Recurso Português TJ RJ Técnico

Fala, pessoal!

 

Vamos de recurso Português TJ RJ Técnico!

Entendo que há duas questões passíveis de recurso: 11 e 15.

Estou tomando por base a prova tipo 1, branca, cujo link é o seguinte:

 

https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/tecnico-de-atividade-judiciaria-sem-especialidade-nm-t01-se-tipo-1.pdf

 

Recurso contra o gabarito – Questão 11 – FGV / TJ-RJ (2026)

(FGV / TJ RJ Técnico de Atividade Judiciária 2026)

Todas as frases abaixo trazem preposições em sua construção.

A única frase em que a preposição sublinhada foi usada corretamente é:

(A)       Todos os políticos nos encontramos contra o raio de ação de campanhas populares.

(B)       Os assaltantes não só levaram todas as joias da vitrine como atiraram sobre o gerente da loja.

(C)       As partidas que mais atraíam o público torcedor eram aquelas em que se enfrentavam Vasco e Flamengo.

(D)       No início a ideia principal era de incrementar a participação de todos nas decisões escolares.

(E)       Nos países do Terceiro Mundo – na África de forma especial –, o número de afetados de Aids aumenta dia a dia.

Gabarito preliminar: C

 

O gabarito preliminar indica como correta apenas a alternativa (C). Entretanto, uma análise gramatical criteriosa demonstra que a alternativa (E) também apresenta uso correto da preposição sublinhada, o que configura duplicidade de respostas corretas e autoriza a anulação da questão.

Na alternativa (C) – “As partidas que mais atraíam o público torcedor eram aquelas em que se enfrentavam Vasco e Flamengo.” –, o emprego da preposição em é plenamente adequado, pois “em que” funciona como adjunto adverbial: Vasco e Flamengo se enfrentavam naquela partida.

Todavia, a alternativa (E) – “Nos países do Terceiro Mundo – na África de forma especial –, o número de afetados de Aids aumenta dia a dia.” – também está correta, pois o adjetivo afetado admite regência com a preposição “de”, quando indica aquilo que atinge, compromete ou incide sobre alguém ou algo.

Gramáticas normativas e dicionários de regência reconhecem esse uso. O adjetivo afetado, no sentido de “atingido”, “acometido”, “alcançado por”, pode reger tanto a preposição por quanto a preposição de, a depender da construção semântica. Expressões como afetado de doença, afetados de epidemias e afetados de males crônicos são recorrentes na língua escrita formal e encontram respaldo na tradição gramatical.

Nesse contexto, a construção “afetados de Aids” é sintaticamente legítima e semanticamente clara, não configurando desvio de regência nem impropriedade vocabular. Assim, a preposição sublinhada em (E) foi empregada corretamente, atendendo integralmente ao comando da questão.

Dessa forma, constata-se que há pelo menos duas alternativas corretas (C e E), o que viola o princípio da univocidade exigido em questões objetivas de múltipla escolha.

Diante do exposto, requer-se a anulação da questão, por apresentar mais de uma resposta válida à luz da norma culta da Língua Portuguesa.

 


Recurso contra o gabarito – Questão 15 – FGV / TJ-RJ (2026)

(FGV / TJ RJ Técnico de Atividade Judiciária 2026)

O tema de um texto não está necessariamente relacionado com a sua finalidade. Observe com atenção o fragmento textual abaixo, cujo tema é astrologia.

“A mulher-libra deverá apelar para suas consideráveis reservas de simpatia para tolerar os acessos de melancolia e os longos silêncios do homem-escorpião. Ele não a abandonou: se limita a afastar-se da costa um pouco mais que de costume, nadando por águas mais profundas de meditação sobre os mistérios da vida e não necessita de ninguém que nade junto a ele. Prefere empreender sozinho essas incursões noturnas. Às perguntas ‘Em que você está pensando?’, ‘Por que está tão calado?’, ele as responderá com um olhar frio e mais silêncio. Mesmo os escorpiões mais falantes terão momentos de introspecção.”

O texto acima tem a finalidade de:

(A) valorizar a astrologia no contato social;

(B) ironizar os dados astrológicos nas relações amorosas;

(C) informar aos de libra e aos de escorpião sobre o contato;

(D) demonstrar a infalibilidade da astrologia;

(E) mostrar as diferenças entre os signos.

Gabarito preliminar: C

 

O gabarito preliminar aponta como correta a alternativa (C): “informar aos de libra e aos de escorpião sobre o contato”.

Entretanto, a escolha dessa alternativa merece contestação, pois se baseia em um termo excessivamente genérico e semanticamente indeterminado, que não encontra delimitação clara no fragmento textual apresentado.

A palavra “contato”, tal como empregada na alternativa (C), possui sentido amplo e vago, podendo referir-se a contato social, físico, afetivo, comunicativo, ocasional ou contínuo. O texto, contudo, não tematiza o “contato” em si, nem o toma como eixo central de desenvolvimento. O fragmento concentra-se, de modo mais específico, na diferença de comportamentos emocionais e psicológicos atribuídos aos signos de Libra e Escorpião, especialmente no que se refere à introspecção, ao silêncio e à forma de lidar com relações interpessoais.

Em nenhum momento o texto se propõe a informar “sobre o contato”, entendido como objeto temático autônomo. Ao contrário, o que se observa é uma caracterização contrastiva dos signos, explorando suas atitudes, reações e modos de se relacionar. Assim, o termo “contato”, por não ser textual nem conceitualmente desenvolvido, abre margem a múltiplas interpretações, o que compromete a precisão exigida em uma questão objetiva.

Além disso, o próprio comando da questão solicita a identificação da finalidade do texto, e não de um conteúdo acessório ou indiretamente inferido. Uma finalidade adequada deve ser formulada com clareza, especificidade e aderência ao texto-base, o que não ocorre na alternativa (C), justamente por empregar um substantivo abstrato e indefinido, ausente do recorte temático efetivamente explorado.

Dessa forma, a alternativa indicada como correta apresenta fragilidade semântica, induzindo o candidato à dúvida quanto ao tipo de “contato” a que se refere, o que é incompatível com os critérios de objetividade e precisão próprios das provas da banca.

Diante do exposto, solicita-se a anulação da questão, uma vez que a alternativa (C) se apoia em termo impreciso, não textualizado nem claramente tematizado no fragmento apresentado, comprometendo sua correção.

 

Concurso TCE PI: Edital Publicado com 12 Vagas e Salário Inicial de R$17 Mil

O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE PI) lançou o tão aguardado edital do seu concurso público, oferecendo 12 vagas imediatas para o cargo de Auditor de Controle Externo, com salário inicial de R$17.642,47. Além das vagas imediatas, o concurso também formará cadastro reserva para futuras oportunidades, oferecendo uma excelente chance para quem busca estabilidade e uma remuneração atrativa.

Especialidades e Vagas

O concurso TCE PI abrange diversas especialidades dentro do cargo de Auditor de Controle Externo, divididas da seguinte forma:

  • Infraestrutura e Segurança (TI): 2 vagas imediatas + 10 para cadastro reserva.
  • Sistemas, Engenharia de Dados e Ciência de Dados (TI): 4 vagas imediatas + 20 para cadastro reserva.
  • Engenharia: 4 vagas imediatas + 20 para cadastro reserva.
  • Área Comum (especialidade específica): 2 vagas imediatas + 10 para cadastro reserva.

Cada uma dessas especialidades exige formação superior em áreas específicas. Para as especialidades de TI, é necessário ter diploma na área de Tecnologia da Informação. Já para Engenharia, exige-se formação específica e registro no órgão de classe. A área comum requer diploma de nível superior em qualquer área.

 

Benefícios e Gratificações

Além do salário base, os servidores aprovados terão direito a gratificação de desempenho, além de auxílios alimentação e saúde, o que torna o pacote de benefícios ainda mais atrativo.

 

Inscrições

As inscrições para o concurso TCE PI estarão abertas entre os dias 19 de agosto e 19 de setembro no site da Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela organização do certame. Para confirmar a inscrição, os candidatos deverão pagar uma taxa de R$150.

Isenção de Taxa: Candidatos que se enquadrarem em uma das seguintes condições poderão solicitar isenção da taxa de inscrição entre os dias 19 e 21 de agosto:

  • Doadores de sangue;
  • Doadores de medula óssea;
  • Pessoas com deficiência;
  • Mesários e colaboradores em eleições;
  • Desempregados e pessoas necessitadas amparadas pela Lei Estadual n. 5.953/2009.

