.

 

Entendendo a variação gráfica:

“Terraplenagem” e “terraplanagem” são palavras que apresentam o mesmo significado e referem-se ao conjunto de técnicas empregadas para modelar o terreno, geralmente em obras de engenharia civil.

A variação gráfica dessas palavras não altera o seu significado, sendo, portanto, uma questão de preferência no momento da escrita.

 

Aceitação na Língua Portuguesa:

Ambas as formas são corretas e aceitas nos mais respeitáveis ​​dicionários da Língua Portuguesa e no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). Há apenas variação gráfica.

 

Uso comum nos meios técnicos:

Profissionais da área e especialistas em construção civil frequentemente utilizam ambas as formas indistintamente.

Assim, a escolha entre “terraplenagem” e “terraplanagem” é apenas de uma preferência pessoal.

 

Qual a origem das palavras “terraplanagem” e “terraplenagem”?

Segundo o Dicionário Aurélio, as palavras “terraplanagem” e “terraplenagem” têm mesma origem (do italiano terrapieno). Ocorre apenas a variação gráfica e é acrescentado o sufixo “-agem”.

Ambas as palavras estão relacionadas às práticas de modificação do terreno, com o objetivo de adequá-lo a determinados usos, como construção de estradas, edificações, entre outros.

 

Definindo:

Consultando os mais respeitáveis dicionários, observa-se o significado das palavras abaixo:

Terraplenagem ou Terraplanagem: S.F.: processo de nivelamento e ajuste do terreno, muitas vezes envolvendo movimentação de terra para criar uma superfície mais plana e adequada para a construção.

Terraplanar ou terraplenar: V.T.D: executar a terraplenagem (variação: terraplanagem).

Terraplena ou terrapleno: S.F.: terreno resultante da terraplanagem. Terreno aplainado.

 

Conclusão:

Em resumo, a dúvida entre “terraplenagem” e “terraplanagem” é uma questão de variação gráfica e não representa um erro gráfico.

Ambas as formas são corretas, amplamente aceitas e utilizadas em meios técnicos. A escolha entre elas fica à escolha do redator, que pode optar por considerar mais adequado à sua preferência pessoal.

Portanto, ao redigir textos relacionados à engenharia civil, fique à vontade para utilizar “terraplenagem” ou “terraplanagem” conforme sua conveniência.

 

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Semana Nacional de Redação – Material

16/10 – Aula 1

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17/10 – Aula 2

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18/10 – Aula 3

Vícios de linguagem cobrados pela banca FGV: Pleonasmo e ambiguidade

Neste artigo vamos observar como os vícios de linguagem são cobrados pela banca FGV.

Primeiramente, vamos entender o que são os vícios de linguagem.

Conceito de vícios de linguagem

Vícios de linguagem são erros recorrentes ou inadequações na forma de se expressar por meio da linguagem.

Esses vícios podem ocorrer tanto na escrita quanto na fala e são considerados desvios das normas gramaticais e estilísticas que podem comprometer a clareza, a precisão e a correção da comunicação.

Os vícios de linguagem podem ser causados ​​pela falta de conhecimento das regras gramaticais, descuido na revisão do texto, influência de formas regionais de seleção, entre outros fatores.

Alguns exemplos de vícios de linguagem incluem cacofonia, ambiguidade, pleonasmo vicioso, solecismo, coloquialismo inadequado e uso inadequado de estrangeirsmos.

Mas nosso foco neste artigo são os vícios de linguagem cobrados pela banca FGV.

A banca normalmente cobra os seguintes:

Pleonasmo vicioso (redundância)

O pleonasmo vicioso é o uso desnecessário e redundante de palavras que não acrescentam nenhum valor adicional ao sentido já expresso no contexto, repetindo informações já contidas na frase.

Um exemplo de pleonasmo vicioso:

“Subir para cima”. Nesse caso, a expressão “para cima” é redundante, pois o verbo “subir” já indica a ideia de movimento na direção orientada à gravidade.

O pleonasmo vicioso pode ocorrer por diversos motivos, como hábitos linguísticos regionais, busca por ênfase exagerada, desconhecimento das regras gramaticais ou influência de construções coloquiais. Ele deve ser evitado em textos informativos, pois eles exigem a clareza e a elegância da comunicação.

Ambiguidade

Ambiguidade é uma situação linguística em que uma frase, expressão ou estrutura gramatical podem ser interpretadas de diferentes maneiras, resultando em mais de um significado possível.

Essa falta de clareza na interpretação pode gerar confusão e dificultar a compreensão do contexto.

Veja uxemplo de ambiguidade:

“Vi o homem com o telescópio.”

Nesse exemplo, a ambiguidade ocorre devido à falta de clareza sobre quem está usando o telescópio. Pode-se interpretar a frase de duas maneiras distintas:

  1. “Vi o homem que estava usando o telescópio.” (O homem estava usando o telescópio.)
  2. “Vi o homem através do telescópio.” (O observador estava usando o telescópio para enxergar o homem.)

A ausência de informações suficientes para determinar a interpretação correta torna essa frase ambígua, pois não é claro se o telescópio estava sendo usado pelo homem ou pelo observador.

Aula gratuita

Material da aula

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Verbos Causativos e Sensitivos

Verbos Causativos e Sensitivos: Compreendendo suas Funções e Uso

Os verbos causativos e sensitivos são estruturas linguísticas que desempenham papéis importantes na comunicação, permitindo expressar ação, influência ou sensação.
No mundo dos concursos públicos, dominar a língua portuguesa é essencial para obter um bom desempenho nas provas. Dentre os diversos aspectos gramaticais, os verbos causativos e sensítivos merecem destaque. Neste artigo, vamos explicar de forma didática o que são esses verbos e como sua compreensão pode ser um diferencial na hora de enfrentar os desafios linguísticos nas avaliações.

 

Verbos Causativos:

Os verbos causativos são aqueles que expressam a ideia de causar ou provocar uma ação em outra pessoa ou coisa. Eles indicam que alguém ou algo é responsável por fazer com que algo aconteça. Podem transmitir a noção de obrigatoriedade, permissão ou capacidade de fazer algo acontecer.

Exemplos de verbos causativos incluem: fazer, deixar, obrigar, permitir, induzir, convencer, entre outros.

Vejamos alguns exemplos de como esses verbos são utilizados:

  • Ele fez o trabalho de casa.
  • A professora deixou os alunos saírem mais cedo.
  • O pai obrigou o filho a estudar.
  • Ela permitiu que eu usasse seu carro.
  • O treinador induziu a equipe a se esforçar mais.

Observe que, nos exemplos acima, os verbos causativos indicam uma influência externa sobre a ação, seja por meio de uma ordem, autorização, persuasão ou imposição. Eles transferem a responsabilidade de uma ação para outra pessoa ou objeto.

