A língua portuguesa possui uma vasta lista de palavras para descrever os sons emitidos pelos animais, conhecidos como vozes dos animais.
Entre os mamíferos, temos o “latido” dos cachorros, o “ronco” dos porcos, o “miado” dos gatos, o “rugido” dos leões, o “chamado” dos macacos, o “mugido” das vacas, o “grunhido” dos ursos, entre outros. Cada espécie animal possui um som característico que pode ser descrito com uma palavra específica.
As aves também possuem sons marcantes, como o “canto” dos canários, o “cacarejo” das galinhas, o “grasnado” dos gansos e o “trinado” dos bem-te-vis. Os répteis, como as cobras e os crocodilos, emitem sons como o “chiado” e o “rugido”, respectivamente.
No mundo aquático, as baleias são conhecidas por seu “canto”, que é utilizado para se comunicar com outros membros da espécie. Já os golfinhos emitem um “grito” característico e as focas produzem um “ronco” peculiar. Até mesmo os peixes-boi possuem um “chiado” específico.
Os insetos, como as cigarras e os grilos, também possuem sons característicos. A cigarra emite um “canto” estridente e o grilo produz um “chirp” repetitivo e ritmado.
Em resumo, conhecer os nomes para designar os sons emitidos pelos animais é uma informação importante para quem busca elevar o nível do seu vocabulário.
Esses termos podem ser cobrados em provas de português, como aconteceu no concurso 2023 BANESTES – Banco do estado do Espirito Santo, na prova de nível médio para o cargo técnico bancário, banca FGV.
Veja abaixo a questão:
Um aluno do ensino fundamental decidiu dar voz aos animais que estavam presentes em sua redação.
Assinale a opção em que o verbo utilizado está adequado ao nome do animal:
(A) a galinha balia. (B) o peru bramia. (C) o lobo uivava. (D) a vaca rosnava. (E) o cavalo silvava.
Resposta: Letra C
Animal
Som do animal
Abelha
zumbir, zunir, zoar
Abutre
crocitar, grasnar, gritar
Águia
grasnar, crocitar, piar
Andorinha
grinfar, chilrear, gorjear
Anta
assobiar
Arara
palrar, grasnar, taramelar
Avestruz
grasnar, roncar, rugir
Baleia
bufar
Beija-flor
arrulhar, trissar, gavear
Bem-te-vi
cantar, estridular, assobiar
Besouro
zoar, zumbir, zunir
Bezerro
berrar, mugir
Bode
bodejar, balar, balir
Boi / vaca
mugir, berrar, bufar
Búfalo
bramar, berrar, mugir
Burro
zurrar, relinchar, ornejar
Cabra
balar, balir, berregar
Cabrito
balar, balir, berregar
Cachorro
latir, rosnar, ganir
Camelo
blaterar, roncar
Camundongo
chiar, guinchar
Canário
cantar, dobrar, trinar
Capivara
assobiar
Carneiro
balar, balir, berrar
Cavalo
relinchar, rinchar, bufar
Cegonha
glotorar, gritar, grasnar
Chacal
regougar, latir, uivar
Cigarra
cigarrear, cantar, ciciar
Cisne
arensar, cantar
Cobra
sibilar, silvar, chocalhar
Codorna
piar, trilar, cantar
Coelho
chiar, guinchar
Condor
crocitar
Cordeiro
balar, balir, berrar
Coruja
corujar, chirriar, piar
Corvo
corvejar, crocitar, grasnar
Crocodilo
bramir, rugir, chorar
Cuco
cucar, cucular, piar
Cutia
gargalhar, bufar
Doninha
chiar, guinchar
Dromedário
blaterar
Elefante
barrir, bramir, berrar
Ema
grasnar, roncar, gemer
Falcão
crocitar, piar, gritar
Gafanhoto
chirriar, ziziar, estrilar
Gaivota
grasnar, crocitar, chiar
Galinha
cacarejar, piar, carcarear
Galinha-d’angola
fraquejar
Galo
cantar, cocoricar, clarinar
Gambá
chiar, guinchar, regougar
Ganso
grasnar, gracitar
Garça
gazear, chilrear, grasnar
Gato
miar, ronronar, resbunar
Gavião
guinchar, crocitar, atitar
Girafa
assobiar, relinchar, chorar
Gralha
gralhar, grasnar, crocitar
Grilo
cantar, chirriar, estridular
Hiena
gargalhar, rir, uivar
Hipopótamo
grunhir, roncar, soprar
Inseto
zumbir, chiar, estridular
Jacaré
bramir, rugir, chorar
Jaguar
bramar, rugir, esturrar
Javali
grunhir, roncar, rosnar
Jumento
zurrar, ornejar, rebusnar
Lagarto
gecar, farfalhar, bramir
Leão
rugir urrar, bramar
Lebre
assobiar, guinchar, berrar
Leitão
grunhir, bacorejar, guinchar
Leopardo
rugir urrar, bramar
Lobo
uivar, ulular, ladrar
Lontra
assobiar, chiar, guinchar
Macaco
guinchar, gritar, assobiar
Marreco
grasnar, gracitar
Melro
assobiar, cantar
Mocho
piar, chirriar
Morcego
farfalhar, trissar
Mosca
zoar, zumbir, zunir
Mosquito
zoar, zumbir, zunir
Mula
zurrar, relinchar, ornejar
Onça
bramar, rugir, esturrar
Ovelha
balar, balir, berrar
Pantera
rosnar, rugir, roncar
Papagaio
parlar, charlar, taramelar
Pardal
chilrear, piar, pipilar
Passarinho
chilrear, cantar, trinar
Pato
grasnar, gracitar
Pavão
pupilar, piar
Peixe
roncar
Pelicano
grasnar, gracitar
Periquito
palrar, chalrear
Pernilongo
zumbir, zunzunar, cantar
Peru
grugulejar, gorgolejar
Pica-pau
estridular
Pinto
piar, pipilar, pipiar
Pombo
arrulhar, arrolar
Porco
grunhir, guinchar, roncar
Rã
coaxar, grasnar, rouquejar
Raposa
regougar, uivar, roncar
Rato
chiar, guinchar
Rinoceronte
bramir, grunhir, bufar
Rola
arrolar, arrulhar, gemer
Rouxinol
cantar, gorjear, trinar
Sabiá
cantar, gorjear, trinar
Sapo
coaxar, grasnar, rouquejar
Serpente
sibilar, silvar, chocalhar
Tigre
bramir, bramar, rugir
Toupeira
chiar
Touro
mugir, bufar, urrar
Tucano
chalrear, gorjear
Urso
bramar, bramir, rugir
Urubu
crocitar, corvejar, grasnar
Vaca / boi
mugir, berrar
Veado
bramar, berrar, rebramar
Vespa
zumbir, zunir, zoar
Zebra
zurrar, relinchar, rinchar
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Semântica: Entenda como essa disciplina pode ser decisiva para sua aprovação!
Se você quer se destacar na prova de Português, precisa ter conhecimento de semântica. Mas afinal, o que é semântica?