Etapas do Concurso

O processo seletivo será composto por provas objetiva e discursiva, ambas aplicadas no dia 17 de novembro na cidade de Teresina, PI. As provas objetivas terão 100 questões, distribuídas da seguinte forma:

  • Conhecimentos Básicos: 30 questões.
  • Conhecimentos Específicos: 35 questões.
  • Conhecimentos Especializados: 25 questões.

Cada questão apresentará cinco alternativas, sendo apenas uma correta.

Resumo concurso TCE PI

  • Instituto: Tribunal de Contas do Estado do Piauí
  • Situação atual: edital publicado
  • Banca: FGV
  • Cargos: auditor de controle externo
  • Salário: R$17.642,47
  • Vagas: 12
  • Inscrições: 19 de agosto a 19 de setembro
  • Provas: 17 de novembro

 

Confira o edital aqui

 

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Grande abraço!

Professor Décio Terror

 

Prova comentada Tribunal de Contas do Estado do Pará TCE PA 2024 Auditor de Controle Externo

Prova comentada Tribunal de Contas do Estado do Pará TCE PA 2024 Auditor de Controle Externo

Olá!

Vamos a mais uma prova comentada da banca FGV!

Após ler este material, dê um feedback para mim no Whatsapp (32 98447-5981) ou nos comentários deste post sobre este método escrito: se auxilia mais em relação ao vídeo, ok? É sempre importante entender o que funciona melhor para você!

Após a prova, você encontrará o raio-x e o gabarito.

Em seguida, você encontrará a prova comentada para sanar possíveis dúvidas.

Bom estudo!

Você pode baixar esta prova aqui!

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Assinale a opção em que os termos estão em paralelismo sintático, ou seja, apresentam segmentos estruturalmente idênticos.

(A) Viajarei pela Europa, conhecerei Paris e voltarei feliz da vida.

(B) Pelas notícias de ontem, o jornal de hoje faz temer as de amanhã.

(C) A imprensa mente, deturpa os fatos e agride o vernáculo.

(D) A conversação não é apenas dizer a coisa certa no momento certo, mas não dizer o que está errado no momento preciso.

(E) O amor é mais precioso que a vida, e a honra é mais preciosa que o dinheiro.

Comentário: O paralelismo sintático apresenta segmentos estruturalmente idênticos, ou seja, apresenta uma coordenação de termos ou orações de mesma base. Vale ressaltar que o fato de não haver paralelismo sintático não significa necessariamente que haverá erro gramatical.

Na alternativa (A), os verbos estão paralelos, pois estão enumerados no mesmo tempo: futuro do presente do indicativo. Porém, quanto à regência, eles não estão paralelos, pois o primeiro é intransitivo e é seguido do adjunto adverbial de lugar “pela Europa”; o segundo é transitivo direto e é seguido do objeto direto “Paris” e o terceiro é intransitivo e é seguido do predicativo do sujeito dentro de um predicado verbo-nominal “feliz”. Confirme:

Viajarei pela Europa, conhecerei Paris e voltarei feliz da vida.

Na alternativa (B), não há paralelismo, por não haver termos coordenados, enumerados. Confirme:

Pelas notícias de ontem, o jornal de hoje faz temer as de amanhã.

Na alternativa (C), os verbos estão paralelos, pois estão enumerados no mesmo tempo: presente do indicativo. Porém, quanto à regência, eles não estão paralelos, pois o primeiro é intransitivo; o segundo é transitivo direto e é seguido do objeto direto “os fatos” e o terceiro é transitivo direto e é seguido do objeto direto “o vernáculo”. Confirme:

A imprensa mente, deturpa os fatos e agride o vernáculo.

Na alternativa (D), o verbo “dizer” é transitivo direto e é repetido com dois objetos diretos de bases diferentes: o primeiro é constituído do substantivo “coisa” precedido do artigo “a”; o segundo é constituído do pronome demonstrativo “o” seguido da oração subordinada adjetiva “que está errado”. Ambos objetos diretos são seguidos de adjuntos adverbiais temporais “no momento certo” e “no momento preciso”. Confirme:

A conversação não é apenas dizer a coisa certa no momento certo, mas não dizer o que está errado no momento preciso.

A alternativa (E) é a correta, pois há duas orações coordenadas entre si com sujeito constituído de substantivo precedido de artigo definido (“O amor” e “a honra”). Ambas orações apresentam o verbo de ligação “é” e o predicativo é constituído de adjetivo comparativo (“mais precioso que a vida”, “mais preciosa que o dinheiro”).

Assim, há um paralelismo sintático perfeito. Confirme:

O amor é mais precioso que a vida, e a honra é mais preciosa que o dinheiro.

Gabarito: E

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

As frases abaixo mostram uma comparação. Assinale a opção em que a comparação não é explicada.

(A) Ideias são como crianças. As nossas são sempre maravilhosas.

(B) As bibliotecas são como as farmácias: muitos venenos e poucos remédios.

(C) A leitura, como a comida, não alimenta se não digerida.

(D) Os discursos são como as orações copiadas dos textos religiosos.

(E) Os talheres são como o papel higiênico: só ficam limpos se não forem usados.

Comentário: Na alternativa (A), há a comparação entre “ideias” e “crianças”. A explicação reside na oração seguinte, a qual afirma que, assim como as crianças, nossas ideias são sempre vistas por nós como maravilhosas. Para confirmar, poderíamos até reajustar os períodos com a conjunção “pois”. Compare:

Ideias são como crianças. As nossas são sempre maravilhosas.

Ideias são como crianças, pois nossas são sempre maravilhosas.

Na alternativa (B), há a comparação entre “bibliotecas” e “farmácias”. O sinal de dois-pontos evidencia que o termo “muitos venenos e poucos remédios” é um aposto explicativo. Veja:

As bibliotecas são como as farmácias: muitos venenos e poucos remédios.

Na alternativa (C), há comparação entre “leitura” e “comida”, e a explicação está no segmento “não alimenta se não digerida”. Veja de forma mais evidente por meio da conjunção “pois”:

A leitura, como a comida, não alimenta se não digerida.

A leitura é como a comida, pois não alimenta se não digerida.

A alternativa (D) é a que deve ser marcada, pois houve apenas a comparação entre “os discursos” e “as orações copiadas dos textos religiosos”. Note que não há qualquer segmento explicativo:

Os discursos são como as orações copiadas dos textos religiosos.

Na alternativa (E), há a comparação entre “talheres” e “papel higiênico”. O sinal de dois-pontos evidencia que a oração “só ficam limpos se não forem usados” é explicativa, tanto assim que podemos trocar o sinal de dois-pontos pela conjunção “pois”. Compare:

Os talheres são como o papel higiênico: só ficam limpos se não forem usados.

Os talheres são como o papel higiênico, pois só ficam limpos se não forem usados.

Gabarito: D

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

As frases abaixo são construídas contando com a duplicidade de sentido de um termo, à exceção de uma. Assinale-a.

(A) Livro raro é aquele devolvido depois de emprestado.

(B) Eu, quando tenho de enviar uma mensagem, não escrevo um livro: vou aos Correios.

(C) Como dizia o esquartejador, vamos por partes.

(D) Os homens de poucas palavras são os melhores.

(E) A única pessoa que escuta os dois lados de uma discussão é o sujeito do apartamento vizinho.

Comentário: A questão parece pedir a alternativa que não apresenta ambiguidade. Mas, na realidade, ao observarmos as alternativas, notamos que a questão apresenta 4 alternativas com palavras que têm um sentido original comum, mas, pelo contexto, está sendo empregada em sentido diferente.

Na alternativa (A), o adjetivo “raro”, originalmente, significa algo que é incomum, difícil de encontrar ou valioso devido à sua escassez. Por exemplo, um “livro raro” pode ser uma edição especial ou antiga, a que poucas pessoas têm acesso.

Na frase, “raro” é usado de maneira figurativa e irônica. O autor brinca com o fato de que é incomum que as pessoas devolvam livros depois de emprestá-los. Aqui, “raro” não se refere ao valor ou à dificuldade de encontrar o livro em si, mas ao fato de que é raro (incomum) que alguém devolva um livro que pegou emprestado.

Na alternativa (B), a palavra “livro” pode referir-se a uma obra escrita ou, de forma figurada, a um texto muito longo. A frase aproveita essa duplicidade de sentidos ao sugerir que, quando a pessoa precisa enviar uma mensagem, ela prefere ser breve e objetiva, em vez de escrever um texto longo e detalhado (que é comparado metaforicamente a “escrever um livro”). Em vez de escrever um livro, o que tomaria muito tempo, a pessoa “vai aos Correios”, que é uma maneira figurada de dizer que ela faz algo mais direto ou prático para se comunicar.