 

Verbos Sensitivos:


Os verbos sensitivos, por sua vez, expressam sensações, percepções ou estados mentais de uma pessoa em relação a algo ou alguém. Eles envolvem a capacidade de perceber, sentir, experimentar ou julgar algo através dos sentidos ou do pensamento.

Exemplos de verbos sensitivos incluem: ver, ouvir, sentir, notar, perceber, imaginar, pensar, entre outros.

 

Vamos conferir alguns exemplos de como esses verbos são usados:

  • Ele viu um pássaro no jardim.
  • Ela ouviu uma música bonita.
  • Sentimos o cheiro de comida deliciosa.
  • Notei que você estava triste.
  • Imagino que ela vá se sair bem na prova.

Nos exemplos acima, os verbos sensitivos transmitem a capacidade de perceber ou experimentar algo através dos sentidos ou do pensamento. Eles são responsáveis por expressar sensações, observações, percepções ou até mesmo suposições.

 

Uso e Considerações Finais:

 

Tanto os verbos causativos quanto os sensitivos são utilizados para transmitir informações mais detalhadas e precisas em um texto ou discurso. Eles contribuem para a criação de significados mais completos e enriquecem a comunicação.

É importante ter em mente que o uso correto desses verbos depende do contexto e da intenção do falante. É necessário compreender o significado de cada verbo e como ele se relaciona com as demais palavras da frase.

Ao utilizar verbos causativos e sensitivos, é essencial prestar atenção às regras gramaticais, como conjugação verbal, concordância e colocação pronominal. Esses aspectos garantem a clareza e a precisão da mensagem transmitida.

Em suma, os verbos causativos e sensitivos desempenham papéis fundamentais na comunicação, permitindo expressar ação, influência, sensação e percepção. Compreender sua função e uso adequado contribui para uma melhor expressão verbal e escrita, enriquecendo a linguagem e tornando a comunicação mais efetiva e precisa.

 

No mundo dos concursos públicos, dominar a língua portuguesa é essencial para obter um bom desempenho nas provas. Dentre os diversos aspectos gramaticais, os verbos causativos e sensíveis merecem destaque.

 

Neste vídeo falamos mais sobre assunto, confira aqui:

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Nomes dos sons de animais – Vozes dos animais

A língua portuguesa possui uma vasta lista de palavras para descrever os sons emitidos pelos animais, conhecidos como vozes dos animais.

Entre os mamíferos, temos o “latido” dos cachorros, o “ronco” dos porcos, o “miado” dos gatos, o “rugido” dos leões, o “chamado” dos macacos, o “mugido” das vacas, o “grunhido” dos ursos, entre outros. Cada espécie animal possui um som característico que pode ser descrito com uma palavra específica.

As aves também possuem sons marcantes, como o “canto” dos canários, o “cacarejo” das galinhas, o “grasnado” dos gansos e o “trinado” dos bem-te-vis. Os répteis, como as cobras e os crocodilos, emitem sons como o “chiado” e o “rugido”, respectivamente.

No mundo aquático, as baleias são conhecidas por seu “canto”, que é utilizado para se comunicar com outros membros da espécie. Já os golfinhos emitem um “grito” característico e as focas produzem um “ronco” peculiar. Até mesmo os peixes-boi possuem um “chiado” específico.

Os insetos, como as cigarras e os grilos, também possuem sons característicos. A cigarra emite um “canto” estridente e o grilo produz um “chirp” repetitivo e ritmado.

Em resumo, conhecer os nomes para designar os sons emitidos pelos animais é uma informação importante para quem busca elevar o nível do seu vocabulário.

Esses termos podem ser cobrados em provas de português, como aconteceu no concurso 2023 BANESTES – Banco do estado do Espirito Santo, na prova de nível médio para o cargo técnico bancário, banca FGV. 

Veja abaixo a questão:

Um aluno do ensino fundamental decidiu dar voz aos animais que estavam presentes em sua redação.

Assinale a opção em que o verbo utilizado está adequado ao nome do animal:

(A) a galinha balia.
(B) o peru bramia.
(C) o lobo uivava.
(D) a vaca rosnava.
(E) o cavalo silvava.

Resposta: Letra C

Animal Som do animal
Abelha zumbir, zunir, zoar
Abutre crocitar, grasnar, gritar
Águia grasnar, crocitar, piar
Andorinha grinfar, chilrear, gorjear
Anta assobiar
Arara palrar, grasnar, taramelar
Avestruz grasnar, roncar, rugir
Baleia bufar
Beija-flor arrulhar, trissar, gavear
Bem-te-vi cantar, estridular, assobiar
Besouro zoar, zumbir, zunir
Bezerro berrar, mugir
Bode bodejar, balar, balir
Boi / vaca mugir, berrar, bufar
Búfalo bramar, berrar, mugir
Burro zurrar, relinchar, ornejar
Cabra balar, balir, berregar
Cabrito balar, balir, berregar
Cachorro latir, rosnar, ganir
Camelo blaterar, roncar
Camundongo chiar, guinchar
Canário cantar, dobrar, trinar
Capivara assobiar
Carneiro balar, balir, berrar
Cavalo relinchar, rinchar, bufar
Cegonha glotorar, gritar, grasnar
Chacal regougar, latir, uivar
Cigarra cigarrear, cantar, ciciar
Cisne arensar, cantar
Cobra sibilar, silvar, chocalhar
Codorna piar, trilar, cantar
Coelho chiar, guinchar
Condor crocitar
Cordeiro balar, balir, berrar
Coruja corujar, chirriar, piar
Corvo corvejar, crocitar, grasnar
Crocodilo bramir, rugir, chorar
Cuco cucar, cucular, piar
Cutia gargalhar, bufar
Doninha chiar, guinchar
Dromedário blaterar
Elefante barrir, bramir, berrar
Ema grasnar, roncar, gemer
Falcão crocitar, piar, gritar
Gafanhoto chirriar, ziziar, estrilar
Gaivota grasnar, crocitar, chiar
Galinha cacarejar, piar, carcarear
Galinha-d’angola fraquejar
Galo cantar, cocoricar, clarinar
Gambá chiar, guinchar, regougar
Ganso grasnar, gracitar
Garça gazear, chilrear, grasnar
Gato miar, ronronar, resbunar
Gavião guinchar, crocitar, atitar
Girafa assobiar, relinchar, chorar
Gralha gralhar, grasnar, crocitar
Grilo cantar, chirriar, estridular
Hiena gargalhar, rir, uivar
Hipopótamo grunhir, roncar, soprar
Inseto zumbir, chiar, estridular
Jacaré bramir, rugir, chorar
Jaguar bramar, rugir, esturrar
Javali grunhir, roncar, rosnar
Jumento zurrar, ornejar, rebusnar
Lagarto gecar, farfalhar, bramir
Leão rugir urrar, bramar
Lebre assobiar, guinchar, berrar
Leitão grunhir, bacorejar, guinchar
Leopardo rugir urrar, bramar
Lobo uivar, ulular, ladrar
Lontra assobiar, chiar, guinchar
Macaco guinchar, gritar, assobiar
Marreco grasnar, gracitar
Melro assobiar, cantar
Mocho piar, chirriar
Morcego farfalhar, trissar
Mosca zoar, zumbir, zunir
Mosquito zoar, zumbir, zunir
Mula zurrar, relinchar, ornejar
Onça bramar, rugir, esturrar
Ovelha balar, balir, berrar
Pantera rosnar, rugir, roncar
Papagaio parlar, charlar, taramelar
Pardal chilrear, piar, pipilar
Passarinho chilrear, cantar, trinar
Pato grasnar, gracitar
Pavão pupilar, piar
Peixe roncar
Pelicano grasnar, gracitar
Periquito palrar, chalrear
Pernilongo zumbir, zunzunar, cantar
Peru grugulejar, gorgolejar
Pica-pau estridular
Pinto piar, pipilar, pipiar
Pombo arrulhar, arrolar
Porco grunhir, guinchar, roncar
coaxar, grasnar, rouquejar
Raposa regougar, uivar, roncar
Rato chiar, guinchar
Rinoceronte bramir, grunhir, bufar
Rola arrolar, arrulhar, gemer
Rouxinol cantar, gorjear, trinar
Sabiá cantar, gorjear, trinar
Sapo coaxar, grasnar, rouquejar
Serpente sibilar, silvar, chocalhar
Tigre bramir, bramar, rugir
Toupeira chiar
Touro mugir, bufar, urrar
Tucano chalrear, gorjear
Urso bramar, bramir, rugir
Urubu crocitar, corvejar, grasnar
Vaca / boi mugir, berrar
Veado bramar, berrar, rebramar
Vespa zumbir, zunir, zoar
Zebra zurrar, relinchar, rinchar