Semântica é o estudo do significado das palavras, das frases e dos textos em um determinado contexto.
A semântica pode ser decisiva em concursos que cobram questões sobre interpretação de texto e gramática, já que ela permite compreender o real sentido das palavras e, consequentemente, identificar possíveis erros ou ambiguidades em uma frase.
Um exemplo de questão que pode ser resolvida com base na semântica é:
“O menino entregou a carta para a moça que estava no banco”.
Nesse caso, a palavra “que” pode gerar ambiguidade, já que não fica claro se o menino entregou a carta para a moça que estava no banco ou para a moça que estava no banco entregar a carta para outra pessoa. Ao utilizar a semântica, é possível identificar que o correto seria “O menino entregou a carta à moça que estava no banco”.
Além disso, a semântica também é importante para compreender palavras com múltiplos significados, como “bola”, que pode significar um objeto redondo utilizado em jogos ou também uma festa em que as pessoas dançam com acompanhantes.
Para entender melhor o conceito de semântica, vamos dar alguns exemplos práticos:
Homônimos: São palavras que possuem a mesma pronúncia, mas significados diferentes. Por exemplo, “manga” pode ser uma fruta ou uma peça de roupa. Já “cesta” pode ser um objeto para carregar coisas ou uma pontuação no basquete.
Sinônimos e antônimos: Sinônimos são palavras que têm o mesmo significado, como “alegre” e “feliz”. Já antônimos são palavras que têm significados opostos, como “amor” e “ódio” ou “grande” e “pequeno”.
Denotativo e conotativo: O significado denotativo é o significado literal de uma palavra. Já o significado conotativo é o significado atribuído culturalmente ou por contexto. Por exemplo, a palavra “rosa” denota uma flor, mas pode ter um significado conotativo de amor, paixão ou beleza.
Por fim, é importante lembrar que a semântica não se limita apenas à gramática e interpretação de texto. Ela também está presente em outras áreas, como a linguística e a psicologia, e pode ser utilizada para compreender as diferentes formas de comunicação e expressão em nosso dia a dia.
A semântica é uma área fundamental da linguística e da comunicação humana. Ela nos ajuda a entender como os significados das palavras e das frases são construídos e interpretados, garantindo uma comunicação efetiva e clara.
Estudar semântica pode ser fundamental para sua aprovação em um concurso público, já que essa disciplina pode ser decisiva para a resolução de questões de interpretação de texto e gramática. Não deixe de dedicar um tempo aos estudos e compreender as nuances do significado das palavras.
Separamos alguns vídeos que podem te ajudar neste tema:
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Saiba a diferença entre hiperônimo, hipônimo, merônimo, holônimo e sua aplicação na linguagem.
Você sabe a diferença entre hiperônimo, hipônimo, merônimo, holônimo?
hiperônimo: palavra constituída do prefixo grego “hiper-”, que significa maior, geral.
hipônimo: palavra constituída do prefixo grego “hipo-”, que significa menor, específico.
holônimos: palavra constituída do radical grego “-holos-”, que significa completo, inteiro, total.
merônimos: palavra constituída do radical grego “-meros-”, que significa parte, porção.
Está parecendo que é tudo a mesma coisa, não é mesmo? Então vamos observar cada dupla de palavras para você entender direitinho.
Hiperônimo é palavra de sentido geral, mais abrangente. Já hipônimo é palavra de sentido mais específico. Assim, um hipônimo é um tipo, uma classe de um hiperônimo.
Vamos tomar como base a palavra fruta.
São vários os tipos de fruta, como laranja, abacate, maçã, limão. Assim, a palavra “fruta” tem valor mais abrangente (hiperônimo), e “laranja”, “abacate”, “maçã”, “limão” têm valor mais específico, por isso são hipônimos.
Da mesma forma, são vários os tipos de “verdura” (hiperônimo), como “alface”, “couve”, “espinafre”, “cebolinha” (hipônimos).
Dessa forma, entendemos que hipônimo é palavra de valor específico, menos abrangente, do que o hiperônimo.
Agora, vamos entender holônimo e merônimo:
Palavras merônimas são partes constituintes de uma palavra holônima.
Vamos nos basear na palavra “casa”. Dentro de uma casa, há quarto, sala, banheiro.
Assim, entendemos que quarto, sala, banheiro são elementos constituintes de uma casa. São partes de um todo. Com isso, as palavras quarto, sala, banheiro são merônimos, partes menores de um todo.
Vamos partir de outra palavra: fruta
Como vimos anteriormente, se falamos os tipos de fruta, como maçã, laranja, banana, goiaba, tais palavras são hipônimos e fruta é o hiperônimo.
Porém, se falamos as partes da fruta, como semente, casca, polpa, essas são partes constituintes de uma fruta, por isso são merônimos e fruta é holônimo.
Percebeu a diferença?
hiperônimo: fruta
hipônimos: maçã, laranja, banana, goiaba
holônimo: fruta
merônimos: semente, casca, polpa
hiperônimo: casa
hipônimos: casinha, casebre, mansão, barraco
holônimo: casa
merônimos: quarto, sala, cozinha, banheiro
Portanto, hipônimo tem sentido mais específico e é um tipo, uma classe em relação a uma palavra de valor mais abrangente: hiperônimo.
Já merônimo é parte constituinte de um holônimo.
Como isso é usado na linguagem?
Para evitar a repetição desnecessária de palavra, pode-se empregar os pares hiperônimo, hipônimo ou holônimo, merônimo.
Cuidado com o sentido das palavras. Veja a relação “escola” e “sala de aula” abaixo:
A escola é o lugar de aprendizagem. Não se evolui cognitivamente, se o aluno não estiver na sala de aula com acesso a livros, a professores, a interação com os outros.
A expressão “sala de aula” é merônimo, porque é parte da “escola”, seu holônimo. Veja: sala de aula não é um tipo de escola, por isso não é hipônimo. Ela é parte constituinte da escola, por isso é merônimo.
Veja outro exemplo com as palavras “casa” e “teto”:
Minha casa é pequenina, não tem jardim, mas é meu teto.
A palavra “teto” é merônimo, por ser parte de “casa”, seu holônimo.
Agora, vamos ver a aplicação dos hiperônimos e hipônimos:
Muitos comem maçã, porque dizem que é bom para a voz. Mas eu gosto da fruta mesmo porque é saborosa.
Note que “maçã” é um tipo de fruta, não é parte da fruta. Por isso, maçã é hipônimo de fruta.
Vejamos a palavra “sargento”.
O sargento percebeu que o problema se aprofundou. Por isso, o militar reagiu rapidamente a fim de conter a situação.
O substantivo militar tem caráter abrangente, pois sargento é uma patente de militar, como ocorre com soldado, cabo, subtenente, tenente, capitão, major, coronel.
Assim, militar é hiperônimo e sargento é hipônimo.
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Neste artigo, vamos falar sobre os valores da palavra como.
Você pode assistir a toda a explicação no vídeo abaixo:
Baixe aqui o material com as questões:
Advérbio de intensidade:
Será advérbio de intensidade o vocábulo “como”, quando modificar verbo, adjetivo ou outro advérbio e puder ser substituído por “muito”, “bastante”, “demais”:
Como você fala!