Na alternativa (C), a duplicidade de sentido está na expressão “vamos por partes”. Essa frase pode ser interpretada literalmente, referindo-se à ação do esquartejador, cortar literalmente, ou figuradamente, como uma sugestão de resolver um problema de maneira organizada, dividindo-o em etapas.

A alternativa (D) é a que não apresenta ambiguidade, pois a frase faz uma afirmação direta sobre homens de poucas palavras, sem explorar um jogo de palavras ou significados duplos.

Na alternativa (E), há ambiguidade, pois há um jogo de palavras com “escutar os dois lados”. No sentido figurado, que é o mais usado, refere-se à imparcialidade de considerar diferentes pontos de vista; no literal, refere-se à habilidade física de ouvir. O humor da frase surge da interpretação literal, em que o vizinho escuta ambos os lados da discussão devido à proximidade física.

Gabarito: D

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Assinale a opção em que a frase inicial, introduzida pela conjunção “se”, não apresenta valor de condição.

(A) Se a voz do povo é a voz de Deus, começo a pressupor que Deus é um sujeito muito calado.

(B) Se os homens são tão maus com o auxílio da religião, como seriam sem ela?

(C) Se os homens tivessem verdadeiramente convicção de sua fé, seriam todos santos.

(D) Se quiserdes saber o que Deus pensa do dinheiro, é só olhar a quem Ele o dá.

(E) Se existe Deus, por que há coisas como a fome e os horários políticos na televisão?

Comentário: Na alternativa (A), há relação de condição factual e resultado. A frase sugere que, caso a voz do povo seja realmente considerada a voz de Deus, então é possível concluir que Deus é muito calado, supostamente porque a população não se manifesta, não busca seus direitos. Confirme:

Se a voz do povo é a voz de Deus, começo a pressupor que Deus é um sujeito muito calado.

A alternativa (B) é a que não apresenta valor de condição. Como há uma estrutura parecida com a da alternativa (E), vamos apontar as diferenças das duas mais adiante, com uma explicação mais didática.

Na alternativa (C), há uma relação de condição hipotética e resultado. A frase afirma que, caso os homens tivessem verdadeira convicção de sua fé, o resultado seria que todos seriam santos. Confirme:

Se os homens tivessem verdadeiramente convicção de sua fé, seriam todos santos.

Na alternativa (D), há uma relação de condição hipotética e resultado, pois entendemos que, se a pessoa quiser saber algo sobre o pensamento de Deus, o resultado será obtido ao observar quem Ele favorece. Confirme:

Se quiserdes saber o que Deus pensa do dinheiro, é só olhar a quem Ele o dá.

Na alternativa (E), há uma relação de condição e resultado.

As alternativas (B) e (E) apresentam uma estrutura semelhante, pois há oração subordinada iniciada com a conjunção “se” e a oração principal é uma pergunta.

Vamos observar primeiramente a alternativa (E).

Nela se percebe um questionamento da existência de Deus, porque, se ele existisse mesmo, não deveria haver coisas como a fome e, de uma forma bem-humorada, os horários políticos na televisão.

Assim, percebe-se que a pergunta é retórica e é feita justamente para provocar a reflexão sobre a existência de Deus. A pergunta não induz uma resposta direta.

Para deixar mais claro, poderíamos reconstruir essa relação de condição e resultado com a transformação dessa pergunta retórica numa afirmação já gerada dessa condição. Compare:

Se existe Deus, por que há coisas como a fome e os horários políticos na televisão?

Se existe Deus, não deveria haver coisas como a fome e os horários políticos na televisão.

Percebeu agora que o questionamento é retórico e conseguimos desenvolvê-lo numa afirmação resultante da condição?

Agora, vamos à alternativa (B), a qual também apresenta questionamento.

Note que há uma relação de condição hipotética. O resultado (“como seriam”) se dá pela condição expressa no adjunto adverbial condicional “sem ela”, e não pela oração subordinada “Se os homens são tão maus com o auxílio da religião”.

Assim, tal oração subordinada não é a condição para a pergunta. Ela é a base de raciocínio que fica subentendida no adjunto adverbial condicional “sem ela”. Vamos a algumas formas para deixar isso bem claro:

Já que os homens são tão maus com o auxílio da religião, como seriam sem a religião?

Como seriam os homens sem a religião, já que eles são tão maus com o auxílio dela?

Se os homens são tão maus com o auxílio da religião, como seriam sem ela?

Agora ficou mais fácil notar que a condição não está na oração subordinada, mas no adjunto adverbial de condição “sem ela”.

Isso confirma a alternativa (B) como o gabarito desta questão.

Gabarito: B

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Assinale a frase em que o termo sublinhado mostra valor interrogativo.

(A) Não sei como é a alma de um criminoso, mas a alma do homem bom, honesto, é um inferno.

(B) Se quem ama o vinho e o amor vai para o inferno, o paraíso deve estar vazio.

(C) Onde há humanos há moscas e deuses.

(D) Uma sociedade sem religião é como um navio sem bússola.

(E) Não é lícito confiar quando os deuses são contrários.

Comentário: As palavras grifadas “como”, “quem”, “onde”, “quando” podem fazer parte de frases interrogativas diretas ou indiretas.

Numa frase interrogativa direta, deve haver finalização com ponto de interrogação, mas isso não ocorreu em nenhuma alternativa.

Numa frase interrogativa indireta, a palavra “quem” pode ser um pronome interrogativo, quando a oração principal transmitir dúvida, por meio do verbo “saber” ou sinônimo, como, por exemplo:

Eu não sei quem está aí.

O mesmo ocorre com os vocábulos “como”, “onde”, “quando”, que passam a advérbios interrogativos, como nos exemplos:

Eu não sei como ela está.

Eu não sei onde ela está.

Eu não sei quando ela vem.

Assim, notamos que a alternativa (A) é a correta, pois “como” é um advérbio interrogativo de modo, dentro de uma típica frase interrogativa indireta, constituída da oração principal, que expressa dúvida, por meio do verbo “saber” e da oração “como é a alma de um criminoso”, que é subordinada substantiva objetiva direta, cujo conectivo não é conjunção integrante, mas o advérbio interrogativo de modo “como”.

Sempre que há uma frase interrogativa indireta, pode-se transpô-la em direta:

Como é a alma de um criminoso?

Gabarito: A

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Assinale a opção que apresenta o texto que deve ser classificado como descritivo.

(A) A escola de samba entrou na avenida, passou diante dos jurados e, quando saiu na zona de dispersão, dava a impressão de ter certeza da vitória.

(B) Os jurados estavam sentados numa espécie de plataforma que se debruçava sobre a passarela do desfile, mostrando sempre muita atenção ao que se desenrolava à sua frente.

(C) As escolas de samba continuam sendo uma grande atração do carnaval carioca e é a razão principal da presença de turistas na cidade do Rio.

(D) O mestre-sala exibiu toda a sua categoria de sambista, fez os cumprimentos necessários aos jurados, agradeceu os aplausos do público e continuou sua caminhada.

(E) A bateria de uma escola de samba é uma atração à parte, atraindo o interesse do público em geral, já que ela se encarrega de dar o ritmo necessário ao samba.

Comentário: Para identificar qual das alternativas apresenta um texto de natureza descritiva, é importante entender que um texto descritivo tem como principal característica a apresentação de detalhes que visam retratar uma cena, objeto, pessoa ou ambiente, com o objetivo de criar uma imagem mental clara no leitor. O foco está nas características, qualidades e estados, sem que haja progressão temporal ou uma sequência de ações que mova a narrativa adiante.

Na alternativa (A), a frase apresenta uma sequência de ações realizadas pela escola de samba. O foco está na ação (entrar, passar, sair), o que caracteriza um texto narrativo, e não descritivo. Confirme:

 A escola de samba entrou na avenida, passou diante dos jurados e, quando saiu na zona de dispersão, dava a impressão de ter certeza da vitória.

A alternativa (B) é a correta, pois há uma descrição da posição dos jurados e da plataforma onde estavam, além da atenção que eles demonstravam. A frase não narra uma ação, mas sim descreve um cenário e o comportamento dos jurados, o que é característico de um texto descritivo. Confirme:

Os jurados estavam sentados numa espécie de plataforma que se debruçava sobre a passarela do desfile, mostrando sempre muita atenção ao que se desenrolava à sua frente.