 

Confira aqui, outras questões comentadas da banca FGV:

 

 

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Entendendo o que é semântica

Semântica: Entenda como essa disciplina pode ser decisiva para sua aprovação!

Se você quer se destacar na prova de Português, precisa ter conhecimento de semântica. Mas afinal, o que é semântica?

Semântica é o estudo do significado das palavras, das frases e dos textos em um determinado contexto.

A semântica pode ser decisiva em concursos que cobram questões sobre interpretação de texto e gramática, já que ela permite compreender o real sentido das palavras e, consequentemente, identificar possíveis erros ou ambiguidades em uma frase.

Um exemplo de questão que pode ser resolvida com base na semântica é:

“O menino entregou a carta para a moça que estava no banco”.

Nesse caso, a palavra “que” pode gerar ambiguidade, já que não fica claro se o menino entregou a carta para a moça que estava no banco ou para a moça que estava no banco entregar a carta para outra pessoa. Ao utilizar a semântica, é possível identificar que o correto seria “O menino entregou a carta à moça que estava no banco”.

Além disso, a semântica também é importante para compreender palavras com múltiplos significados, como “bola”, que pode significar um objeto redondo utilizado em jogos ou também uma festa em que as pessoas dançam com acompanhantes.

Para entender melhor o conceito de semântica, vamos dar alguns exemplos práticos:

  • Homônimos: São palavras que possuem a mesma pronúncia, mas significados diferentes. Por exemplo, “manga” pode ser uma fruta ou uma peça de roupa. Já “cesta” pode ser um objeto para carregar coisas ou uma pontuação no basquete.
  • Sinônimos e antônimos: Sinônimos são palavras que têm o mesmo significado, como “alegre” e “feliz”. Já antônimos são palavras que têm significados opostos, como “amor” e “ódio” ou “grande” e “pequeno”.
  • Denotativo e conotativo: O significado denotativo é o significado literal de uma palavra. Já o significado conotativo é o significado atribuído culturalmente ou por contexto. Por exemplo, a palavra “rosa” denota uma flor, mas pode ter um significado conotativo de amor, paixão ou beleza.

 

Por fim, é importante lembrar que a semântica não se limita apenas à gramática e interpretação de texto. Ela também está presente em outras áreas, como a linguística e a psicologia, e pode ser utilizada para compreender as diferentes formas de comunicação e expressão em nosso dia a dia.

A semântica é uma área fundamental da linguística e da comunicação humana. Ela nos ajuda a entender como os significados das palavras e das frases são construídos e interpretados, garantindo uma comunicação efetiva e clara.

Estudar semântica pode ser fundamental para sua aprovação em um concurso público, já que essa disciplina pode ser decisiva para a resolução de questões de interpretação de texto e gramática. Não deixe de dedicar um tempo aos estudos e compreender as nuances do significado das palavras.

Separamos alguns vídeos que podem te ajudar neste tema:

 

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Quais são os Valores da Palavra Como

Neste artigo, vamos falar sobre os valores da palavra como.

 

Você pode assistir a toda a explicação no vídeo abaixo:

Baixe aqui o material com as questões:

Valores da palavra como

 

 

Advérbio de intensidade:

Será advérbio de intensidade o vocábulo “como”, quando modificar verbo, adjetivo ou outro advérbio e puder ser substituído por “muito”, “bastante”, “demais”:

  Como você fala!

  Caramba! Como estou feliz!

 

Advérbio de modo:

Será advérbio de modo o vocábulo “como”, quando modificar verbo, adjetivo ou outro advérbio e transmitir o modo como algo ocorre:

  Como ele conseguiu vencer?

  Precisamos entender como eles trabalham.

 

 Expressão correlativa de adição:

As expressões correlativas de adição transmitem inclusão e o vocábulo “como” estará sempre com outro vocábulo, como “tanto…como”, “não só…como também”, “bem como”:

  Tanto a moça como o rapaz foram selecionados.

  Tanto estuda como trabalha.

  Não só a moça como o rapaz foram selecionados.

  Não só estuda como trabalha.

 

Pronome relativo:

Será pronome relativo o vocábulo “como” quando precedido da palavra “modo”, “maneira”, “jeito”:

  O modo como ela falou surpreendeu a todos.

 

Palavra denotativa de explicação ou exemplificação:

Será palavra denotativa de explicação ou exemplificação a palavra “como” quando equivaler às expressões a saber, isto é, por exemplo:

  Certas frutas como limão e laranja são ácidas.