Caramba! Como estou feliz!
Advérbio de modo:
Será advérbio de modo o vocábulo “como”, quando modificar verbo, adjetivo ou outro advérbio e transmitir o modo como algo ocorre:
Como ele conseguiu vencer?
Precisamos entender comoeles trabalham.
Expressão correlativa de adição:
As expressões correlativas de adição transmitem inclusão e o vocábulo “como” estará sempre com outro vocábulo, como “tanto…como”, “não só…como também”, “bem como”:
Tanto a moça como o rapaz foram selecionados.
Tanto estuda como trabalha.
Não só a moça como o rapaz foram selecionados.
Não só estuda como trabalha.
Pronome relativo:
Será pronome relativo o vocábulo “como” quando precedido da palavra “modo”, “maneira”, “jeito”:
O modo como ela falou surpreendeu a todos.
Palavra denotativa de explicação ou exemplificação:
Será palavra denotativa de explicação ou exemplificação a palavra “como” quando equivaler às expressões a saber, isto é, por exemplo:
Certas frutas como limão e laranja são ácidas.
Preposição acidental:
A palavra “como” será preposição acidental quando equivaler a “na qualidade de”, “na condição de”:
É tido como muito inteligente.
Como representante da turma, peço silêncio.
Discursou como presidente de turma.
Conjunção subordinada causal:
A palavra “como” será conjunção causal quando puder ser substituída por “já que”:
Como estava doente, ficou em casa.
Já que estava doente, ficou em casa.
Ela disse que,como estava doente, ficaria em casa.
Ela disse que,já que estava doente, ficaria em casa.
Conjunção subordinada conformativa:
A palavra “como” terá valor de conformidade quando fizer subentender a expressão “de acordo com” ou puder ser substituída pela conjunção “conforme”
Como fora combinado, o encontro será amanhã.
Conjunção subordinada comparativa:
A palavra “como” terá valor de comparação quando fizer subentender o predicado ou a expressão “da mesma forma como”:
Ele come como uma draga!
Isto é, ele come como uma draga come.
Isto é, ele come da mesma forma como uma draga come.
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Não deixe de assitir ao vídeo explicativo e realizar as questões.
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Diferença sintática entre causa e explicação em 5 dicas
Sabemos que nem sempre será fácil diferenciar causa de explicação e, cá pra nós, muitas vezes cabem os dois valores mesmo!
Há situações em que a linha entre os dois é tão tênue que não se distinguem.
Mas há situações em que os dois valores não se confundem e nesses você não pode vacilar. São justamente esses que caem em prova!
Quando trabalhamos as orações coordenadas explicativas e subordinadas causais, vemos que normalmente as bancas cobram o elementar, por exemplo, se há uma oração iniciada pela conjunção “porque”, a banca deixa nas alternativas causa ou explicação, evitando inserir os dois valores nas alternativas.
Mas a gente sabe que banca está aí para dificultar a vida do concurseiro, por isso vou mostrar abaixo, em 5 dicas, a diferença entre causa e explicação:
Você também pode ver esse conteúdo na minha aula específica da diferença entre causa e explicação no vídeo abaixo:
Dica 1:
A explicação ameniza uma ordem anterior ou necessidade, obrigação:
Estudem,pois o dia da prova está próximo.
Devemos estudar, pois o dia da prova está próximo.
É importante estudar, pois o dia da prova está próximo.
Precisamos estudar, pois o dia da prova está próximo.
Assim, após um imperativo “Estudem”, é natural inserirmos uma oração coordenada explicativa para amenizar essa ordem, soando agora como motivação, conselho!
Isso se estende também a qualquer processo verbal que transmita a ideia de obrigação, necessidade, dever, como se nota no segundo, terceiro e quarto períodos acima.
Esta é uma dica elementar. Se na prova houver a construção acima, só cabe explicação e você já mata a questão.
Dica 2:
A explicação esclarece um entendimento, uma hipótese, uma opinião anterior. Além disso, sempre se posiciona após outra oração:
Deve ter chovido, pois as ruas estão alagadas.
A oração coordenada explicativa sempre se posiciona após a outra oração. Tal oração nunca se antecipa como ocorre com as subordinadas adverbiais. Assim, numa construção que gere dúvida, percebendo que a oração com conectivos, como “porque”, “pois”, “porquanto”, está antecipada, já sabe que é adverbial causal.
Dica 3:
A explicação pode não ser iniciada com conjunção e assim ser separada por vírgula, dois-pontos, travessão ou ponto final:
Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado, põe comida na mesa.
Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado: põe comida na mesa.
Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado – põe comida na mesa.
Entendo que a transferência de renda dignifica o necessitado. Põe comida na mesa.
Como a explicação vista aqui é coordenativa, é natural que ela possa ser assindética, isto é, sem conjunção. Sendo assim, tal oração pode ser precedida de vírgula, dois-pontos, travessão e ponto final. É a chamada pontuação expressiva.
Dica 4:
A causa ocorre temporalmente antes da outra oração:
Aquele candidato passou em primeiro lugar, porque estudou muito.
A causa é a origem dee um fato. Assim, ela ocorre temporalmente antes.
No exemplo acima, note que, primeiramente, a pessoa estuda. Esse estudo leva à aprovação, que é a consequência.
Dica 5:
A causa pode ser deslocada para antes da outra oração:
Já que voltou a exportar consideravelmente, o Brasil melhorou seu desempenho.
Vimos anteriormente que a oração coordenada explicativa não pode se antecipar. Já a adverbial causal sim.
Bom, agora que vimos os aspectos principais, é hora de você praticar comigo!
Vou deixar as questões abaixo e você confere no vídeo abaixo a resolução das questões ok?
1. (Unesc/ Prefeitura de Criciúma – SC Auxiliar em Farmácia 2023)
A atividade física é importante ‘porque não há tratamento curativo para a neurodegeneração’.
A expressão em destaque trata-se de uma oração:
A) Coordenada assindética.
B) Coordenada sindética explicativa.
C) Coordenada sindética conclusiva.
D) Subordinada adjetiva restritiva.
E) Subordinada adverbial temporal.
Gabarito: B
2. (Prefeitura de Fortaleza – CE Professor 2023)
A gramática tradicional sentencia que o elo semântico interoracional da explicação se estabelece por meio da coordenação, entretanto há exemplos em que a explicação e a causa, a qual ocorre, em nível interoracional, pela subordinação, situam-se em pontos limítrofes. Assinale o período em que tal condição limítrofe está contida.
A) Prefira as verdades amargas às mentiras doces, porque estas simulam a realidade.
B) O mundo há de ser um lugar de paz, porque a guerra destruirá a humanidade.
C) Não se devem comprar pessoas, porque tal produto sempre está estragado.
D) Os homens são imperfeitos, porque a perfeição não existe.
Gabarito: D
3. (IBADE / TJ-RS Oficial de Justiça Estadual 2022)
Um político francês declarou o seguinte: “Eu respeito o direito de as mulheres terem sua profissão, mas acho que a profissão de mãe de família deve ser remunerada, é uma missão de saúde pública”.