Na alternativa (C), a frase faz uma afirmação sobre a importância das escolas de samba no carnaval carioca e sua atração para turistas. É uma frase dissertativa e transmite uma opinião, não descrevendo uma cena ou objeto. Confirme:

As escolas de samba continuam sendo uma grande atração do carnaval carioca e é a razão principal da presença de turistas na cidade do Rio.

Na alternativa (D), há novamente uma sequência de ações (exibir, fazer, agradecer, continuar). Portanto, é um texto narrativo, e não descritivo. Confirme:

O mestre-sala exibiu toda a sua categoria de sambista, fez os cumprimentos necessários aos jurados, agradeceu os aplausos do público e continuou sua caminhada.

Na alternativa (E), a frase também faz uma afirmação sobre a importância da bateria de uma escola de samba, explicando seu papel no contexto do desfile. É uma frase dissertativa e transmite uma opinião, não descrevendo uma cena ou objeto. Confirme:

A bateria de uma escola de samba é uma atração à parte, atraindo o interesse do público em geral, já que ela se encarrega de dar o ritmo necessário ao samba.

Gabarito: B

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Observe o trecho descritivo abaixo, que tem por objeto um personagem de uma cidade interiorana:

’Seu Paulo’ era um mineiro já de alguma idade, que já havia trabalhado em São Paulo como motorista, mas agora era um faz-tudo em Lavras. Tinha bom humor, gostava muito de conversar e, na minha pequena propriedade, fazia as pequenas tarefas agrícolas diárias, como limpar o terreno, botar água nas plantas e tirar pragas que surgissem na grama.

Essa pequena descrição

(A) procura identificar o personagem por meio de seus traços físicos.

(B) destaca sobretudo os traços psíquicos do personagem.

(C) mostra traços físicos e psíquicos do personagem.

(D) descreve o personagem em diversas épocas, procurando valorizá-lo.

(E)   indica somente características sociais do personagem descrito, mostrando-o como símbolo do interiorano.

Comentário: Para resolver essa questão, é necessário analisar o trecho descritivo e identificar o tipo de características que são enfatizadas na descrição do personagem “Seu Paulo”.

A alternativa (A) está errada, pois o trecho não menciona características físicas detalhadas. Apenas é mencionado que “Seu Paulo” já tinha “alguma idade”, o que não é suficiente para considerar uma descrição física. As características físicas de uma pessoa envolveriam sua altura, cor de cabelo, tipo físico, feições, etc., o que não ocorreu no texto.

A alternativa (B) é a correta, pois esse trecho foca nas características psicológicas e comportamentais de “Seu Paulo”, como seu bom humor e gosto por conversar, além de descrever suas atividades diárias, que são tarefas agrícolas. Confirme:

’Seu Paulo’ era um mineiro já de alguma idade, que já havia trabalhado em São Paulo como motorista, mas agora era um faz-tudo em Lavras. Tinha bom humor, gostava muito de conversar e, na minha pequena propriedade, fazia as pequenas tarefas agrícolas diárias, como limpar o terreno, botar água nas plantas e tirar pragas que surgissem na grama.

A alternativa (C) está errada, pois, como vimos na alternativa (A), o trecho não menciona características físicas.

A alternativa (D) está errada, pois o texto menciona o passado de “Seu Paulo” como motorista em São Paulo, mas foca principalmente em sua vida atual em Lavras. Não há uma narrativa detalhada que aborde diversas épocas ou tente valorizar o personagem por esse viés.

A alternativa (E) está errada, pois, embora o trecho mostre “Seu Paulo” como um faz-tudo em Lavras, o foco não é exclusivamente social, mas também abrange aspectos de sua personalidade e atividades diárias.

Gabarito: B

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Observe o pequeno texto narrativo a seguir:

Passeava despreocupadamente pelas ruas do meu bairro e passei diante de uma loja da loteria esportiva e me lembrei de que havia um alto prêmio acumulado. Fiquei tentado em jogar, mas não podia gastar aquele dinheiro no momento e desisti. Um pouco mais adiante, porém, arrependi-me e voltei para a loja.

Sobre a estruturação desse texto narrativo, assinale a afirmação inadequada.

(A) Há uma situação inicial que mostra o passeio despreocupado do narrador.

(B) Ocorre um fato motivador de uma modificação na situação inicial, que é o fato de passar pela loja de loteria e lembrar-se do prêmio acumulado.

(C) Há uma discussão interior do personagem que corresponde à trama narrativa e a um problema a ser resolvido.

(D) Desistir de jogar corresponde a uma solução temporária do conflito interior do narrador.

(E) Arrepender-se equivale ao final da narrativa, em que o conflito do texto é resolvido.

Comentário: O texto narrativo descreve uma sequência de eventos simples.

Quanto à estrutura, há uma situação inicial, em que o narrador está passeando despreocupadamente pelas ruas do bairro.

Em seguida, há um fato motivador (complicação), em que o narrador passa por uma loja de loteria, lembra-se do prêmio acumulado e sente-se tentado a jogar.

Em seguida, há um conflito, uma discussão interior, pois o narrador pondera sobre a possibilidade de jogar, mas decide não gastar o dinheiro no momento.

Posteriormente, o narrador continua o passeio, mas se arrepende de não ter jogado e decide voltar para a loja.

Como fecho, o arrependimento leva o narrador a retornar à loja de loteria, sugerindo que o conflito interior foi resolvido ao tomar essa decisão.

A alternativa (A) está adequada, pois a situação inicial (“Passeava despreocupadamente pelas ruas do meu bairro”) é, de fato, o passeio despreocupado do narrador pelas ruas do bairro.

A alternativa (B) está adequada, pois realmente há o fato motivador, que introduz o conflito, é o momento em que o narrador passa pela loja de loteria e lembra-se do prêmio acumulado: “e passei diante de uma loja da loteria esportiva e me lembrei de que havia um alto prêmio acumulado”.

A alternativa (C) está adequada, pois realmente o narrador enfrenta uma discussão interior sobre gastar ou não o dinheiro para tentar ganhar o prêmio, o que corresponde ao conflito central da narrativa: “Fiquei tentado em jogar, mas não podia gastar aquele dinheiro no momento e desisti”.

A alternativa (D) está adequada, pois o narrador inicialmente desiste de jogar, o que pode ser visto como uma solução temporária para o conflito. No entanto, o arrependimento posterior mostra que o conflito não estava completamente resolvido: “Fiquei tentado em jogar, mas não podia gastar aquele dinheiro no momento e desisti. Um pouco mais adiante, porém, arrependi-me e voltei para a loja.”.

A alternativa (E) é a inadequada, pois o arrependimento do narrador não representa o final da narrativa ou a resolução do conflito; ele apenas leva a um novo desdobramento, que é a decisão de voltar para a loja, onde o conflito interior do narrador é finalmente resolvido: “Um pouco mais adiante, porém, arrependi-me e voltei para a loja.

Logo, o fim da narrativa está no momento em que ele volta para a loja e joga.

Gabarito: E

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Assinale a oração adversativa que estabelece entre os segmentos indicados uma relação de real oposição.

(A) A palavra é dom de todos, mas a sabedoria cabe a poucos.

(B) Há muito o que saber, mas pouco que viver.

(C) O que os homens realmente querem não é conhecimento, mas certezas.

(D) Esteja pronto para escutar, mas lento para dar a resposta.

(E) Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende.

Comentário: Uma oração coordenada adversativa é aquela que estabelece uma relação de contraste ou oposição entre duas ideias. Geralmente, é introduzida por conjunções como “mas”, “porém”, “contudo”, “entretanto”, “todavia”, entre outras.

A característica principal da oração adversativa é que as ideias contrastadas têm sentidos opostos ou, pelo menos, apresentam algum tipo de divergência significativa.

Mas a questão pede o sentido de oposição, contrário.

Na alternativa (A), ocorre contraste, pois houve apenas a generalização de que a palavra é dom de todos e em seguida a restrição de que a sabedoria cabe a poucos. Note que essas palavras não são contrárias, opostas.

Na alternativa (B), não há uma relação de oposição no sentido de que essas duas ideias sejam contrárias, mas sim uma comparação entre a quantidade de conhecimento disponível e o tempo limitado de vida. Essa comparação é feita para destacar a diferença entre saber e viver.

Na alternativa (C), há contraste entre “conhecimento” e “certezas”. Embora “conhecimento” e “certezas” sejam diferentes, a oposição não é tão direta, pois as duas ideias podem coexistir; não há uma oposição completa, mas sim uma distinção de valor ou prioridade.

Na alternativa (D), não há oposição direta. Estar pronto não é contrário ou oposto de ser lento, da mesma que forma escutar não é oposto de dar a resposta.