 

Preposição acidental:

A palavra “como” será preposição acidental quando equivaler a “na qualidade de”, “na condição de”:

É tido como muito inteligente.

Como representante da turma, peço silêncio.

Discursou como presidente de turma.

 

Conjunção subordinada causal:

A palavra “como” será conjunção causal quando puder ser substituída por “já que”:

  Como estava doente, ficou em casa.

  Já que estava doente, ficou em casa.

  Ela disse que, como estava doente, ficaria em casa.

  Ela disse que, já que estava doente, ficaria em casa.

 Conjunção subordinada conformativa:

A palavra “como” terá valor de conformidade quando fizer subentender a expressão “de acordo com” ou puder ser substituída pela conjunção “conforme”

  Como fora combinado, o encontro será amanhã.

 

 Conjunção subordinada comparativa:

A palavra “como” terá valor de comparação quando fizer subentender o predicado ou a expressão “da mesma forma como”:

  Ele come como uma draga!

Isto é, ele come como uma draga come.

Isto é, ele come da mesma forma como uma draga come.

 

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Diferença entre causa e explicação em 5 dicas

Diferença sintática entre causa e explicação em 5 dicas

 

Sabemos que nem sempre será fácil diferenciar causa de explicação e, cá pra nós, muitas vezes cabem os dois valores mesmo!

Há situações em que a linha entre os dois é tão tênue que não se distinguem.

Mas há situações em que os dois valores não se confundem e nesses você não pode vacilar. São justamente esses que caem em prova!

 

Quando trabalhamos as orações coordenadas explicativas e subordinadas causais, vemos que normalmente as bancas cobram o elementar, por exemplo, se há uma oração iniciada pela conjunção “porque”, a banca deixa nas alternativas causa ou explicação, evitando inserir os dois valores nas alternativas.

 

Mas a gente sabe que banca está aí para dificultar a vida do concurseiro, por isso vou mostrar abaixo, em 5 dicas, a diferença entre causa e explicação:

Você também pode ver esse conteúdo na minha aula específica da diferença entre causa e explicação no vídeo abaixo:

 

 

Dica 1:

 

A explicação ameniza uma ordem anterior ou necessidade, obrigação:

Estudem, pois o dia da prova está próximo.

Devemos estudar, pois o dia da prova está próximo.

É importante estudar, pois o dia da prova está próximo.

Precisamos estudar, pois o dia da prova está próximo.

 

Assim, após um imperativo “Estudem”, é natural inserirmos uma oração coordenada explicativa para amenizar essa ordem, soando agora como motivação, conselho!

Isso se estende também a qualquer processo verbal que transmita a ideia de obrigação, necessidade, dever, como se nota no segundo, terceiro e quarto períodos acima.

 

Esta é uma dica elementar. Se na prova houver a construção acima, só cabe explicação e você já mata a questão.

 

Dica 2:

 

A explicação esclarece um entendimento, uma hipótese, uma opinião anterior. Além disso, sempre se posiciona após outra oração:

Deve ter chovido, pois as ruas estão alagadas.

 

A oração coordenada explicativa sempre se posiciona após a outra oração. Tal oração nunca se antecipa como ocorre com as subordinadas adverbiais. Assim, numa construção que gere dúvida, percebendo que a oração com conectivos, como “porque”, “pois”, “porquanto”, está antecipada, já sabe que é adverbial causal.

Dica 3:

 

A explicação pode não ser iniciada com conjunção e assim ser separada por vírgula, dois-pontos, travessão ou ponto final:

Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado, põe comida na mesa.

Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado: põe comida na mesa.

Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado – põe comida na mesa.

Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado. Põe comida na mesa.

 

Como a explicação vista aqui é coordenativa, é natural que ela possa ser assindética, isto é, sem conjunção. Sendo assim, tal oração pode ser precedida de vírgula, dois-pontos, travessão e ponto final. É a chamada pontuação expressiva.

 

Dica 4:

A causa ocorre temporalmente antes da outra oração:

 

Aquele candidato passou em primeiro lugar, porque estudou muito.

 

A causa é a origem dee um fato. Assim, ela ocorre temporalmente antes.

No exemplo acima, note que, primeiramente, a pessoa estuda. Esse estudo leva à aprovação, que é a consequência.

 

Dica 5:

 

A causa pode ser deslocada para antes da outra oração:

 

Já que voltou a exportar consideravelmente, o Brasil melhorou seu desempenho.

 

Vimos anteriormente que a oração coordenada explicativa não pode se antecipar. Já a adverbial causal sim.

 

Bom, agora que vimos os aspectos principais, é hora de você praticar comigo!

Vou deixar as questões abaixo e você confere no vídeo abaixo a resolução das questões ok?

 

1. (Unesc / Prefeitura de Criciúma – SC Auxiliar em Farmácia 2023)

A atividade física é importante ‘porque não há tratamento curativo para a neurodegeneração’.

A expressão em destaque trata-se de uma oração:

A) Coordenada assindética.

B) Coordenada sindética explicativa.

C) Coordenada sindética conclusiva.

D) Subordinada adjetiva restritiva.

E) Subordinada adverbial temporal.

Gabarito: B

 

2. (Prefeitura de Fortaleza – CE  Professor 2023)

A gramática tradicional sentencia que o elo semântico interoracional da explicação se estabelece por meio da coordenação, entretanto há exemplos em que a explicação e a causa, a qual ocorre, em nível interoracional, pela subordinação, situam-se em pontos limítrofes. Assinale o período em que tal condição limítrofe está contida.

A) Prefira as verdades amargas às mentiras doces, porque estas simulam a realidade.

B) O mundo há de ser um lugar de paz, porque a guerra destruirá a humanidade.

C) Não se devem comprar pessoas, porque tal produto sempre está estragado.

D) Os homens são imperfeitos, porque a perfeição não existe.

Gabarito: D

 

3. (IBADE / TJ-RS Oficial de Justiça Estadual 2022)

Um político francês declarou o seguinte: “Eu respeito o direito de as mulheres terem sua profissão, mas acho que a profissão de mãe de família deve ser remunerada, é uma missão de saúde pública”.

A última oração desse pequeno texto – é uma missão de saúde pública – traz a ideia de uma:

A) hipótese.

B) causa.

C) consequência.

D) finalidade.

E) explicação.

Gabarito: E

 

4. (Consulplan / Câmara de Unaí-MG Consultor Legislativo 2022)

“Percebe-se que o conceito de cidadania está em permanente construção, pois a humanidade se encontra sempre em luta por mais direitos, maior liberdade e melhores garantias individuais e coletivas.” (6º§)

Considerando as relações sintáticas do período anterior, pode-se afirmar que integra sua composição:

A) Oração coordenada conclusiva.