A última oração desse pequeno texto – é uma missão de saúde pública – traz a ideia de uma:
A) hipótese.
B) causa.
C) consequência.
D) finalidade.
E) explicação.
Gabarito: E
4. (Consulplan/ Câmara de Unaí-MG Consultor Legislativo 2022)
“Percebe-se que o conceito de cidadania está em permanente construção, pois a humanidade se encontra sempre em luta por mais direitos, maior liberdade e melhores garantias individuais e coletivas.” (6º§)
Considerando as relações sintáticas do período anterior, pode-se afirmar que integra sua composição:
A) Oração coordenada conclusiva.
B) Oração coordenada explicativa.
C) Oração subordinada conclusiva.
D) Oração subordinada adverbial causal.
Gabarito: B
5. (Aeronáutica / EEAR Sargento 2020)
Assinale a alternativa que apresenta em destaque oração coordenada explicativa.
A) “Gato que brincas na rua/ Como se fosse na cama,/ Invejo a sorte que é tua/ Porque nem sorte se chama.” (Fernando Pessoa)
B) “Fui por ali dentro, sem arder, porque as almas são incombustíveis.” (Machado de Assis)
C) “Ema experimentava uma sensação de vingança. Pois não sofrera já bastante? (Gustave Flaubert)
D) “―— A bênção não senhor, que eu nunca mais lhe tomo a bênção.” (Rachel de Queiroz)
Gabarito: D
6. (CEBRASPE / PO-AL Auxiliar de Perícia 2023)
Fragmento do texto: Com efeito, o tom geral daqueles que defendem essas exposições apela para a utilidade educativa de se usarem corpos humanos reais, dissecados e modelados, em posições didáticas, pois essa técnica possibilita o acesso a “espécimes” cuja riqueza de detalhes e de informações era antes acessível apenas aos anatomistas.
Estariam mantidas a coerência e a correção gramatical do texto se, no último período do texto, a conjunção “pois” fosse suprimida e, em seguida, a vírgula empregada após “didáticas” fosse substituída por dois-pontos.
A banca FGV realmente acredita que existe o substantivo PERCA?
Uma prova da banca FGV (SEFAZ-MG 2023) admitiu que existe o substantivo “perca”.
Mas vamos entender isso?
A questão foi a seguinte:
(FGV / SEFAZ MG Auditor Fiscal 2023)
As frases a seguir mostram orações reduzidas, que foram (I) nominalizadas ou (II) modificadas para orações desenvolvidas.
Assinale a opção em que isso não foi feito de forma adequada.
(A) Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a aceitação; (II) sem que se aceite.
(B) Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a perca; (II) sem que se perca.
(C) A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos. / (I) no achado de; (II) em que se ache.
(D) A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos. / (I) na visão; (II) em que se veja.
(E) Errar é humano, mas é preciso um computador para realmente pisar no tomate. / (I) uma pisada real; (II) que realmente se pise.
Para entendermos o contexto, é importante comentarmos a questão toda, ok?
A questão pede a transformação do verbo sublinhado e em negrito por uma forma nominal (substantivo) e por uma oração desenvolvida, isto é, uma oração com conjunção e verbo conjugado em modo e tempo verbal.
Esta é uma questão polêmica, porque a banca deu como única alternativa inadequada a (C).
Nesta alternativa, é certo que o verbo “achar” pode tornar-se o substantivo “achado”. Assim, a expressão “em achar novas paisagens” pode ser nominalizada assim: no achado de novas paisagens.
Porém, na transformação numa oração desenvolvida, o verbo transitivo direto “ache” recebeu o pronome “se”, o qual, neste contexto, passa a pronome apassivador, e o termo seguinte plural “novas paisagens” é o sujeito paciente, com o qual o verbo deve concordar: em que se achem novas paisagens.
Assim, realmente a alternativa (C) está inadequada.
Porém, esta não é a única alternativa inadequada.
A alternativa (A) também está errada, pois a tranformação do verbo transitivo “aceitar” em substantivo abstrato torna tal substantivo também transitivo, isto é, ele exige o emprego da preposição “de”: aceitação de.
Assim, a forma correta nesta alternativa deveria ser:
Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a aceitação de; (II) sem que se aceite.
Mesmo a banca admitindo a alternativa (B) como correta, ela também está errada, pois não existe, na linguagem culta, formal, o substantivo “perca” como derivado do verbo “perder”.
Veja que o verbo “perder” está sublinhado e a banca FGV admitiu a troca “sem perder” por “sem a perca”:
Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a perca; (II) sem que se perca.
Bom, logicamente, os candidatos entraram com recursos orientados por diversos professores, inclusive eu.
O argumento utilizado foi simplesmente que o substantivo “perca” não é derivado do verbo “perder”. Assim, o ideal seria “perda”.
A banca respondeu a um de nossos alunos da seguinte forma:
“O gabarito oficial foi mantido, pois há um erro de concordância na opção do gabarito; a forma “perca” está registrada como substantivo feminino no Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, na página 628; a forma “perda” é outra forma possível para o mesmo substantivo.” (resposta da banca FGV em recurso)
A banca assim entende que a alternativa (C) realmente estava errada, devido àquele problema na concordância. Assim, o correto seria em que se achem novas paisagens.
Em seguida, a banca informa que “a forma ‘perca’ está registrada como substantivo feminino no Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, na página 628“.
Realmente está registrado. Veja:
Na imagem à esquerda, você vê o que está previsto no VOLP (Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa). Por ser um vocabulário, ele apresenta apenas a palavra e sua classificação: PERCA Substantivo feminino (SF).
Porém, na imagem ao centro (Dicionário Aurélio), notamos o primeiro sentido desse substantivo, o qual tem relação com a ZOOLOGIA. Assim, não tem qualquer relação com o verbo “perder”, como se pede na questão.
Na imagem à direita (também do Dicionário Aurélio), o substantivo “perca” é realmente derivado do verbo “perder”, mas tal dicionário informa que esse vocábulo é um registro da linguagem popular, coloquial. Mas a questão faz referência à adequação à norma culta.
Portanto, isso tudo nos comprova que a banca simplesmente rebateu o recurso sem fundamento na justificativa, pois comprovamos que a forma “perda” é a única adequada à norma culta como derivada do verbo “perder”.
Analisando com calma, você percebe tranquilamente que as alternativas (D) e (E) estão corretas.
Bom, então o que eu percebo disso como professor?
A resposta da banca ao recurso do candidato foi infundada, pois realmente não existe registro culto do substantivo “perca” e confirmamos isso com o substantivo “PERCA” no campo da zoologia (sem ter qualquer relação com o verbo “perder”) e no registro popular, coloquial, o que desvia do pedido da questão, pois se falou sobre a linguagem adequada. E todos nós sabemos que a adequação pedida em prova deve se dar à norma culta, a não ser que a questão mencionasse o registro popular.
É aquela velha máxima que eu sempre digo aos meus alunos: “banca também erra”.
E você aluno, o que deve pensar?