A alternativa (E) é a correta, pois a frase estabelece uma clara oposição entre “quem sempre ensina” e “quem de repente aprende“, já que a frase desafia a concepção tradicional de um mestre como alguém que está constantemente em posição de ensinar, ao propor que o verdadeiro mestre é aquele que, em vez de apenas ensinar, também está aberto a aprender.

Gabarito: E

 

  1. (FGV / TCE PA Auditor de Controle Externo 2024)

Leia a frase abaixo com atenção:

Ninguém fica velho apenas por viver, mas por perder o interesse em viver.

Assinale a afirmativa correta o significado ou a estruturação dessa frase.

(A) A relação entre os segmentos da frase não é de oposição, mas de diferença.

(B) O adjetivo “velho”, no contexto da frase, tem alto valor pejorativo.

(C) O segundo segmento da frase retifica algo dito erradamente no primeiro segmento.

(D) O termo “fica velho” pode ser adequadamente substituído por “envelheceu”.

(E) O emprego de “apenas” mostra uma visão negativa do ato de viver.

Comentário: A alternativa (A) é a correta, pois oposição significa ideias contrárias. Note que a segunda causa “por perder o interesse em viver” não é contrária, oposta à anterior: por viver.

Assim, houve apenas um contraste, uma diferença, entre ficar velho por viver e ficar velho por perder o interesse em viver.

A alternativa (B) está errada, pois o adjetivo “velho” não carrega um valor pejorativo, negativo. A frase está focada na ideia de envelhecimento como um estado de espírito ou condição emocional, e não em uma crítica ou desvalorização explícita da velhice.

A alternativa (C) está errada, pois o segundo segmento da frase não corrige ou retifica o primeiro; em vez disso, ele aprofunda a ideia, acrescentando uma explicação mais completa sobre a causa do envelhecimento. Não há uma correção de erro, mas uma complementação que diferencia as causas de “ficar velho”.

A alternativa (D) está errada, pois a expressão “fica velho” é empregada em sentido figurativo e sugere que a velhice é mais uma questão de estado mental, de comportamento, da perda de interesse em viver (conforme se percebe no segundo segmento da frase).  Por isso, foi afirmado que ninguém fica velho apenas por viver, mas por perder o interesse em viver.

A troca por “envelheceu” daria ao trecho o sentido literal, que é o processo natural de envelhecimento, o que altera o sentido original da frase e implicaria incoerência na frase. A própria frase defende que ficar velho não é envelhecer, isto é, não é apenas pelo longo tempo de vida.

A alternativa (E) está errada, pois o uso de “apenas” não carrega uma visão negativa do ato de viver, mas sim relativiza a ideia de que viver por si só não é suficiente para “ficar velho”. A frase sugere que envelhecer está mais relacionado à perda do interesse em viver do que ao simples ato de viver.

Gabarito: A

Sai edital do concurso TJ AP

Edital Concurso TJ AP 2024: 58 Vagas na Área de Apoio. 

Se você sonha em ingressar no mundo jurídico e atuar no Tribunal de Justiça do Amapá (TJ AP), temos uma boa notícia para você. O edital do concurso TJ AP acaba de ser divulgado, oferecendo 58 vagas nas carreiras de técnico e analista, com salários iniciais atrativos, atingindo R$8,5 mil!

Leia o edital na integra aqui 

Datas Importantes:

  • Inscrições: De 13 de novembro a 21 de dezembro de 2023
  • Taxa de Inscrição: Varia entre R$95 e R$105
  • Data da Prova: 24 de março de 2024
  • Local da Prova: Macapá, AP

Para realizar a inscrição:

Os interessados poderão se inscrever no portal da banca FGV, entre os dias 13 de novembro e 21 de dezembro de 2023. O valor da taxa varia entre R$95 e R$105. Fique atento ao site oficial do concurso para quaisquer atualizações ou informações adicionais sobre o processo de inscrição.

Isenção da Taxa de Inscrição:

Conforme indicado no edital, haverá a isenção da taxa de inscrição para os seguintes grupos:

  • Inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
  • Portadores de necessidades especiais e reconhecidamente pobres.
  • Doadores de sangue.
  • Pessoas com necessidades especiais físicas, auditivas e visuais.

O período para solicitação da isenção da taxa estará aberto das 16h do dia 13 de novembro às 16h do dia 16 de novembro. Certifique-se de verificar os requisitos e procedimentos específicos para solicitar a isenção, conforme detalhado no edital do concurso.

Provas do concurso TJ AP 

Os candidatos serão avaliados por meio de:

  • Provas objetivas: Serão aplicadas no dia 24 de março de 2024 em Macapá AP, contendo 80 questões de múltipla escolha.
  • Perícia médica: Para candidatos que se declararem com deficiência.

As provas objetivas serão realizadas em dois turnos:

  • Turno da manhã, das 8h às 12h30 (horário de Brasília), para o cargo de analista judiciário.
  • Turno da tarde, das 15h às 19h30 (horário de Brasília), para o cargo de técnico judiciário.

As provas objetivas exigirão conhecimentos nas seguintes áreas, dependendo do cargo:

  • Para o cargo de analista judiciário (exceto execução de mandados e área judiciária):
    • Língua Portuguesa: 25 questões.
    • Legislação Específica e Noções de Direito Constitucional e Administrativo: 15 questões.
    • Conhecimentos Específicos: 40 questões.

Esteja preparado para enfrentar essas etapas desafiadoras e destacar-se neste concurso altamente competitivo.

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Veja o curso que preparamos para você: 

O que nos destaca dos demais cursos é a nossa abordagem focada na escala de prioridades da banca FGV, assim você estuda o que realmente importa.

Sabemos que cada banca tem suas particularidades, por isso, treinar é fundamental para aumentar o seu desempenho. Para isso,  temos mais de  1.000 questões comentadas da FGV, oferecendo explicações detalhadas que vão além do simples acerto ou erro.

Além disso, disponibilizamos no cursos mais de 70 provas comentadas.

Com nosso curso de português focado na banca FGV você estará mais bem preparado para enfrentar os desafios e alcançar o sucesso que deseja em sua carreira no setor ambiental.

 

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Grande abraço!

Professor Décio Terror

Semana Nacional de Redação – Material

16/10 – Aula 1

Material: Baixe aqui!

https://www.youtube.com/watch?v=d58TVYQjCgs

 

 

17/10 – Aula 2

Material: Baixe aqui!

 

 

 

18/10 – Aula 3

Material de apoio das aulas no Youtube

Simulado 1 de Português.

Pegue o material de apoio aqui:

Simulado 20 junho 2026

 

O vídeo da aula é este aqui:

https://youtu.be/YYHSY-N5_ms

 

 

Aula 10/10 Quinta com Terror / Concurso Correios / Questões IBFC

Material de Apoio

 

Aula 19/09 Quinta com Terror / Concurso Correios / Questões IBFC

Material de Apoio

Aula 10/09 Prova Português TJ SP Escrevente 2024

Baixe a prova TJ SP 2024 aqui

 

Aula 05/09 Acentuação gráfica IBFC

1. Acentuação material de apoio

Confira a aula aqui:

 

Aula 03/09 Provas comentadas TJ SP

vunesp-2023-tj-sp-oficial-de-justica-prova

vunesp-2024-tj-sp-psicologo-judiciario-prova

Link da aula:

 

Aula 29/08 Significado de palavras banca VUNESP

24. Significado de palavras VUNESP material de apoio

Link da aula:

Aula 27/08 2 provas comentadas Português CEBRASPE

Prova 1 CEBRASPE Câmara de Maceió Apoio Administrativo

Prova 2 CEBRASPE Câmara de Maceió Analista Administrativo

 

Acesso a aula abaixo:

 

Aula 22/08 Quinta com Terror – Questões de pronomes

Material de Pronomes

 

 

Aula de 13/08 – Revisão CNU

Baixe o material 1 aqui

Baixe o material 2 aqui

A aula está disponível abaixo

22/02 – Português CEBRASPE:

Provas comentadas Português CNPQ e Prefeitura de Camaçari BA 2024

 

 

Baixe o Material em PDF aqui

 

Espero você!

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Professor Décio Terror

 

Edital TJ SE foi publicado!

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ SE), publicou nesta segunda-feira 26 de junho, o edital para o concurso 2023, com 61 vagas imediatas mais cadastro de reserva, para cargos de técnico e analista judiciário. Do total de oportunidades, 52 são para técnico judiciário, de nível médio, e nove para analista judiciário, de nível superior.