B) Oração coordenada explicativa.

C) Oração subordinada conclusiva.

D) Oração subordinada adverbial causal.

Gabarito: B

 

5. (Aeronáutica / EEAR Sargento 2020)

Assinale a alternativa que apresenta em destaque oração coordenada explicativa.

A) “Gato que brincas na rua/ Como se fosse na cama,/ Invejo a sorte que é tua/ Porque nem sorte se chama.” (Fernando Pessoa)

B) “Fui por ali dentro, sem arder, porque as almas são incombustíveis.” (Machado de Assis)

C) “Ema experimentava uma sensação de vingança. Pois não sofrera já bastante? (Gustave Flaubert)

D) “―— A bênção não senhor, que eu nunca mais lhe tomo a bênção.” (Rachel de Queiroz)

Gabarito: D

 

6. (CEBRASPE / PO-AL Auxiliar de Perícia 2023)

Fragmento do texto: Com efeito, o tom geral daqueles que defendem essas exposições apela para a utilidade educativa de se usarem corpos humanos reais, dissecados e modelados, em posições didáticas, pois essa técnica possibilita o acesso a “espécimes” cuja riqueza de detalhes e de informações era antes acessível apenas aos anatomistas.

Estariam mantidas a coerência e a correção gramatical do texto se, no último período do texto, a conjunção “pois” fosse suprimida e, em seguida, a vírgula empregada após “didáticas” fosse substituída por dois-pontos.

Gabarito: C

 

 

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A banca FGV realmente acredita que existe o substantivo PERCA?

A banca FGV realmente acredita que existe o substantivo PERCA?

Uma prova da banca FGV (SEFAZ-MG 2023) admitiu que existe o substantivo “perca”.

Mas vamos entender isso?

A questão foi a seguinte:

 

(FGV / SEFAZ MG Auditor Fiscal 2023)

As frases a seguir mostram orações reduzidas, que foram (I) nominalizadas ou (II) modificadas para orações desenvolvidas.

Assinale a opção em que isso não foi feito de forma adequada.

(A)  Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a aceitação; (II) sem que se aceite.

(B)  Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a perca; (II) sem que se perca.

(C)  A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos. / (I) no achado de; (II) em que se ache.

(D)  A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos. / (I) na visão; (II) em que se veja.

(E)  Errar é humano, mas é preciso um computador para realmente pisar no tomate. / (I) uma pisada real; (II) que realmente se pise.

 

Para entendermos o contexto, é importante comentarmos a questão toda, ok?

A questão pede a transformação do verbo sublinhado e em negrito por uma forma nominal (substantivo) e por uma oração desenvolvida, isto é, uma oração com conjunção e verbo conjugado em modo e tempo verbal.

Esta é uma questão polêmica, porque a banca deu como única alternativa inadequada a (C).

Nesta alternativa, é certo que o verbo “achar” pode tornar-se o substantivo “achado”. Assim, a expressão “em achar novas paisagens” pode ser nominalizada assim: no achado de novas paisagens.

Porém, na transformação numa oração desenvolvida, o verbo transitivo direto “ache” recebeu o pronome “se”, o qual, neste contexto, passa a pronome apassivador, e o termo seguinte plural “novas paisagens” é o sujeito paciente, com o qual o verbo deve concordar: em que se achem novas paisagens.

Assim, realmente a alternativa (C) está inadequada.

Porém, esta não é a única alternativa inadequada.

 

A alternativa (A) também está errada, pois a tranformação do verbo transitivo “aceitar” em substantivo abstrato torna tal substantivo também transitivo, isto é, ele exige o emprego da preposição “de”: aceitação de.

Assim, a forma correta nesta alternativa deveria ser:

 

Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a aceitação de; (II) sem que se aceite.

 

Mesmo a banca admitindo a alternativa (B) como correta, ela também está errada, pois não existe, na linguagem culta, formal, o substantivo “perca” como derivado do verbo “perder”.

Veja que o verbo “perder” está sublinhado e a banca FGV admitiu a troca “sem perder” por “sem a perca”:

 

Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a perca; (II) sem que se perca.

 

Bom, logicamente, os candidatos entraram com recursos orientados por diversos professores, inclusive eu.

O argumento utilizado foi simplesmente que o substantivo “perca” não é derivado do verbo “perder”. Assim, o ideal seria “perda”.

A banca respondeu a um de nossos alunos da seguinte forma:

O gabarito oficial foi mantido, pois há um erro de concordância na opção do gabarito; a forma “perca” está registrada como substantivo feminino no Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, na página 628; a forma “perda” é outra forma possível para o mesmo substantivo.” (resposta da banca FGV em recurso)

 

A banca assim entende que a alternativa (C) realmente estava errada, devido àquele problema na concordância. Assim, o correto seria em que se achem novas paisagens.

Em seguida, a banca informa que “a forma ‘perca’ está registrada como substantivo feminino no Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, na página 628“.

Realmente está registrado. Veja:

 

Na imagem à esquerda, você vê o que está previsto no VOLP (Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa). Por ser um vocabulário, ele apresenta apenas a palavra e sua classificação: PERCA Substantivo feminino (SF).

Porém, na imagem ao centro (Dicionário Aurélio), notamos o primeiro sentido desse substantivo, o qual tem relação com a ZOOLOGIA. Assim, não tem qualquer relação com o verbo “perder”, como se pede na questão.

Na imagem à direita (também do Dicionário Aurélio), o substantivo “perca” é realmente derivado do verbo “perder”, mas tal dicionário informa que esse vocábulo é um registro da linguagem popular, coloquial. Mas a questão faz referência à adequação à norma culta.

Portanto, isso tudo nos comprova que a banca simplesmente rebateu o recurso sem fundamento na justificativa, pois comprovamos que a forma “perda” é a única adequada à norma culta como derivada do verbo “perder”.

Analisando com calma, você percebe tranquilamente que as alternativas (D) e (E) estão corretas.

 

Bom, então o que eu percebo disso como professor?

A resposta da banca ao recurso do candidato foi infundada, pois realmente não existe registro culto do substantivo “perca” e confirmamos isso com o substantivo “PERCA” no campo da zoologia (sem ter qualquer relação com o verbo “perder”) e no registro popular, coloquial, o que desvia do pedido da questão, pois se falou sobre a linguagem adequada. E todos nós sabemos que a adequação pedida em prova deve se dar à norma culta, a não ser que a questão mencionasse o registro popular.

É aquela velha máxima que eu sempre digo aos meus alunos: “banca também erra”.

 

E você aluno, o que deve pensar?

Ignore esta questão mal feita e siga em frente.

É bom também se lembrar que “banca também erra”.

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Professor Décio Terror

Processo Seletivo para o Serviço Militar Voluntário

Saiu edital do Processo Seletivo para o Serviço Militar Voluntário!