Ignore esta questão mal feita e siga em frente.
É bom também se lembrar que “banca também erra”.
Prepare-se com a gente, clique aqui e confira o curso que preparamos pra você.
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Saiu edital do Processo Seletivo para o Serviço Militar Voluntário!
Concurso Marinha SMV
O Processo Seletivo para o Serviço Militar Voluntário (SMV) está com edital aberto,com previsão de provas em fevereiro de 2023.
São 473 vagas, sendo 204 para área técnica, 132 para Apoio à saúde, 89 para Engenharia e 48 para Magistério.
Dentre os requisitos citados, vale destacar que o candidato deverá ter nível superior na área da vaga desejada. Além disso, é necessário ter entre 18 e 41 anos até a data da incorporação.
Ressalto, ainda, as oportunidades para cirurgião-dentista, farmacêuticos, médicos e veterinário que não estão incluídas nas vagas acima.
Provas:
O Processo Seletivo é constituído de Prova Objetiva, Prova de Títulos, Verificação de Dados Biográficos, Verificação Documental, Inspeção de Saúde e Teste de Aptidão Física.
Prova Objetiva: 25 questões de Língua Portuguesa e 25 questões de Formação Militar Naval, Relações Humanas e Liderança e História Naval.
Data da Prova: 05/02/2023.
Duração da Prova: 3 (três) Horas
Caráter: Eliminatório e Classificatório, Prova de Títulos.
O vínculo do Oficial temporário com a Marinha pode ser renovado todo ano, podendo chegar ao máximo de oito anos, sem qualquer possibilidade de estabilidade. As vagas são distribuídas por Distrito Naval.
Ter formação superior de acordo com a área escolhida.
Ter entre 18 (dezoito) anos e menos de 41 (quarenta e um) anos de idade.
Inscrições: de 25 de outubro de 2022 a 08 de novembro de 2022 pelo próprio voluntário, via Internet.
Área da Saúde:
Odontologia Rio de Janeiro/RJ 8 vagas
Odontologia Arraial do Cabo/RJ 2 vagas
Odontologia Nova Friburgo/RJ 1 vaga
Odontologia Itaguaí/RJ 1 vaga
Odontologia São Pedro da Aldeia/RJ 3 vagas
Odontologia – Disfunção Temporomandibular Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Farmácia
Rio de Janeiro/RJ 5 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Farmácia—Análises Clínicas
Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Nova Friburgo/RJ 1 vaga
Farmácia – Citologia Clínica Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Farmácia – Oncológica Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Veterinária Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Área de Apoio à Saúde:
Biologia
Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Enfermagem
Rio de janeiro/RJ 29 vagas
Nova Friburgo/RJ 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Fisioterapia Rio de Janeiro/RJ 11 vagas
Fonoaudiologia
Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Nova Friburgo/RJ 2 vagas
Nutrição
Rio de Janeiro/RJ 19 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Nova Friburgo/RJ 1 vaga
Terapia Ocupacional Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Área Técnica:
Administração
Rio de Janeiro/RJ 13 vagas
Cabo Frio/RJ 1 vaga
Vitória/ES 1 vaga
Itaguaí/RJ 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Arquivologia Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Biblioteconomia Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
Biologia – Ambiental São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Ciências Contábeis
Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Ciências Náuticas Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Comunicação Social
Rio de Janeiro/RJ 9 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Itaguaí/RJ 1 vaga
Direito
Rio de Janeiro/RJ 13 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Educação Física Rio de Janeiro/RJ 4 vagas
História Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Informática – Segurança da Informação
Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Informática – Infraestrutura Rio de Janeiro/RJ 7 vagas
Itaguaí/RJ 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 1 vaga
Informática – Desenvolvimento de Sistemas Rio de Janeiro/RJ 12 vagas
Informática – Banco de Dados Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Meteorologia Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Oceanografia Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Psicologia
Rio de Janeiro/RJ 10 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Serviço Social
Rio de Janeiro/RJ 7 vagas
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Vila Velha/ES 1 vaga
Teologia Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Hotelaria Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Área Técnica – Magistério:
Espanhol (Letras) Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Enfermagem Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Educação Física Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Filosofia Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Física Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Inglês (Letras) Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Matemática Angra dos Reis/RJ 1 vaga
Pedagogia
Rio de Janeiro/RJ 10 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Vila Velha/ES 1 vaga
São Pedro da Aldeia/RJ 2 vagas
Português (Letras) Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Sociologia Angra dos Reis/RJ 2 vagas
Área de Engenharia:
Engenharia Ambiental Rio de Janeiro/RJ 3 vagas
Engenharia Cartográfica Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Engenharia Civil Rio de Janeiro/RJ 5 vagas
Engenharia de Sistemas de Computação Rio de Janeiro/RJ 7 vagas
Engenharia de Telecomunicações Arraial do Cabo/RJ 2 vagas
Engenharia Elétrica Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Engenharia Eletrônica
Rio de Janeiro/RJ 4 vagas
Arraial do Cabo/RJ 1 vaga
Engenharia de Materiais Rio de Janeiro/RJ 2 vagas
Engenharia Mecânica
Rio de Janeiro/RJ 12 vagas
Itaguaí/RJ 1 vaga
Engenharia Mecatrônica Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Engenharia Naval
Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
Itaguaí/RJ 1 vaga
Engenharia de Produção
Rio de Janeiro/RJ 6 vagas
Itaguaí/RJ 1 vaga
Engenharia Química Rio de Janeiro/RJ 1 vaga
a) Área de Saúde:
Odontologia Prótese Dentária Salvador-BA 01 vaga
b) Área de Apoio a Saúde:
Enfermagem Salvador-BA 03 vagas
Nutrição Salvador-BA 02 vagas
c) Área Técnica de Magistério:
Pedagogia Porto Seguro-BA 01 vaga
Pedagogia Salvador-BA 01 vaga
Pedagogia Juazeiro-BA 01 vaga
c) Área Técnica:
Administração Ilhéus-BA 01 vaga
Administração Salvador-BA 04 vagas
Direito Salvador-BA 03 vagas
Informática Aracaju-SE 01 vaga
Ciências Náuticas Porto Seguro-BA 01 vaga
Ciências Náuticas Ilhéus-BA 01 vaga
Ciências Náuticas Juazeiro-BA 01 vaga
c) Área de Engenharia:
Engenharia Civil Salvador-BA 03 vagas
Engenharia de Telecomunicações Salvador-BA 01 vaga
Engenharia Ambiental Salvador-BA 01 vaga
Engenharia Naval Salvador-BA 01 vaga
Engenharia Eletrônica Salvador-BA 01 vaga
ÁREA DE SAÚDE:
Cirurgião-dentista (Odontopediatria) Natal-RN 01 vaga
Cirurgião-dentista (Periodontia) Recife-PE 01 vaga
Cirurgião-dentista (Odontologia) Maceió-AL 01 vaga
ÁREA DE APOIO À SAÚDE:
Enfermagem
Natal-RN 03 vagas
Recife-PE 01 vaga
Maceió-AL 01 vaga
Fisioterapia Recife-PE 03 vagas
ÁREA TÉCNICA:
Administração
Fortaleza-CE 01 vaga
Recife-PE 01 vaga
Comunicação Social (Jornalista) Natal-RN 01 vaga
Direito
Recife-PE 01 vaga
Fortaleza-CE 01 vaga
Tecnologia em Sistemas da Navegação Maceió-AL 01 vaga
Ciências Náuticas (Inspetor Naval)
Natal-RN 01 vaga
Recife-PE 02 vagas
Fortaleza-CE 01 vaga
Informática (Banco de Dados) Natal-RN 02 vagas
Psicologia Recife-PE 02 vagas
ÁREA DE ENGENHARIA:
Arquitetura e Urbanismo Natal-RN 01 vaga
Engenharia Mecânica Natal-RN 01 vaga
Engenharia Naval Natal-RN 01 vaga
Engenharia de Sistema de Computação Natal-RN 01 vaga
Engenharia Elétrica Fortaleza-CE 01 vaga
ÁREA TÉCNICA-MAGISTÉRIO:
Pedagogia Natal-RN 01 vaga
Fortaleza-CE 01 vaga
Biologia Recife-PE 01 vaga
Matemática Fortaleza-CE 01 vaga
a) Área de Saúde:
Cirurgião Dentista Santana/AP 01 vaga
b) Área de Apoio a Saúde:
Enfermagem – Especializado em Oncologia Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Centro Cirúrgico Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Terapia Intensiva Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Central de Esterilização de Material Belém/PA 01 vaga
Enfermagem – Especializado em Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar Belém/PA 01 vaga
c) Área Técnica:
Serviço Social Belém/PA 02 vagas
Ciências Náuticas Belém/PA 01 vaga
Ciências Náuticas São Luís/MA 01 vaga
Ciências Náuticas Parnaíba/PI 01 vaga
Ciências Náuticas Santana/AP 01 vaga
d) Área de Engenharia:
Engenharia de Sistema de Computação Belém/PA 01 vaga
Área: Saúde.