Resumo do TJ SE:

  • Órgão: Tribunal de Justiça de Sergipe
  • Vagas: 61
  • Cargos: técnico judiciário e analista judiciário
  • Requisitos: níveis médio e superior
  • Salários: R$3.738,62 para técnico judiciário e R$6.134,62 para analista judiciário
  • Inscrições: 3 de julho a 2 de agosto
  • Provas: 15 de outubro
  • Banca: Fundação Getulio Vargas (FGV)

Sobre as cargos, salários e inscrições:

As remunerações iniciais são de R$3.738,62, para técnico judiciário, e de R$6.134,62, para analista judiciário. A jornada de trabalho será de 30 horas.

Quanto as inscrições serão aceitas de  3 de julho a 2 de agosto, e podem ser realizadas pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora. A taxa de inscrição de R$100, para técnicos, e R$150, para analistas.

Já as provas estão marcadas para 15 de outubro de 2023.

Sobre as provas:

Serão cobradas 20 questões de língua Portuguesa em prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório.

Clique aqui e saiba o que preparamos para você se preparar para o concurso TJ SE:

tjse

Veja o conteúdo programático:

1. Acentuação gráfica
2. Ortografia (emprego de letras e hífen)
3. Estrutura e formação de palavras. Formas de abreviação. Vocabulário: neologismos, arcaísmos, estrangeirismos; latinismos.
4. Classes de palavras; os aspectos morfológicos, sintáticos, semânticos e textuais: fundamentos
5. Classes de palavras: Interjeição.
6. Classes de palavras: Substantivo.
7. Classes de palavras: Artigo.
8. Classes de palavras: Adjetivo.
9. Classes de palavras: Numeral.
10. Classes de palavras: Preposição.
11. Classes de palavras: Advérbio.
12. Classes de palavras: Verbo. Emprego de tempos e modos dos verbos em português.
13. Classes de palavras: Locução verbal.
14. Classes de palavras: Verbos irregulares.
15. Classes de palavras: Pronomes. Colocação pronominal.
16. Organização sintática das frases: termos e orações. Ordem direta e inversa. Pontuação e sinais gráficos.
17. Tipologia da frase portuguesa. Orações coordenadas. Conjunções. Pontuação e sinais gráficos.
18. Orações subordinadas substantivas. Conjunção.
19. Orações subordinadas adjetivas. Pronome relativo. Pontuação e sinais gráficos.
20. Orações subordinadas adverbiais. Conjunções. Pontuação e sinais gráficos.
21. Concordância verbal e nominal.
22. Transitividade e regência de nomes e verbos.
23. Crase.
24. Estrutura da frase portuguesa: operações de deslocamento, substituição, modificação e correção. Problemas estruturais das frases. Norma culta.
25. Semântica: sinônimos, antônimos.
26. Semântica: polissemia e ambiguidade.
27. Semântica: hipônimos e hiperônimos.
28. Semântica: homônimos, parônimos.
29. Semântica: sentido próprio e figurado.
30. Marcas de textualidade: coesão, coerência e intertextualidade.
31. Coesão e coerência.
32. Intertextualidade.
33. Tipos de discurso
34. Elementos dos atos de comunicação. Funções da linguagem.
35. Registros de linguagem (Variação linguística).
36. Modos de organização discursiva: descrição, narração, exposição, argumentação e injunção; características específicas de cada modo.
37. Tipos textuais: informativo, publicitário, propagandístico, normativo, didático e divinatório; características específicas de cada tipo. Os dicionários: tipos; a organização de verbetes.
38. Interpretação e Compreensão de texto. Organização estrutural dos textos. Textos literários e não literários. Os modalizadores.
39. Estratégias argumentativas.
40. A linguagem e a lógica.
41. Máximas conversacionais.
42. Mais de 50 provas comentadas da banca FGV.

 

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Professor Décio Terror

Concurso ISS RJ: Editais publicados!

O Concurso ISS RJ é uma excelente oportunidade para aqueles que desejam ingressar na carreira fiscal e buscar estabilidade profissional. Com a publicação dos editais 1 e 2, os interessados já podem se preparar e se inscrever para concorrer às vagas disponíveis.

No edital 1, estão sendo oferecidas 18 vagas imediatas para o cargo de Analista de Planejamento e Orçamento (APO). É importante ressaltar que essa função exige nível superior completo, uma vez que faz parte da carreira fiscal permanente da Administração do Município. Os candidatos têm até o dia 12 de junho de 2023 para realizar suas inscrições.

Já no edital 2, são disponibilizadas 50 vagas para o cargo de Fiscal de Rendas. Assim como no edital 1, também é necessário possuir formação superior completa para concorrer a essa posição. As inscrições para o edital 2 estarão abertas a partir do dia 29 de maio.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi escolhida como a banca organizadora responsável pelo concurso público. A instituição será responsável por conduzir todas as etapas do processo seletivo, desde as inscrições até a aplicação das provas objetivas e demais fases.

No que se refere à situação atual do certame, ambos os editais já foram publicados, o que demonstra o compromisso da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro em oferecer transparência e agilidade no processo de seleção. É importante lembrar que essas informações estão sujeitas a atualizações, por isso é fundamental ficar atento ao cronograma oficial.

Um fator bastante atrativo desses concursos é a remuneração e os benefícios oferecidos aos aprovados. No edital 1, a remuneração inicial é de R$ 12.542,03, enquanto no edital 2, o salário inicial é de R$ 26.068,43. Além disso, os servidores municipais terão uma carga horária de até 40 horas semanais.

Sobre as inscrições: 

Os interessados em participar do certame deverão se inscrever via internet, pelo site da FGV .

A taxa de inscrição para o edital 1 será de R$ 125,00 para o cargo de Analista de Planejamento e Orçamento (APO). Já para o edital 2, será de R$ 260,00 para o cargo de Fiscal de Rendas.

Sobre a prova para o Concurso ISS RJ:

A Prova Objetiva objetiva será aplicada em caráter eliminatório e classificatório.
Confira o que preparamos para você, e estude com o melhor conteúdo de Português.

O curso de Português para a ISS RJ (Secretaria Municipal de Fazenda do Rio de Janeiro) é focado no aprofundamento teórico e na prática com mais de 1.000 questões da banca FGV, além de mais de 40 provas comentadas dessa banca.

Clique aqui e confira!

 

A intenção é que o aluno tenha todo o conteúdo necessário para a consulta da parte teórica e que possa treinar o máximo possível, devido ao elevado nível de cobrança da banca FGV.

Conteúdo Programático – Português ISS RJ

1. Acentuação gráfica
2. Ortografia (emprego de letras e hífen)
3. Estrutura e formação de palavras. Formas de abreviação. Vocabulário: neologismos, arcaísmos, estrangeirismos; latinismos.
4. Classes de palavras; os aspectos morfológicos, sintáticos, semânticos e textuais: fundamentos
5. Classes de palavras: Interjeição.
6. Classes de palavras: Substantivo.
7. Classes de palavras: Artigo.
8. Classes de palavras: Adjetivo.
9. Classes de palavras: Numeral.
10. Classes de palavras: Preposição.
11. Classes de palavras: Advérbio.
12. Classes de palavras: Verbo. Emprego de tempos e modos dos verbos em português.
13. Classes de palavras: Locução verbal.
14. Classes de palavras: Verbos irregulares.
15. Classes de palavras: Pronomes. Colocação pronominal.
16. Organização sintática das frases: termos e orações. Ordem direta e inversa. Pontuação e sinais gráficos.
17. Tipologia da frase portuguesa. Orações coordenadas. Conjunções. Pontuação e sinais gráficos.
18. Orações subordinadas substantivas. Conjunção.
19. Orações subordinadas adjetivas. Pronome relativo. Pontuação e sinais gráficos.
20. Orações subordinadas adverbiais. Conjunções. Pontuação e sinais gráficos.
21. Concordância verbal e nominal.
22. Transitividade e regência de nomes e verbos.
23. Crase.
24. Estrutura da frase portuguesa: operações de deslocamento, substituição, modificação e correção. Problemas estruturais das frases. Norma culta.
25. Semântica: sinônimos, antônimos.
26. Semântica: polissemia e ambiguidade.
27. Semântica: hipônimos e hiperônimos.
28. Semântica: homônimos, parônimos.
29. Semântica: sentido próprio e figurado.
30. Marcas de textualidade: coesão, coerência e intertextualidade.
31. Coesão e coerência.
32. Intertextualidade.
33. Tipos de discurso
34. Elementos dos atos de comunicação. Funções da linguagem.
35. Registros de linguagem (Variação linguística).
36. Modos de organização discursiva: descrição, narração, exposição, argumentação e injunção; características específicas de cada modo.
37. Tipos textuais: informativo, publicitário, propagandístico, normativo, didático e divinatório; características específicas de cada tipo. Os dicionários: tipos; a organização de verbetes.
38. Interpretação e Compreensão de texto. Organização estrutural dos textos. Textos literários e não literários. Os modalizadores.
39. Estratégias argumentativas.
40. A linguagem e a lógica.
41. Máximas conversacionais.
42. Mais de 50 provas comentadas da banca FGV.