Concurso Marinha SMV
Concurso Marinha SMV

O Processo Seletivo para o Serviço Militar Voluntário (SMV) está com edital aberto, com previsão de provas em fevereiro de 2023.

São 473 vagas, sendo 204 para área técnica, 132 para Apoio à saúde, 89 para Engenharia e 48 para Magistério.

Dentre os requisitos citados, vale destacar que o candidato deverá ter nível superior na área da vaga desejada. Além disso, é necessário ter entre 18 e 41 anos até a data da incorporação.

Ressalto, ainda, as oportunidades para cirurgião-dentista, farmacêuticos, médicos e veterinário que não estão incluídas nas vagas acima.

Provas:


  • O Processo Seletivo é constituído de Prova Objetiva, Prova de Títulos, Verificação de Dados Biográficos, Verificação Documental, Inspeção de Saúde e Teste de Aptidão Física.
  • Prova Objetiva: 25 questões de Língua Portuguesa e 25 questões de Formação Militar Naval, Relações Humanas e Liderança e História Naval.
  • Data da Prova: 05/02/2023.
  • Duração da Prova: 3 (três) Horas
  • Caráter: Eliminatório e Classificatório, Prova de Títulos.
  • O vínculo do Oficial temporário com a Marinha pode ser renovado todo ano, podendo chegar ao máximo de oito anos, sem qualquer possibilidade de estabilidade.  As vagas são distribuídas por Distrito Naval.
  • Ter formação superior de acordo com a área escolhida.
  • Ter entre 18 (dezoito) anos e menos de 41 (quarenta e um) anos de idade.
  • Inscrições: de 25 de outubro de 2022 a 08 de novembro de 2022 pelo próprio voluntário, via Internet.

 

Vagas para o 1º Distrito Naval

Área da Saúde:
Odontologia Rio de Janeiro/RJ 8 vagas
Odontologia Arraial do Cabo/RJ 2 vagas
Odontologia Nova Friburgo/RJ 1 vaga
Odontologia Itaguaí/RJ 1 vaga
Odontologia São Pedro da Aldeia/RJ 3 vagas
Odontologia – Disfunção Temporomandibular Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Farmácia
Rio de Janeiro/RJ 5 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga

Farmácia—Análises Clínicas
Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Nova Friburgo/RJ 1 vaga
Farmácia – Citologia Clínica Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Farmácia – Oncológica Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Veterinária Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Área de Apoio à Saúde:
Biologia
Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga

Enfermagem
Rio de janeiro/RJ 29 vagas
Nova Friburgo/RJ 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Fisioterapia Rio de Janeiro/RJ 11 vagas

Fonoaudiologia
Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Nova Friburgo/RJ 2 vagas

Nutrição
Rio de Janeiro/RJ 19 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Nova Friburgo/RJ 1 vaga
Terapia Ocupacional Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Área Técnica:
Administração
Rio de Janeiro/RJ 13 vagas
Cabo Frio/RJ 1 vaga
Vitória/ES 1 vaga
Itaguaí/RJ 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Arquivologia Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Biblioteconomia Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
Biologia – Ambiental São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga

Ciências Contábeis
Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Ciências Náuticas Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Comunicação Social
Rio de Janeiro/RJ 9 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Itaguaí/RJ 1 vaga

Direito
Rio de Janeiro/RJ 13 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Educação Física Rio de Janeiro/RJ 4 vagas
História Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Informática – Segurança da Informação
Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Informática – Infraestrutura Rio de Janeiro/RJ 7 vagas
Itaguaí/RJ 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Informática – Desenvolvimento de Sistemas Rio de Janeiro/RJ 12 vagas
Informática – Banco de Dados Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Meteorologia Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Oceanografia Arraial do Cabo/RJ 1 vaga

Psicologia
Rio de Janeiro/RJ 10 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas

Serviço Social
Rio de Janeiro/RJ 7 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Vila Velha/ES 1 vaga
Teologia Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Hotelaria Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Área Técnica – Magistério:
Espanhol (Letras) Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Enfermagem Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Educação Física Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Filosofia Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Física Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Inglês (Letras) Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Matemática Angra dos Reis/RJ 1 vaga

Pedagogia
Rio de Janeiro/RJ 10 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Vila Velha/ES 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Português (Letras) Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Sociologia Angra dos Reis/RJ 2 vagas

Área de Engenharia:
Engenharia Ambiental Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
Engenharia Cartográfica Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Engenharia Civil Rio de Janeiro/RJ 5 vagas
Engenharia de Sistemas de Computação Rio de Janeiro/RJ 7 vagas
Engenharia de Telecomunicações Arraial do Cabo/RJ 2 vagas
Engenharia Elétrica Rio de Janeiro/RJ 2 vagas

Engenharia Eletrônica
Rio de Janeiro/RJ 4 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Engenharia de Materiais Rio de Janeiro/RJ 2 vagas

Engenharia Mecânica
Rio de Janeiro/RJ 12 vagas
Itaguaí/RJ 1 vaga
Engenharia Mecatrônica Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

Engenharia Naval
Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Itaguaí/RJ 1 vaga

Engenharia de Produção
Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Itaguaí/RJ 1 vaga
Engenharia Química Rio de Janeiro/RJ 1 vaga

 

Vagas para o 2º Distrito Naval:

a) Área de Saúde:
Odontologia Prótese Dentária Salvador-BA 01 vaga

b) Área de Apoio a Saúde:
Enfermagem Salvador-BA 03 vagas
Nutrição Salvador-BA 02 vagas

c) Área Técnica de Magistério:
Pedagogia Porto Seguro-BA 01 vaga
Pedagogia Salvador-BA 01 vaga
Pedagogia Juazeiro-BA 01 vaga

c) Área Técnica:
Administração Ilhéus-BA 01 vaga
Administração Salvador-BA 04 vagas
Direito Salvador-BA 03 vagas
Informática Aracaju-SE 01 vaga
Ciências Náuticas Porto Seguro-BA 01 vaga
Ciências Náuticas Ilhéus-BA 01 vaga
Ciências Náuticas Juazeiro-BA 01 vaga

c) Área de Engenharia:
Engenharia Civil Salvador-BA 03 vagas
Engenharia de Telecomunicações Salvador-BA 01 vaga
Engenharia Ambiental Salvador-BA 01 vaga
Engenharia Naval Salvador-BA 01 vaga
Engenharia Eletrônica Salvador-BA 01 vaga

 

Vagas para 3º Distrito Naval:

ÁREA DE SAÚDE:
Cirurgião-dentista (Odontopediatria) Natal-RN 01 vaga
Cirurgião-dentista (Periodontia) Recife-PE 01 vaga
Cirurgião-dentista (Odontologia) Maceió-AL 01 vaga