Odontologia São Francisco do Sul-SC 01 vaga
Área: Apoio à Saúde.
Enfermagem Rio Grande-RS 04 vagas
Enfermagem Florianópolis-SC 02 vagas
Farmácia Rio Grande-RS 02 vagas
Fisioterapia Rio Grande-RS 05 vagas
Nutrição Rio Grande-RS 02 vagas
Nutrição Florianópolis-SC 01 vaga
Área: Técnica.
Administração Rio Grande-RS 03 vagas
Administração Porto Alegre-RS 01 vaga
Direito Rio Grande-RS 01 vaga
Informática Rio Grande-RS 01 vaga
Psicologia Rio Grande-RS 01 vaga
Área: Técnica-Magistério.
História Florianópolis-SC 01 vaga
Inglês Florianópolis-SC 01 vaga
Pedagogia Rio Grande-RS 01 vaga
Área: Engenharia.
Engenharia Naval Florianópolis-SC 01 vaga
Área de Saúde
Cirurgião-dentista (Ortodontia) LADÁRIO-MS 02 vagas
Cirurgião-dentista (Periodontia) LADÁRIO-MS 01 vaga
Cirurgião-dentista (Prótese Dentária) LADÁRIO-MS 01 vaga
Cirurgião-dentista (Endodontia) LADÁRIO-MS 01 vaga
Área de Apoio à Saúde
Enfermagem LADÁRIO-MS 02 vagas
Fisioterapia LADÁRIO-MS 01 vaga
Fonoaudiologia LADÁRIO-MS 02 vagas
Nutrição LADÁRIO-MS 01 vaga
Área Técnica
Administração LADÁRIO-MS 03 vagas
Direito LADÁRIO-MS 01 vaga
Informática LADÁRIO-MS 02 vagas
Psicologia LADÁRIO-MS 02 vagas
Tecnologia em Sistema da Navegação LADÁRIO-MS 02 vagas
Área de Engenharia
Engenharia Eletrônica LADÁRIO-MS 01 vaga
Engenharia Naval LADÁRIO-MS 01 vaga
Área: Saúde
IMPLANTODONTIA São Paulo-SP 01 vaga
IMPLANTODONTIA Foz do Iguaçu-PR 01 vaga
Área: Apoio à Saúde
FARMÁCIA São Paulo-SP 01 vaga
ENFERMAGEM Barra Bonita-SP 01 vaga
ENFERMAGEM Santos-SP 01 vaga
Área: Técnica
SERVIÇO SOCIAL São Paulo-SP 01 vaga
DIREITO São Paulo-SP 02 vagas
DIREITO Santos-SP 01 vaga
CIÊNCIAS CONTÁBEIS São Paulo-SP 02 vagas
CIÊNCIAS CONTÁBEIS São Sebastião -SP 01 vaga
INFORMÁTICA São Paulo-SP 02 vagas
ADMINISTRAÇÃO São Paulo-SP 03 vagas
ADMINISTRAÇÃO Barra Bonita-SP 01 vaga
DESENHO INDUSTRIAL São Paulo-SP 01 vaga
Área: Técnica / Magistério
PEDAGOGIA Paranaguá-PR 01 vaga
PEDAGOGIA São Sebastião-SP 01 vaga
PEDAGOGIA Barra Bonita-SP 01 vaga
Área: Engenharia
ENGENHARIA MECÂNICA Iperó-SP 02 vagas
ENGENHARIA MECÂNICA São Paulo-SP 06 vagas
ENGENHARIA DE MATERIAL São Paulo-SP 02 vagas
ENGENHARIA QUÍMICA São Paulo-SP 04 vagas
ENGENHARIA METALÚRGICA São Paulo-SP 01 vaga
ARQUITETURA E URBANISMO São Paulo-SP 01 vaga
ENGENHARIA ELETRÔNICA São Paulo – SP 01 vaga
ENGENHARIA NAVAL Iperó-SP 01 vaga
Área de Apoio à Saúde:
Fisioterapia Manaus/AM 01 vaga
Nutrição Manaus/AM 01 vaga
Área Técnica:
Administração Manaus/AM 04 vagas
Ciências Náuticas – (Inspetor Naval) Manaus/AM 01 vaga
Comunicação Social Manaus/AM 01 vaga
Educação Física Manaus/AM 01 vaga
Psicologia Manaus/AM 01 vaga
Serviço Social Manaus/AM 01 vaga
Teologia Protestante (Assembleia de Deus) Manaus/AM 01 vaga
Área Técnica Magistério (Licenciatura):
Biologia Manaus/AM 01 vaga
Geografia Manaus/AM 01 vaga
Português (Letras) Manaus/AM 01 vaga
Pedagogia Porto Velho/RO 01 vaga
Química Manaus/AM 01 vaga
Área de Engenharia:
Engenharia Cartográfica Manaus/AM 01 vaga
Engenharia Civil Manaus/AM 01 vaga
Engenharia Eletrônica Manaus/AM 01 vaga
A prova é dividida em Português (com 25 questões) e Conhecimentos Náuticos (com 25 questões).
A prova de Português é a que mais elimina candidatos, por isso é importante estudar com a devida profundidade, sem perder tempo.