 

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Professor Décio Terror

 

A banca FGV realmente acredita que existe o substantivo PERCA?

A banca FGV realmente acredita que existe o substantivo PERCA?

Uma prova da banca FGV (SEFAZ-MG 2023) admitiu que existe o substantivo “perca”.

Mas vamos entender isso?

A questão foi a seguinte:

 

(FGV / SEFAZ MG Auditor Fiscal 2023)

As frases a seguir mostram orações reduzidas, que foram (I) nominalizadas ou (II) modificadas para orações desenvolvidas.

Assinale a opção em que isso não foi feito de forma adequada.

(A)  Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a aceitação; (II) sem que se aceite.

(B)  Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a perca; (II) sem que se perca.

(C)  A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos. / (I) no achado de; (II) em que se ache.

(D)  A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos. / (I) na visão; (II) em que se veja.

(E)  Errar é humano, mas é preciso um computador para realmente pisar no tomate. / (I) uma pisada real; (II) que realmente se pise.

 

Para entendermos o contexto, é importante comentarmos a questão toda, ok?

A questão pede a transformação do verbo sublinhado e em negrito por uma forma nominal (substantivo) e por uma oração desenvolvida, isto é, uma oração com conjunção e verbo conjugado em modo e tempo verbal.

Esta é uma questão polêmica, porque a banca deu como única alternativa inadequada a (C).

Nesta alternativa, é certo que o verbo “achar” pode tornar-se o substantivo “achado”. Assim, a expressão “em achar novas paisagens” pode ser nominalizada assim: no achado de novas paisagens.

Porém, na transformação numa oração desenvolvida, o verbo transitivo direto “ache” recebeu o pronome “se”, o qual, neste contexto, passa a pronome apassivador, e o termo seguinte plural “novas paisagens” é o sujeito paciente, com o qual o verbo deve concordar: em que se achem novas paisagens.

Assim, realmente a alternativa (C) está inadequada.

Porém, esta não é a única alternativa inadequada.

 

A alternativa (A) também está errada, pois a tranformação do verbo transitivo “aceitar” em substantivo abstrato torna tal substantivo também transitivo, isto é, ele exige o emprego da preposição “de”: aceitação de.

Assim, a forma correta nesta alternativa deveria ser:

 

Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a aceitação de; (II) sem que se aceite.

 

Mesmo a banca admitindo a alternativa (B) como correta, ela também está errada, pois não existe, na linguagem culta, formal, o substantivo “perca” como derivado do verbo “perder”.

Veja que o verbo “perder” está sublinhado e a banca FGV admitiu a troca “sem perder” por “sem a perca”:

 

Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo. / (I) sem a perca; (II) sem que se perca.

 

Bom, logicamente, os candidatos entraram com recursos orientados por diversos professores, inclusive eu.

O argumento utilizado foi simplesmente que o substantivo “perca” não é derivado do verbo “perder”. Assim, o ideal seria “perda”.

A banca respondeu a um de nossos alunos da seguinte forma:

O gabarito oficial foi mantido, pois há um erro de concordância na opção do gabarito; a forma “perca” está registrada como substantivo feminino no Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, na página 628; a forma “perda” é outra forma possível para o mesmo substantivo.” (resposta da banca FGV em recurso)

 

A banca assim entende que a alternativa (C) realmente estava errada, devido àquele problema na concordância. Assim, o correto seria em que se achem novas paisagens.

Em seguida, a banca informa que “a forma ‘perca’ está registrada como substantivo feminino no Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, na página 628“.

Realmente está registrado. Veja:

 

Na imagem à esquerda, você vê o que está previsto no VOLP (Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa). Por ser um vocabulário, ele apresenta apenas a palavra e sua classificação: PERCA Substantivo feminino (SF).

Porém, na imagem ao centro (Dicionário Aurélio), notamos o primeiro sentido desse substantivo, o qual tem relação com a ZOOLOGIA. Assim, não tem qualquer relação com o verbo “perder”, como se pede na questão.

Na imagem à direita (também do Dicionário Aurélio), o substantivo “perca” é realmente derivado do verbo “perder”, mas tal dicionário informa que esse vocábulo é um registro da linguagem popular, coloquial. Mas a questão faz referência à adequação à norma culta.

Portanto, isso tudo nos comprova que a banca simplesmente rebateu o recurso sem fundamento na justificativa, pois comprovamos que a forma “perda” é a única adequada à norma culta como derivada do verbo “perder”.

Analisando com calma, você percebe tranquilamente que as alternativas (D) e (E) estão corretas.

 

Bom, então o que eu percebo disso como professor?

A resposta da banca ao recurso do candidato foi infundada, pois realmente não existe registro culto do substantivo “perca” e confirmamos isso com o substantivo “PERCA” no campo da zoologia (sem ter qualquer relação com o verbo “perder”) e no registro popular, coloquial, o que desvia do pedido da questão, pois se falou sobre a linguagem adequada. E todos nós sabemos que a adequação pedida em prova deve se dar à norma culta, a não ser que a questão mencionasse o registro popular.

É aquela velha máxima que eu sempre digo aos meus alunos: “banca também erra”.

 

E você aluno, o que deve pensar?

Ignore esta questão mal feita e siga em frente.

É bom também se lembrar que “banca também erra”.

Prepare-se com a gente, clique aqui e confira o curso que preparamos pra você.

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Grande abraço!

Professor Décio Terror

Publicado o Edital para Concurso TJRN

TJRN
Foi Publicado o edital para o concurso TJRN, com salário inicial de até 7.301,18.

O  Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte abre concurso ofertando 229 vagas imediatas mais a formação de cadastro de reserva para cargos diversos.

A remuneração inicial pode chegar a R$ 7.301,18, veja abaixo número de vagas, cargos e seus respectivos salários:

  • 160 vagas para o cargo de técnico judiciário (nível médio)  – Remuneração inicial – R$3.974,08
  • 32 para analista judiciário (nível superior diversas áreas) – Remuneração inicial – R$6.637,44
  • 2 para oficial de justiça – Remuneração inicial – R$6.637,44
  • 35 para analista judiciário – Apoio Especializado – Tecnologia de Informação, divididas da seguinte forma: 25 na área de Análise de Sistemas; 5 para Análise de Sistemas (Inteligência Artificial) e 5 para Análise de Suporte. Remuneração de R$7.301,18. 

 

Quanto as inscrições para as inscrições do concurso TJRN, os interessados devem acessar o  site da banca FGV , entre os dias seis de março e seis de abril de 2023. A taxa de inscrição varia entre R$85,00 a R$110,00, a depender do cargo escolhido.

Resumo sobre o concurso TJRN:

  • Banca organizadora: FGV
  • Cargos: Analista e Técnico Judiciário em diversas especialidades
  • Escolaridade: Níveis médio e superior
  • Carreira: Jurídica, TI, Saúde (Psicologia), Serviço Social, Contábil, História, Arquivologia, Biblioteconomia, Educação
  • Lotação Rio Grande do Norte
  • Número de vagas 229 + CR
  • Remuneração: R$ 3.974,08 a R$ 7.301,18
  • Inscrições: 06/03 a 06/04
  • Taxa de inscrição: R$ 85,00 a R$110,00
  • Data da prova objetiva: 04/06 (Analista Judiciário e Oficial de Justiça) e 11/06 (Técnico)

Sobre  a prova do concurso TJRN:

Como sabemos, foi Publicado o edital para o concurso TJRN, e a prova objetiva será composta por 70 questões, sendo 20 questões de língua Portuguesa.

Preparamos um curso especialmente para você, com acesso a material em vídeo e slides em PDF, além de mais de 1.000 questões e 54 provas comentadas.

Prepare-se com a gente, clique aqui e confira o curso que preparamos pra você.