ÁREA DE APOIO À SAÚDE:
Enfermagem
Natal-RN 03 vagas
Recife-PE 01 vaga
Maceió-AL 01 vaga
Fisioterapia Recife-PE 03 vagas

Nutrição
Natal-RN 01 vaga
Recife-PE 02 vagas
Fonoaudiologia Natal-RN 02 vagas

ÁREA TÉCNICA:
Administração
Fortaleza-CE 01 vaga
Recife-PE 01 vaga

Comunicação Social (Jornalista) Natal-RN 01 vaga

Direito
Recife-PE 01 vaga
Fortaleza-CE 01 vaga

Tecnologia em Sistemas da Navegação Maceió-AL 01 vaga

Ciências Náuticas (Inspetor Naval)
Natal-RN 01 vaga
Recife-PE 02 vagas
Fortaleza-CE 01 vaga

Informática (Banco de Dados) Natal-RN 02 vagas

Psicologia Recife-PE 02 vagas

ÁREA DE ENGENHARIA:
Arquitetura e Urbanismo Natal-RN 01 vaga
Engenharia Mecânica Natal-RN 01 vaga
Engenharia Naval Natal-RN 01 vaga
Engenharia de Sistema de Computação Natal-RN 01 vaga
Engenharia Elétrica Fortaleza-CE 01 vaga

ÁREA TÉCNICA-MAGISTÉRIO:
Pedagogia Natal-RN 01 vaga
Fortaleza-CE 01 vaga
Biologia Recife-PE 01 vaga
Matemática Fortaleza-CE 01 vaga

Vagas para o 4º Distrito Naval:

a) Área de Saúde:
Cirurgião Dentista Santana/AP 01 vaga

b) Área de Apoio a Saúde:
Enfermagem – Especializado em Oncologia Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Centro Cirúrgico Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Terapia Intensiva Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Central de Esterilização de Material Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar Belém/PA 01 vaga

c) Área Técnica:
Serviço Social Belém/PA 02 vagas
Ciências Náuticas Belém/PA 01 vaga
Ciências Náuticas São Luís/MA 01 vaga
Ciências Náuticas Parnaíba/PI 01 vaga
Ciências Náuticas Santana/AP 01 vaga

d) Área de Engenharia:
Engenharia de Sistema de Computação Belém/PA 01 vaga

Vagas para o 5º Distrito Naval:

Área: Saúde.
Odontologia São Francisco do Sul-SC 01 vaga

Área: Apoio à Saúde.
Enfermagem Rio Grande-RS 04 vagas
Enfermagem Florianópolis-SC 02 vagas
Farmácia Rio Grande-RS 02 vagas
Fisioterapia Rio Grande-RS 05 vagas
Nutrição Rio Grande-RS 02 vagas
Nutrição Florianópolis-SC 01 vaga

Área: Técnica.
Administração Rio Grande-RS 03 vagas
Administração Porto Alegre-RS 01 vaga
Direito Rio Grande-RS 01 vaga
Informática Rio Grande-RS 01 vaga
Psicologia Rio Grande-RS 01 vaga

Área: Técnica-Magistério.
História Florianópolis-SC 01 vaga
Inglês Florianópolis-SC 01 vaga
Pedagogia Rio Grande-RS 01 vaga

Área: Engenharia.
Engenharia Naval Florianópolis-SC 01 vaga

 

Vagas para o 6º Distrito Naval:

Área de Saúde
Cirurgião-dentista (Ortodontia) LADÁRIO-MS 02 vagas
Cirurgião-dentista (Periodontia) LADÁRIO-MS 01 vaga
Cirurgião-dentista (Prótese Dentária) LADÁRIO-MS 01 vaga
Cirurgião-dentista (Endodontia) LADÁRIO-MS 01 vaga

Área de Apoio à Saúde
Enfermagem LADÁRIO-MS 02 vagas
Fisioterapia LADÁRIO-MS 01 vaga
Fonoaudiologia LADÁRIO-MS 02 vagas
Nutrição LADÁRIO-MS 01 vaga

Área Técnica
Administração LADÁRIO-MS 03 vagas
Direito LADÁRIO-MS 01 vaga
Informática LADÁRIO-MS 02 vagas
Psicologia LADÁRIO-MS 02 vagas
Tecnologia em Sistema da Navegação LADÁRIO-MS 02 vagas

Área de Engenharia
Engenharia Eletrônica LADÁRIO-MS 01 vaga
Engenharia Naval LADÁRIO-MS 01 vaga

 

Vagas para o 7º Distrito Naval:

Área de Saúde:
Odontologia (Estomatologia) Brasília-DF 01 vaga
Odontologia (Implantodontia) Brasília-DF 01 vaga

Área de Apoio à Saúde:

Enfermagem Brasília-DF 07 vagas
Fisioterapia Brasília-DF 01 vaga
Fonoaudiologia Brasília-DF 01 vaga
Nutrição Brasília-DF 02 vagas

Área Técnica: 
Administração Brasília-DF 04 vagas
Ciências Contábeis Brasília-DF 03 vagas
Ciências Náuticas (NFORM) Brasília-DF 01 vaga
Ciências Náuticas (NFORM) Goiânia-GO 01 vaga
Ciências Náuticas (NFORM) Palmas-TO 02 vagas
Comunicação Social Brasília-DF 06 vagas
Desenho Industrial Brasília-DF 01 vaga
Direito Brasília-DF 01 vaga
Direito Palmas-TO 01 vaga
Educação Física Brasília-DF 01 vaga

Área Técnica-Magistério:

Pedagogia Brasília-DF 01 vaga

Área de Engenharia:
Arquitetura e Urbanismo Brasília-DF 03 vagas
Engenharia Civil Brasília-DF 01 vaga

Vagas para o 8º Distrito Naval:

Área: Saúde
IMPLANTODONTIA São Paulo-SP 01 vaga
IMPLANTODONTIA Foz do Iguaçu-PR 01 vaga

Área: Apoio à Saúde
FARMÁCIA São Paulo-SP 01 vaga
ENFERMAGEM Barra Bonita-SP 01 vaga
ENFERMAGEM Santos-SP 01 vaga

Área: Técnica
SERVIÇO SOCIAL São Paulo-SP 01 vaga
DIREITO São Paulo-SP 02 vagas
DIREITO Santos-SP 01 vaga
CIÊNCIAS CONTÁBEIS São Paulo-SP 02 vagas
CIÊNCIAS CONTÁBEIS São Sebastião -SP 01 vaga
INFORMÁTICA São Paulo-SP 02 vagas
ADMINISTRAÇÃO São Paulo-SP 03 vagas
ADMINISTRAÇÃO Barra Bonita-SP 01 vaga
DESENHO INDUSTRIAL São Paulo-SP 01 vaga