Veja o conteúdo de Português:
GRAMÁTICA – Sistema ortográfico em vigor: emprego das letras e do hífen, acentuação gráfica e uso do sinal indicador de crase; Aspectos morfológicos: estrutura e formação de palavras, classes de palavras, flexão (nominal e verbal); Organização sintática da frase e do período: frase, oração e período, estrutura da frase; ordem direta e inversa; Processos de subordinação e coordenação: valores sintáticos e semânticos; Concordância: nominal e verbal; Regência: nominal e verbal; Colocação pronominal; Pontuação.
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO – Leitura e análise de textos verbais e não verbais: os propósitos do autor e suas implicações na organização do texto, compreensão de informações implícitas e explícitas, linguagens denotativa e conotativa, elementos ficcionais e não ficcionais; Texto e contexto: ambiguidade e polissemia; Relações lexicais: sinonímia, antonímia, homonímia, hiperonímia, hiponímia e paronímia; Figuras de linguagem; Tipos e gêneros textuais; Tipos de discurso; Reescritura de frases; Funções da linguagem; Textualidade: coesão, coerência, intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade; Adequação vocabular e variação linguística: norma culta e variedades regionais e sociais, registro formal e informal.
Conheça meu curso:
Como o concurso SMV terá edital publicado ainda este mês, a fim de preparar os candidatos para o Concurso Marinha SMV, preparamos um curso focado para esta prova.
O curso Português para Marinha – Processo Seletivo Serviço Militar Voluntário (SMV) de Oficiais – RM2 é um treinamento de Português voltado para alunos que farão o concurso SMV da Marinha.
O aluno terá acesso a aulas em vídeo e em livro eletrônico, além de mapas mentais, resumos e um direcionamento no estudo.
Haverá também simulados e provas comentadas na íntegra ao fim do curso, além de abranger todos os tópicos do último edital.
1: Acentuação gráfica.
2: Sistema ortográfico em vigor: emprego das letras e do hífen.
3: Aspectos morfológicos: estrutura e formação de palavras.
4: Fundamentos das classes de palavras.
5 a 15: Classes de palavras: interjeição. substantivo. Artigo. Adjetivo. Numeral. Preposição. Advérbio. Verbo. Flexão verbal. Locução verbal. Verbo. Flexão verbal irregular. Pronome. Colocação pronominal.
16: Organização sintática da oração; ordem direta e inversa. Pontuação.
17: Organização sintática da frase e do período: frase, oração e período, estrutura da frase; ordem direta e inversa; Processo de coordenação: valores sintáticos e semânticos. Pontuação.
18: Organização sintática do período; ordem direta e inversa; Processos de subordinação substantiva. Pontuação.
19: Organização sintática do período; Processos de subordinação adjetiva. Pontuação.
20: Organização sintática do período: ordem direta e inversa; Processos de subordinação adverbial: valores sintáticos e semânticos. Pontuação.
21: Concordância: nominal e verbal.
22: Regência: nominal e verbal.
23: Uso do sinal indicador de crase.
24: Reescritura de frases.
25 a 27: Relações lexicais: sinonímia, antonímia. hiperonímia, hiponímia.homonímia e paronímia.
28: Linguagens denotativa e conotativa.
29: Figuras de linguagem.
30: Texto e contexto: ambiguidade e polissemia.
31: Tipos de discurso.
32: Funções da linguagem.
33: Textualidade: coesão, coerência, intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade.
34: Adequação vocabular e variação linguística: norma culta e variedades regionais e sociais, registro formal e informal.
35: Tipos e gêneros textuais.
36: Leitura e analise de textos verbais e não verbais: os propósitos do autor e suas implicações na organização do texto, compreensão de informações implícitas e explícitas, elementos ficcionais e não ficcionais.
37: Resumão
38: Provas Comentadas da SMV de 2017 a 2021
Saiba mais:
Para que você saiba exatamente como a banca cobra e exercite bastante, separamos aqui algumas questões do nosso sistema de questões. Clique aqui!
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Português Oficial da Marinha RM2 / SMV – prova comentada 2021 (Farmacêutico):
Análise da prova Oficial da Marinha RM2 SMV 2021 (diversas áreas):
Intertextualidade é o diálogo entre um texto e outro. É o cuidado que se tem num texto de absorver os conhecimentos, conceitos, observações elencados em outros textos renomados, conhecidos.
Normalmente isso é feito para levantar mais crédito ao argumento defendido pelo autor.
Pode se apresentar como paráfrase (reescrita de trecho de mesmo sentido que o original), paródia, citação direta ou indireta.
Citação
Citação indica o ato ou efeito de citar ou fazer referência a alguma coisa. Uma citação expressa uma ideia ou opinião de um texto de um autor em concreto, sendo que o autor deve sempre ser identificado. A citação pode ser direta ou indireta.
Transcrição
Transcrição significa copiar literalmente um texto ou trecho de um meio para outro, por exemplo, a transcrição de um áudio para um texto escrito.
Veja o exemplo de uma questão da FGV que cobra o assunto Intertextualidade, citação e transcrição:
(FGV / Prefeitura de Salvador – BA Professor 2019)
“O fundamento jurídico para a proteção dos animais, no Brasil, está no artigo 255 da Constituição Federal, que incumbe o Poder Público de ‘proteger a fauna, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais à crueldade’”.
O autor desse fragmento, ao citar outro texto, exemplifica uma marca característica da textualidade.
Assinale a opção que a indica.
A) Coesão.
B) Informatividade.
C) Intertextualidade.
D) Coerência.
E) Conhecimento de mundo.
Comentário: O texto que cita outro naturalmente emprega o recurso da intertextualidade. Assim, a alternativa correta é a (C).
Gabarito: C
Assista à aula completa de Intertextualidade, citações e transcrições, assunto muito importante de Português para a banca FGV:
Onde ou aonde? Aprenda a utilizar cada um deles — Uma dúvida muito frequente da língua portuguesa será o tema do nosso artigo de hoje: onde e aonde.
Em quais situações utilizar cada um deles? Venha conosco para descobrir!
Onde
Primeiramente, acreditamos que a classificação sintática da palavra “onde” seja de devida importância para a nossa discussão. A palavra “onde” é classificada como um advérbio de lugar, possuindo um significado bastante similar à expressão “em que”.
Além dessa classificação mais preponderante, também é possível que “onde” seja utilizado como pronome relativo. Isso acontece em situações nas quais a palavra “onde” retoma um lugar que fora mencionado anteriormente.
Exemplo de onde como advérbio de lugar:
Fabrício se questionou onde estaria o controle remoto.
Uma reescrita da frase poderia ser:
Fabrício se questionou em que lugar estaria o controle remoto.
Exemplo de onde como pronome relativo:
Flávio e Roberto passaram pelo vilarejo, onde conseguiram abastecer o carro.
Nesse caso, “onde” retoma o termo “vilarejo”, o qual foi previamente mencionado na frase.