 

Assista aqui provas comentadas da Banca FGV:

 

Conteúdo programático:

Português para a TJ RN
Acentuação gráfica.
Ortografia.
Estrutura e formação de palavras. Formas de abreviação. Vocabulário: neologismos, arcaísmos, estrangeirismos; latinismos.
Classes de palavras: fundamentos
Classes de palavras: Interjeição.
Classes de palavras: Substantivo.
Classes de palavras: Artigo.
Classes de palavras: Adjetivo.
Classes de palavras: Numeral.
Classes de palavras: Preposição.
Classes de palavras: Advérbio.
Classes de palavras: Verbo. Emprego de tempos e modos dos verbos em português.
Classes de palavras: Locução verbal.
Classes de palavras: Verbos irregulares.
Classes de palavras: Pronomes. Colocação pronominal.
Pontuação. Organização sintática das frases: termos. Ordem direta e inversa.
Pontuação e sinais gráficos. Organização sintática das frases: orações coordenadas. Conjunções.
Pontuação. Organização sintática das frases: orações subordinadas substantivas. Ordem direta e inversa. Conjunções.
Pontuação. Organização sintática das frases: orações subordinadas adjetivas.
Pontuação e sinais gráficos. Organização sintática das frases: orações subordinadas adverbiais. Ordem direta e inversa. Conjunções.
Concordância verbal e nominal.
Regência verbal e nominal.
A crase.
Tipologia da frase portuguesa. Estrutura da frase portuguesa: operações de deslocamento, substituição, modificação e correção. Problemas estruturais das frases. Paralelismo. Ambiguidade.
Semântica: antônimos, sinônimos.
Semântica: polissemia.
Semântica: hipônimos e hiperônimos.
Semântica: homônimos, parônimos.
Semântica: sentido próprio e figurado.
Estilística: figuras de linguagem.
Norma culta. Registros de linguagem.
Marcas de textualidade: coesão, coerência e intertextualidade.
Elementos dos atos de comunicação. Funções da linguagem. Tipos de discurso.
Tipos textuais: descrição, narração, exposição, argumentação e injunção; características específicas de cada tipo. Os dicionários: tipos; a organização de verbetes.
Gêneros textuais e domínios discursivos: textos informativos, publicitários, propagandísticos, normativos, didáticos e divinatórios; características específicas de cada gênero.
Interpretação e Compreensão de texto. Organização estrutural dos textos. Textos literários e não literários. Os modalizadores.
Estratégias argumentativas.
A linguagem e a lógica.
Máximas conversacionais. A organização das frases nas situações comunicativas: a colaboração e a relevância; os atos de fala.
Mais de 50 provas comentadas da banca FGV.

 

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Grande abraço!

Professor Décio Terror

Concurso Banestes: Editais publicados

BANESTES

O Banestes, banco do Espírito Santo, publicou hoje três editais do concurso Banestes para a formação de cadastro de reserva com vagas de níveis médio e superior.

A remuneração é bem atrativa, e podem chegar R$3,9 mil.

Para realizar a sua inscrição,  você pode acessar o site da FGV no período de 12 de dezembro até o dia 13 de janeiro de 2023.
As

Confira o edital aqui

Saiba mais detalhes sobre esta seleção:

  • Órgão: Banco do Espírito Santo (Banestes)
  • Banca: FGV
  • Cargos: técnico bancário, analistas e assistentes
  • Vagas: cadastro de reserva
  • Requisitos: médio e superior
  • Salários: até R$3.960,13
  • Inscrição: 12 de dezembro a 13 de janeiro de 2023
  • Taxa: R$55 e R$75
  • Prova: 5 de março de 2023

Sobre a prova de Português do Concurso Banestes

 

Os candidatos serão avaliados mediante provas objetivas, com caráter eliminatório e classificatório, que estão marcadas para acontecer no dia 5 de março de 2023.
Queremos te ver na lista de aprovados, e para isso preparamos um curso de Português que apresenta toda a teoria cobrada pela banca.

Clique aqui e confira!

 

https://www.youtube.com/watch?v=uZ-tQHekW68

 

Conteúdo Programático – Português BANESTES

1. Acentuação gráfica
2. Ortografia (emprego de letras e hífen)
3. Estrutura e formação de palavras. Formas de abreviação. Vocabulário: neologismos, arcaísmos, estrangeirismos; latinismos.
4. Classes de palavras; os aspectos morfológicos, sintáticos, semânticos e textuais: fundamentos
5. Classes de palavras: Interjeição.
6. Classes de palavras: Substantivo.
7. Classes de palavras: Artigo.
8. Classes de palavras: Adjetivo.
9. Classes de palavras: Numeral.
10. Classes de palavras: Preposição.
11. Classes de palavras: Advérbio.
12. Classes de palavras: Verbo. Emprego de tempos e modos dos verbos em português.
13. Classes de palavras: Locução verbal.
14. Classes de palavras: Verbos irregulares.
15. Classes de palavras: Pronomes. Colocação pronominal.
16. Organização sintática das frases: termos e orações. Ordem direta e inversa. Pontuação e sinais gráficos.
17. Tipologia da frase portuguesa. Orações coordenadas. Conjunções. Pontuação e sinais gráficos.
18. Orações subordinadas substantivas. Conjunção.
19. Orações subordinadas adjetivas. Pronome relativo. Pontuação e sinais gráficos.
20. Orações subordinadas adverbiais. Conjunções. Pontuação e sinais gráficos.
21. Concordância verbal e nominal.
22. Transitividade e regência de nomes e verbos.
23. Crase.
24. Estrutura da frase portuguesa: operações de deslocamento, substituição, modificação e correção. Problemas estruturais das frases. Norma culta.
25. Semântica: sinônimos, antônimos.
26. Semântica: polissemia e ambiguidade.
27. Semântica: hipônimos e hiperônimos.
28. Semântica: homônimos, parônimos.
29. Semântica: sentido próprio e figurado.
30. Marcas de textualidade: coesão, coerência e intertextualidade.
31. Coesão e coerência.
32. Intertextualidade.
33. Tipos de discurso
34. Elementos dos atos de comunicação. Funções da linguagem.
35. Registros de linguagem (Variação linguística).
36. Modos de organização discursiva: descrição, narração, exposição, argumentação e injunção; características específicas de cada modo.
37. Tipos textuais: informativo, publicitário, propagandístico, normativo, didático e divinatório; características específicas de cada tipo. Os dicionários: tipos; a organização de verbetes.
38. Interpretação e Compreensão de texto. Organização estrutural dos textos. Textos literários e não literários. Os modalizadores.
39. Estratégias argumentativas.
40. A linguagem e a lógica.
41. Máximas conversacionais.
42. Mais de 50 provas comentadas da banca FGV.

 

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Grande abraço!

Professor Décio Terror

Concurso TJ AP: FGV será a banca organizadora

Concurso TJAP

A banca organizadora que irá realizar o próximo concurso TJ AP  (Tribunal de Justiça do Amapá) é a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Os cargos e o número de vagas contemplados no certame ainda não foram oficializados, mas há previsão de 05 vagas imediatas para Psicólogo e Assistente Social.

De antemão, salientamos a informação de que a banca revelou que o concurso será para preenchimento de vagas existentes e as que vierem a vagar durante a vigência do certame. No momento, o órgão registra 276 cargos vagos, somados técnicos e analistas.

Temos a expectativa de que o edital poderá ser divulgado ainda em 2022, portanto é hora de focar nos estudos e gabaritar Português da banca FGV.

 

O que você precisa saber sobre o Concurso TJ AP:

  • Status: banca definida
  • Banca Organizadora: FGV
  • Vagas: 5 + CR
  • Salário inicial: R$ 2.729,77 a 15.388,32
  • Número de vagas: A definir
  • Lotação: Estado do Amapá
  • Carreiras: Tribunais

 

Aqui, você pode conferir o Último edital TJ AP!

 

Sobre a prova do Concurso TJ AP:

 

De acordo com o ultimo concurso, as provas objetivas tiveram a duração de 4 horas e foram realizadas em horários distintos para os cargos de níveis médio e superior.

Conhecimentos Gerais – 30 questões (peso 1):

AJAJ, Analista – Execução de Mandados e TJAA:
 Língua Portuguesa
 Raciocínio Lógico-Matemático

 

Conheça meu curso para o Concurso TJ AP:

Sabendo que o concurso TJ AP terá a FGV banca organizadora , preparamos um curso de Português para FGV que apresenta apresenta toda a teoria cobrada pela banca, com mais de 1.000 questões comentadas e mais de 40 provas comentadas da banca FGV.
Confira no link abaixo:

Quero aprender Português da FGV!  

 

Queremos te ver na lista de aprovados, e por isso vamos disponibilizar questões gratuitas comentadas da FGV.

 

Questões gratuitas comentadas Português FGV

 

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Grande abraço!

Professor Décio Terror