Área: Técnica / Magistério
PEDAGOGIA Paranaguá-PR 01 vaga
PEDAGOGIA São Sebastião-SP 01 vaga
PEDAGOGIA Barra Bonita-SP 01 vaga

Área: Engenharia
ENGENHARIA MECÂNICA Iperó-SP 02 vagas
ENGENHARIA MECÂNICA São Paulo-SP 06 vagas
ENGENHARIA DE MATERIAL São Paulo-SP 02 vagas
ENGENHARIA QUÍMICA São Paulo-SP 04 vagas
ENGENHARIA METALÚRGICA São Paulo-SP 01 vaga
ARQUITETURA E URBANISMO São Paulo-SP 01 vaga
ENGENHARIA ELETRÔNICA São Paulo – SP 01 vaga
ENGENHARIA NAVAL Iperó-SP 01 vaga

Vagas para o 9º Distrito Naval:

Área de Apoio à Saúde:
Fisioterapia Manaus/AM 01 vaga
Nutrição Manaus/AM 01 vaga

Área Técnica:
Administração Manaus/AM 04 vagas
Ciências Náuticas – (Inspetor Naval) Manaus/AM 01 vaga
Comunicação Social Manaus/AM 01 vaga
Educação Física Manaus/AM 01 vaga
Psicologia Manaus/AM 01 vaga
Serviço Social Manaus/AM 01 vaga
Teologia Protestante (Assembleia de Deus) Manaus/AM 01 vaga

Área Técnica Magistério (Licenciatura):
Biologia Manaus/AM 01 vaga
Geografia Manaus/AM 01 vaga
Português (Letras) Manaus/AM 01 vaga
Pedagogia Porto Velho/RO 01 vaga
Química Manaus/AM 01 vaga

Área de Engenharia:
Engenharia Cartográfica Manaus/AM 01 vaga
Engenharia Civil Manaus/AM 01 vaga
Engenharia Eletrônica Manaus/AM 01 vaga

 

A prova é dividida em Português (com 25 questões) e Conhecimentos Náuticos (com 25 questões).

A prova de Português é a que mais elimina candidatos, por isso é importante estudar com a devida profundidade, sem perder tempo.

Veja o conteúdo de Português:

GRAMÁTICA – Sistema ortográfico em vigor: emprego das letras e do hífen, acentuação gráfica e uso do sinal indicador de crase; Aspectos morfológicos: estrutura e formação de palavras, classes de palavras, flexão (nominal e verbal); Organização sintática da frase e do período: frase, oração e período, estrutura da frase; ordem direta e inversa; Processos de subordinação e coordenação: valores sintáticos e semânticos; Concordância: nominal e verbal; Regência: nominal e verbal; Colocação pronominal; Pontuação.

COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO – Leitura e análise de textos verbais e não verbais: os propósitos do autor e suas implicações na organização do texto, compreensão de informações implícitas e explícitas, linguagens denotativa e conotativa, elementos ficcionais e não ficcionais; Texto e contexto: ambiguidade e polissemia; Relações lexicais: sinonímia, antonímia, homonímia, hiperonímia, hiponímia e paronímia; Figuras de linguagem; Tipos e gêneros textuais; Tipos de discurso; Reescritura de frases; Funções da linguagem; Textualidade: coesão, coerência, intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade; Adequação vocabular e variação linguística: norma culta e variedades regionais e sociais, registro formal e informal.

 

Conheça meu curso:

Como o concurso SMV terá edital publicado ainda este mês, a fim de preparar os candidatos para o Concurso Marinha SMV, preparamos um curso focado para esta prova.

O curso Português para Marinha – Processo Seletivo Serviço Militar Voluntário (SMV) de Oficiais – RM2 é um treinamento de Português voltado para alunos que farão o concurso SMV da Marinha.

O aluno terá acesso a aulas em vídeo e em livro eletrônico, além de mapas mentais, resumos e um direcionamento no estudo.

Haverá também simulados e provas comentadas na íntegra ao fim do curso, além de abranger todos os tópicos do último edital.

Confira aqui!

 

Conteúdo programático:

1: Acentuação gráfica.
2: Sistema ortográfico em vigor: emprego das letras e do hífen.
3: Aspectos morfológicos: estrutura e formação de palavras.
4: Fundamentos das classes de palavras.
5 a 15: Classes de palavras: interjeição. substantivo. Artigo. Adjetivo. Numeral. Preposição. Advérbio. Verbo. Flexão verbal. Locução verbal. Verbo. Flexão verbal irregular. Pronome. Colocação pronominal.
16: Organização sintática da oração; ordem direta e inversa. Pontuação.
17: Organização sintática da frase e do período: frase, oração e período, estrutura da frase; ordem direta e inversa; Processo de coordenação: valores sintáticos e semânticos. Pontuação.
18: Organização sintática do período; ordem direta e inversa; Processos de subordinação substantiva. Pontuação.
19: Organização sintática do período; Processos de subordinação adjetiva. Pontuação.
20: Organização sintática do período: ordem direta e inversa; Processos de subordinação adverbial: valores sintáticos e semânticos. Pontuação.
21: Concordância: nominal e verbal.
22: Regência: nominal e verbal.
23: Uso do sinal indicador de crase.
24: Reescritura de frases.
25 a 27: Relações lexicais: sinonímia, antonímia. hiperonímia, hiponímia.homonímia e paronímia.
28: Linguagens denotativa e conotativa.
29: Figuras de linguagem.
30: Texto e contexto: ambiguidade e polissemia.
31: Tipos de discurso.
32: Funções da linguagem.
33: Textualidade: coesão, coerência, intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade.
34: Adequação vocabular e variação linguística: norma culta e variedades regionais e sociais, registro formal e informal.
35: Tipos e gêneros textuais.
36: Leitura e analise de textos verbais e não verbais: os propósitos do autor e suas implicações na organização do texto, compreensão de informações implícitas e explícitas, elementos ficcionais e não ficcionais.
37: Resumão
38: Provas Comentadas da SMV de 2017 a 2021

 

Saiba mais:

Para que você saiba exatamente como a banca cobra e exercite bastante, separamos aqui algumas questões do nosso sistema de questões. Clique aqui!

Para ficar atenta(o) em todas as nossas postagens no blog, clique aqui.

Ficou com dúvida? Entre em contato via Whastapp: 32 98447-5981

Português Oficial da Marinha RM2 / SMV – prova comentada 2021 (Farmacêutico):

Análise da prova Oficial da Marinha RM2 SMV 2021 (diversas áreas):

 

Grande abraço!

Décio Terror