Regência
Após a apresentação da palavra “onde”, iremos para o próximo passo em nossa jornada de explicação sobre onde e aonde. Regência refere-se a relações que os termos de uma oração estabelecem entre si. Temos dois tipos de termos: o regido e o regente. Termo regido é aquele que completa o sentido do outro, o termo regente. Ou seja, o termo regente não possui um sentido completo sem o seu termo regido.
Sabemos que, ao ouvir a palavra regência, muitos alunos devem se lembrar de regência verbal e/ou nominal. A regência verbal indica a relação entre o verbo, que nesse caso é o termo regente, e o seu complemento, o termo regido. Os complementos dos verbos, que são os termos regidos, podem ser classificados em objetos diretos e indiretos. Os objetos diretos não necessitam de preposição, enquanto os indiretos possuem essa necessidade.
Exemplos de regência verbal que necessitam de preposição:
Morar em;
Sonhar com;
Simpatizar com;
Chegar a;
Morrer de.
É importante ficar claro que alguns verbos possuem diferentes regências, ou seja, podem utilizar diferentes preposições. Dessa forma, o verbo pode assumir diferentes sentidos a depender de qual preposição o acompanha.
No caso da regência nominal, a relação se estabelece entre um nome e seu complemento, com a utilização de preposição. Portanto, quando falamos de regência nominal, haverá a existência de uma preposição na relação entre termo regido e termo regente.
Exemplos de regência nominal:
Capacidade de;
Compatível com;
Essencial para;
Interesse em;
Respeito por;
Livre de.
Assim como fora comentado na regência verbal, um mesmo nome pode requerer diferentes preposições. Nesses casos, assim como na regência verbal, diferentes preposições podem ou não resultar em significados distintos para o nome.
Pelo título dessa sessão já deve ter ficado claro por que apresentamos minuciosamente o conceito de regência, não é mesmo? A palavra aonde não passa da junção da preposição “a” com o advérbio de lugar “onde”. Dessa forma, o termo aonde só pode ser utilizado quando houver a necessidade de utilização da preposição a.
Conforme explicado no tópico acima, a necessidade da presença da preposição pode decorrer de um verbo ou de um nome. Dessa forma, iremos trazer alguns exemplos do emprego de aonde e onde.
Exemplos
Aonde você quer ir?
Na frase, o verbo ir traz a necessidade da utilização da preposição a, já que Pedro vaia algum lugar.
Você sabe ondefica a sala de prova?
Nesse caso, o verbo fica não traz a necessidade de utilização de preposição, o que resulta na utilização de onde.
Eles chegaramaonde queriam: foram aprovados em um ótimo concurso.
O verbo chegaram precisa do complemento pela preposição a. Quem chega, chega a algum lugar. Portanto, utilizamos o aonde.
Onde Rodrigo mora?
Rodrigo moraem algum lugar, certo? O verbo necessita de uma preposição, porém, não se trata da preposição a.
Dúvidas em quais momentos utilizar o onde e aonde são muitos comuns. Ao tentar solucionar essa dúvida na internet, uma dica que é muito encontrada é que “onde” traz a ideia de lugar e “aonde” ideia de movimento. Entendemos a lógica desse macete, porém, é possível que o candidato se perca ao tentar encaixar cada uma das situações.
Em nosso artigo, trouxemos a raiz da diferença entre os dois termos: regência. Pensando em qual termo utilizar por meio da necessidade ou não da utilização da preposição a, não haverá nenhuma exceção. Esperamos que vocês tenham gostado do conteúdo e que o artigo ajude nessa dúvida daqui para a frente. Desejo ótimos estudos a todos e um grande abraço!
Você ainda tem dúvidas sobre a língua portuguesa? Deixe sugestões nos comentários ou verifique os artigos que já postamos, pois provavelmente sua dúvida poderá ser sanada por eles!
Porquê (junto e com acento) é usado quando for sinônimo de motivo, causa, indagação. Por ser substantivo, admite artigo e pode se flexionar no plural:
Os considerandos são os porquês de um decreto.
O Relator explicou o porquê de cada emenda.
Qual é o porquê desta vez?
Por quê (separado e com acento)
Por quê (separado e com acento) é usado quando a expressão aparecer em fim de frase, ou sozinha:
Brigou de novo, por quê?
Brigou de novo? Por quê?
Ria, ria sem saber por quê.
Porque (junto e sem acento)
Porque (junto e sem acento) é usado nos seguintes casos:
Para introduzir explicação, causa, motivo, podendo ser substituído por conjunções causais ou explicativas como pois, porquanto, visto que:
Traga agasalho, porque vai fazer frio.(conjunção coordenativa explicativa = pois).
A reunião foi adiada porque faltou energia.(conjunção subordinativa causal = pois).
Porque ainda é cedo, proponho esperarmos um pouco mais. (conjunção subordinativa causal = como).
Nas frases interrogativas a que se responde com “sim” ou “não”:
Ele não votou o projeto porque estava de licença?
Essa medida provisória está na pauta de votação porque é urgente?
Na realidade, a conjunção “porque” continua sendo subordinativa adverbial causal. A diferença é que na própria pergunta já se dá a causa (oração subordinada adverbial causal).
Como conjunção de finalidade (= para que), levando o verbo para o subjuntivo. Esta construção é arcaica, mas vez por outra tem sido encontrada:
Rezo porque tudo corra bem.
Não expressou sua opinião porque não desanimasse os colegas.
Contemporaneamente, para exprimir finalidade, objetivo, prefere-se usar para que em lugar de porque: Rezo para que tudo corra bem.
Por que (separado e sem acento) é usado nos seguintes casos:
Nas interrogativas diretas e indiretas:
Por que você demorou tanto? (interrogativa direta)
Quero saber por que meu dinheiro está valendo menos. (interrogativa indireta)
Sempre que se puder inserir as palavras motivo, razão:
Não sei por que ele se ofendeu. (Não sei por que motivo ele se ofendeu.)
O funcionário explicou por que havia faltado. (O funcionário explicou por que motivo havia faltado.)
Quando a expressão puder ser substituída por pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais, confirma-se que há pronome relativo “que” antecedido da preposição “por”:
A estrada por que passamos está em péssimo estado de conservação. (A estrada pela qual passamos está em péssimo estado de conservação.)
Esse é o motivo por que a reunião foi adiada. (Esse é o motivo pelo qual a reunião foi adiada.)
Quando “que” for conjunção integrante iniciando oração subordinada substantiva objetiva indireta ou completiva nominal, com imposição da preposição “por” pelo verbo ou nome, respectivamente:
Torcemos por que tudo se resolva logo. (= torcemos por isso)
O Relator estava ansioso por que começasse a votação. (= ansioso por isso)
Não se pode confundir este último caso com o uso da conjunção de finalidade (conforme visto anteriormente). Veja a diferença:
Não expressou sua opinião porque não desanimasse os colegas.
Note que o nome opinião, anterior à conjunção, não exigiu a preposição por. Além disso, percebe-se a intenção, a finalidade de não expressar sua opinião: para que não desanimasse os colegas.
O Relator estava ansioso por que começasse a votação.
Aqui, o nome ansioso exige a preposição por, razão pela qual deve ser separada do que.